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	<title>Evoluindo &#187; Entrevistas</title>
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	<description>Suas escolhas determinam seu destino.</description>
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		<title>Stephen Hawking e as promessas da Bíblia</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 17:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[Stephen Hawking considerado o maior físico do planeta desde Einstein. Tem hoje (janeiro de 2002) 60 anos e vive atualmente em Cambridge, Inglaterra. Encontra-se semi-paralisado em sua cadeira de rodas eletrônica munida de um sintetizador de voz, que usa para se comunicar, devido a uma doença rara e sem cura, que o consome progressivamente. Ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Stephen Hawking considerado o maior físico do planeta desde Einstein. Tem hoje (janeiro de 2002) 60 anos e vive atualmente em Cambridge, Inglaterra. Encontra-se semi-paralisado em sua cadeira de rodas eletrônica munida de um sintetizador de voz, que usa para se comunicar, devido a uma doença rara e sem cura, que o consome progressivamente. Ao contrário de muitos cientistas ateus confessos, Hawking às vezes se refere a seu desejo de descobrir a mente de Deus por meio da física e da cosmologia.</p>
<p><strong>DETALHES DE UMA ENTREVISTA PUBLICADA NA MÍDIA</strong></p>
<p>&#8220;O sistema mais complexo que conhecemos é nosso corpo&#8230; poderemos redesenhar o homem&#8221;</p>
<p>Questionado sobre a complexidade das viagens para sistemas intergaláticos, o grande físico respondeu:</p>
<p>“O sistema mais complexo que conhecemos é o nosso corpo e não houve alterações significativas em nosso DNA nos últimos 10 mil anos. Em breve, porém, poderemos aumentar a complexidade de nosso DNA, sem ter de esperar pelo lento processo da evolução biológica. É provável que possamos redesenhá-lo dentro de mil anos, aumentando o tamanho de nosso cérebro, por exemplo”.</p>
<p>A remodelação psicofísica do homem é amplamente vaticinada pelos profetas, e é uma das promessas da Bíblia, que se configura na &#8220;ressurreição dos mortos&#8221;. Não se trata claro, da ressurreição dos cadáveres dos cemitérios &#8211; daí alguns &#8220;bons&#8221; cristãos se recusarem a doar órgãos ou a serem cremados &#8211; o que, na verdade é uma forma de idolatria, pois implica na adoração da própria imagem, da criatura, ensinamento oposto ao entregue pelo Divino Mestre, Príncipe da Paz. Na virada do milênio já podemos começar a afirmar o que Jesus disse há 2 mil anos: SOMOS DEUSES. Essa remodelação do homem possibilitará a vitória sobre a morte, e o homem poderá viver 1.000 anos, e aos 100 terá o vigor de um jovem de 18 (vide Isaías e outros profetas).</p>
<p>Embora para o cientista o redesenho do homem possa demorar mil anos, ele diz:  “Nos próximos cem anos acho que vamos aprender a fazer bebês crescerem fora do ventre materno, o que elimina essa restrição (do tamanho do cérebro). Graças à engenharia genética, diz ainda ele, o homem poderá aumentar o tamanho do seu cérebro.[Isso é curioso, pois os ETs apresentam cabeça volumosa].</p>
<p>Computadores inteligentes poderão criar outros computadores inteligentes&#8230;</p>
<p>Para o físico, haverá uma revolução nos computadores, que hoje não são inteligentes. Ele diz:</p>
<p>“A velocidade e a complexidade dos computadores dobra a cada 18 meses e isso vai continuar até que eles tenham uma complexidade semelhante à do cérebro humano. Bem, se moléculas químicas complicadas podem fazer com que os seres humanos sejam inteligentes, então circuitos eletrônicos igualmente complexos podem agir de forma inteligente. E se forem inteligentes podem projetar computadores ainda mais inteligentes e complexos&#8221;.</p>
<p>A solução para superar o atual limite imposto pelos processadores,  “é copiar o cérebro humano, que tem milhões de processadores trabalhando ao mesmo tempo. Esse modelo será o futuro da inteligência eletrônica&#8221; &#8211; vaticina</p>
<p>Corroborando a Teoria da Relatividade de Einstein, Hawkins afirma que se um homem fizesse uma viagem superior à velocidade da luz, voltaria no tempo.</p>
<p>&#8220;Quando uma civilização atinge nosso estágio de desenvolvimento ela se torna instável e se autodestrói&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre se faremos contato com alienígenas agora no século 21, o cientista respondeu:</p>
<p>“A espécie humana tem essa forma há 2 milhões dos 15 bilhões de anos transcorridos desde o Big Bang; assim, mesmo se a vida se desenvolveu em outros sistemas estelares, as chances de reconhecê-la nesse estágio é bem remota. Qualquer outra forma de vida será ou muito primitiva ou muito mais avançada do que nós. E se for muito mais avançada, por que não teria se disseminado pela galáxia e visitado a Terra? É possível que haja por aí alguma civilização avançada que sabe de nossa existência, mas nos deixe aqui cozinhando em nosso caldo primitivo. Mas duvido que tivessem tanta consideração por uma espécie primitiva como a nossa. Há uma história de que a razão de ainda não termos feito contato com extraterrestres é que quando uma civilização atinge nosso estágio de desenvolvimento ela se torna instável e se autodestrói. Mas sou otimista, acho que podemos evitar as guerras nucleares e o juízo final.&#8221;</p>
<p>Segundo Edgar Cayce e outros profetas, já houve outras civilizações antes da nossa que atingiram a evolução tecnologia que, em breve, teremos. Elas se autodestruíram em virtude do orgulho, do egoísmo e das divisões nos ânimos. Segundo se pode deduzir nas palavras de Jesus, de Nostradamus, e ainda em algumas religiões filosóficas, a civilização se renova a cada ciclo, e uma nova &#8220;ceifa&#8221; ocorre no final de cada ciclo, e são &#8220;colhidos&#8221; os que evoluíram  no amor, para vivenciarem sua divindade livres da ilusão, enquanto os que permaneceram no egoísmo retornam para o &#8220;lago de fogo&#8221; que é a vida. Para cada de um de nós a   vida pessoal é algo tão querido, que na ânsia pela vida nos enchemos de grande egoísmo na luta contra as supostas ameaças ao nosso bem-estar&#8230;   mas quando contemplamos o céu estrelado e nos perguntamos de onde viemos, e para onde vamos, vemos às claras a ilusão que é a vida diante da GRANDE POSSIBILIDADE DO INFINITO. Por isso, indagado sobre qual o sentido da vida, o maior cientista vivo do mundo repetiu que é penetrar na Mente de Deus. Seguramente vivemos no lado exterior de nós mesmos, o reverso de Deus, preocupados com as picuinhas com nosso próximo, com a solicitude pela vida e esquecemos de penetrar na Mente de Deus!</p>
<p>Como se vê, a ciência não está longe das verdades da Bíblia.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.angelfire.com/anime/paranormal/hawkins.html" >http://www.angelfire.com/anime/paranormal/hawkins.html</a></em></p>
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		<title>A Prática da Sabedoria</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 15:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos 77 anos, Radha Burnier, presidente da Sociedade Teosófica, ainda hoje percorre o mundo impulsionando a busca espiritual de pessoas de várias religiões e filosofias. Nesta entrevista a PLANETA, ela fala, entre outras coisas, da importância da diversidade de idéias para quem procura a verdade. Por Carlos Cardoso Aveline Fotos: André Dusek Radha Burnier é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos 77 anos, Radha Burnier, presidente da Sociedade Teosófica, ainda hoje percorre o mundo impulsionando a busca espiritual de pessoas de várias religiões e filosofias. Nesta entrevista a PLANETA, ela fala, entre outras coisas, da importância da diversidade de idéias para quem procura a verdade.</p>
<p><span id="more-192"></span><br />
Por Carlos Cardoso Aveline<br />
Fotos: André Dusek<br />
<img src="http://www.terra.com.br/planetanaweb/338/fotos/trans_alma_pratica_sabedoria.jpg" alt="" width="190" height="200" align="right" />Radha Burnier é a sétima pessoa a ocupar a presidência internacional da Sociedade Teosófica, desde a sua fundação em 1875. Ela nasceu em 15 de novembro de 1923, na própria sede internacional da instituição – uma comunidade de trabalho e um local de retiro que hoje são também um refúgio ecológico no sul da Índia.</p>
<p>Do signo de Escorpião, com ascendente e também a Lua em Aquário, Radha não parece ter envelhecido mais de uma semana desde que a vi pela última vez, cinco anos atrás. Continua a percorrer o mundo, dando palestras e impulsionando a busca espiritual de pessoas de diversas religiões, filosofias e classes sociais, nos vários continentes. Aos 77 anos, seu olhar penetrante transmite uma extraordinária energia interior, que toca o íntimo das pessoas a quem fala e ajuda a dissolver os conflitos do mundo psicológico superficial.</p>
<p>Perguntada sobre os pensadores que mais influíram em sua formação, Radha cita autores antigos e modernos: entre eles estão Lao-tsé, Platão, Plotino, Ramana Maharshi, Annie Besant, Helena Blavatsky e Jiddu Krishnamurti. E também seu pai, N. Sri Ram, que foi um dos grandes teosofistas do século 20. Radha Burnier é presidente da Sociedade Teosófica desde 1980. Ela esteve no Brasil em setembro passado, quando foi lançado seu pequeno livro O Caminho do Autoconhecimento(1).</p>
<p><strong>PLANETA</strong> –<em> Qual a importância da diversidade de idéias para um grupo de buscadores da verdade?</em><br />
<strong>Radha</strong> – Não é possível dar completa expressão à verdade através de conceitos ou palavras. Alcançar a verdade é ter uma percepção profunda da natureza essencial de uma parte da vida, ou da vida como um todo. A mente que olha uma questão é como uma câmera fotográfica. A câmera tira a foto de um ângulo; para obter uma perspectiva adequada, nós necessitamos olhar para ela de diversos pontos de vista. Quando há muitos pontos de vista diferentes, ainda não temos a verdade, mas estamos mais próximos dela. Penso que é por isso que devemos ter diversidade de pensamento. Sem ela, o ponto de vista estreito de umas poucas pessoas passa a ser visto como verdade.</p>
<p><strong>PLANETA</strong> – <em>Grande parte dos conflitos entre as pessoas ocorre por causa de opiniões&#8230;</em><br />
<strong>Radha</strong> – As pessoas só brigam por opiniões quando fecham as portas da sua mente. Também há uma dificuldade de perceber a diferença entre uma opinião, que é resultado dos condicionamentos do cérebro, e uma percepção interior, um insight, que vem de um contato mais direto e íntimo com as coisas como elas são. Mas as diferenças de opinião são necessárias, porque a diversidade é parte do processo de manifestação do universo. Há uma riqueza enorme no fato de que as pessoas olham para tudo de várias maneiras e fazendo diferentes interpretações. A diversidade é uma manifestação da riqueza da existência. Mas em vez de considerá-la como uma maravilha e como um indício do conteúdo imensurável do universo, as pessoas estão condicionadas a ver os elementos diversos da vida como se fossem separados e estivessem em conflito. Esse condicionamento é um problema enorme. A diversidade pode ser uma fonte de inspiração. Ela é bonita – só não reconhecemos isso porque estamos condicionados a pensar que diferença significa conflito.</p>
<p><strong>PLANETA</strong> – <em>Há uma dualidade, às vezes trágica e às vezes cômica, na vida humana: de um lado, aquilo que é divino; de outro, o que é terreno e animal. Como melhorar, na prática, a qualidade dessa relação entre “eu superior” e “eu inferior”?</em><br />
<strong>Radha</strong> – O que é chamado de “lado inferior do ser humano” é, na verdade, um reflexo, um espelho, do mais elevado. Se ocorrer um processo de refinamento, haverá uma harmonia natural entre cada elemento da alma imortal e o seu elemento correspondente da personalidade inferior. Assim, a purificação das emoções liberta a intuição espiritual (buddhi); os sentidos físicos, purificados, se unem ao espírito imortal (atma), e o que se chama normalmente de “mente inferior”, quando purificada, se une à mente superior. Quando as emoções são purificadas e o único desejo é o bem-estar do conjunto dos seres vivos, a vontade não empurra a mente para os níveis inferiores, mas facilita a união daquela mente inferior com a mente superior.</p>
<p>Nota<br />
<em>(1) O Caminho do Autoconhecimento, de Radha Burnier (formato de bolso), Editora Teosófica, Brasília, 2000, 123 pp. Pedidos pelo telefone 0800-61.00.20. Radha Burnier tem também outros livros traduzidos para o português, inclusive A Regeneração Humana (Ed. Teosófica, 1992, 172 pp.).</em></p>
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		<title>Meditação nos Parques</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 04:12:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>

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		<description><![CDATA[Monja Coen em entrevista à Folha de S.Paulo no dia 28/06/2001 &#8211; por Bell Kranz Saiba quem é a Monja Coen Nome: Monja Coen Profissão: religiosa Nascida em 1947 O que faz: missionária da tradição japonesa Soto Zen, leva a prática da meditação aos frequentadores dos parques da cidade de São Paulo Filosofia de vida: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Monja Coen em entrevista à Folha de S.Paulo no dia 28/06/2001 &#8211; por Bell Kranz</p>
<p><span id="more-135"></span></p>
<p><strong>Saiba quem é a Monja Coen </strong></p>
<p><img class="alignleft" style="float: left; padding: 10px" src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2008/11/cs2.jpg" alt="" />Nome: Monja Coen<br />
Profissão: religiosa<br />
Nascida em 1947<br />
O que faz: missionária da tradição japonesa Soto Zen, leva a prática da  meditação aos frequentadores dos parques da cidade de São Paulo<br />
Filosofia de vida: zen, &#8220;estar muito ligado no momento, na sua vida, é pé no  chão, não é voando lá nas nuvens. Se no presente eu fizer o melhor que posso,  vou ter melhores resultados no futuro&#8221;</p>
<p><strong>Monja ensina meditação nos parques </strong></p>
<p>&#8220;São loucos?&#8221; &#8220;Fanáticos religiosos?&#8221;, perguntavam baixinho as pessoas. &#8220;Não,  ela é monja budista&#8221;, explicou acertadamente o senhor idoso à sua esposa, entre  as centenas de pessoas que olhavam embasbacadas a fila indiana que seguia uma  monja no parque.</p>
<p>A cena aconteceu no último 17 no parque da Aclimação. E a monja em questão é  Coen Murayama, brasileira de 53 anos, que viveu 12 no Japão, em clausura e  internato, e é missionária da tradição Soto Zen.</p>
<p>Todos os domingos, sempre às 10h, ela pratica meditação com os frequentadores  de um parque da cidade no evento batizado de Caminhadas Zen. Entenda do que se  trata na entrevista abaixo.</p>
<p><img class="alignright" style="float: right; padding: 10px" src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2008/11/cs1.jpg" alt="" /><strong>Folha &#8211; Como surgiu a idéia da Caminhada Zen?</strong><br />
Monja Coen &#8211; Eu comecei a pensar no que o zen budismo podia oferecer ao país, às  pessoas. Não adianta termos só um templo fechado, em que o acesso é limitado a  poucos. E a cidade está estressada, há muita violência. Acho que uma das  maneiras de a gente batalhar pela não-violência é fazendo o voto de  não-violência. E ele só é possível quando entramos em contato com a essência do  nosso ser. Isso é meditação. Só que as pessoas acham muito incômodo ficar  sentado durante a meditação.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Em posição de flor de lótus?</strong><br />
Monja Coen &#8211; É, ou meia lotus. Existe um monge vietnamita em Paris, que fala de  meditar caminhando. Inspirada no trabalho dele, pensei na caminhada em meditação  nos parques.</p>
<p><strong>Folha &#8211; E como ela é feita?</strong><br />
Monja Coen &#8211; A gente anda em fila indiana. A idéia é que, a cada passo, a gente  sinta a própria respiração, o ar à nossa volta, os sons, os odores. Nós até  abraçamos árvores para sentir a força estável.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Por que abraçar as árvores?</strong><br />
Monja Coen &#8211; Pelo seu tamanho, sua idade. As árvores têm uma estabilidade, uma  força muito grande.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Para muitas pessoas, zen ainda carrega a conotação de estar &#8220;na lua&#8221;,  em estado de alienação, mas é exatamente o oposto, não?</strong><br />
Monja Coen &#8211; Exatamente. Zen é estar muito ligado no momento, na sua vida, é pé  no chão, não é voando lá nas nuvens. Tem que estar inteiro no que está  acontecendo, pois esse momento traz em si todo o passado e o futuro. Se no  presente eu fizer o melhor que posso, vou ter melhores resultados no futuro.  Mas, com a ansiedade e o estresse, só pensamos lá atrás ou lá adiante.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Como está sendo a receptividade das caminhadas?</strong><br />
Monja Coen &#8211; Na primeira vez, vieram 12 pessoas. Na segunda vez, 20. Na  terceira, que foi no parque da Água Branca, vieram 50. Perguntei o que as  pessoas acharam, e elas responderam que há tempos não lembravam o que é andar,  respirar. Ficaram gratas, emocionadas. Uma senhora, no parque da Água Branca,  disse assim: &#8220;Há anos eu venho aqui e andei hoje por lugares que nunca havia  andado antes. Nunca vi as coisas como hoje&#8221;. Porque dá outra percepção, a gente  fica muito alerta à luz, à sombra, ao calor, ao frio, à textura do solo. Andamos  vagarosamente, sentindo o chão.</p>
<p><img class="alignleft" style="float: left; padding: 10px" src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2008/11/cs3.jpg" alt="" /><strong>Folha &#8211; A senhora acha que, depois do primeiro contato, as pessoas vão dar  continuidade à prática da meditação?</strong><br />
Monja Coen &#8211; Nas nossas maiores dificuldades, se pudermos dar uma paradinha, uma  andada lenta, uma respirada, podemos encontrar soluções pacíficas, mais justas,  inclusivas. Reagindo na emoção, ficamos muito embrulhados.</p>
<p><strong>Folha &#8211; É preciso ser budista para meditar?</strong><br />
Monja Coen &#8211; Não, não tem nada com o budismo. Todas as religiões têm meditação.  O pessoal dos beneditinos faz a meditação por canto, os judeus têm a sua parte  meditativa, os islâmicos também.</p>
<p><strong>Folha &#8211; A idéia da meditação é a mesma em todas as religiões?</strong><br />
Monja Coen &#8211; Sempre. Que a gente possa atingir o ser essencial, que é todo  aquele espaço onde nem as palavras vão -nem os conceitos.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Como isso funciona no dia-a-dia?</strong><br />
Monja Coen &#8211; São coisas simples. Um outro monge falava assim: &#8220;Quando o telefone  tocar na sua casa, não atenda correndo. Ao primeiro toque, pare, respire e aí  você vai atender&#8221;. Só isso já faz uma mudança na sua vida incrível. Toca a  campainha da porta, e as pessoas já ficam ansiosas. O som é para você parar e  respirar, aí vai ver quem é. Porque aí você já se centralizou.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Não vai agir de forma impulsiva?</strong><br />
Monja Coen &#8211; Vai ser capaz de agir, e não de reagir. A idéia é que a gente possa  centralizar. Muita violência é causada pela falta dessa centralização.</p>
<p><strong>Folha &#8211; Quando a caminhada em fila indiana passa nas áreas mais movimentadas  do </strong><img class="alignright" style="float: right; padding: 10px" src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2008/11/cs4.gif" alt="" /><strong>parque, o público fica paralisado. As pessoas parecem outdoors ambulantes da </strong><strong>meditação. Isso não atrapalha a concentração dos iniciantes?</strong><br />
Monja Coen &#8211; Eu também não gosto. Mas a idéia é levar isso para a nossa vida.  Dentro do mato, por exemplo, tudo é muito agradável. Mas os outros seres humanos  incomodam, estão olhando, acham bonito, feio. E é isso que a gente tem que  desenvolver, a centralização. Faço aquilo que é certo, independentemente do que  os outros acham. Quanto aos outdoors, estamos dizendo para os outros: vocês  também podem fazer isso. Caminhar em silêncio é bom, não é preciso ficar falando  o tempo todo.</p>
<p>Fonte: Folha de S.Paulo &#8211; 28/06/2001 &#8211; por Bell Kranz</p>
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		<title>A crença em Deus por Divaldo P. Franco</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 15:16:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Recordando]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mediunidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Deus enconra-se tão profundamente entranhado no ser humano que, dificilmente, o mesmo pode afastar-se da Sua presença. Criado simples e ignorante, o Espírito carrega no íntimo o psiquismo divino que o originou, a fim de fazê-lo desenvolver-se até atingir a glória celeste que lhe está destinada. A crença em Deus, é, portanto, um fenômeno natural, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deus enconra-se tão profundamente entranhado no ser humano que, dificilmente, o mesmo pode afastar-se da Sua presença. Criado simples e ignorante, o Espírito carrega no íntimo o psiquismo divino que o originou, a fim de fazê-lo desenvolver-se até atingir a glória celeste que lhe está destinada.</p>
<p>A crença em Deus, é, portanto, um fenômeno natural, genético, de que ninguém se pode considerar destituído. Manifesto em toda a Sua obra, o Pai Criador antecede-a e sucedê-la-á, quando venha a ocorrer as alterações e término dos ciclos que constituem a relatividade dos tempos&#8230;</p>
<p>Atribuir-se tudo quanto existe, na sua harmonia e ordem, como resultante do acaso, é conceder-lhe uma super-inteligência que soube organizar e manter o Universo conforme o conhecemos.</p>
<p>Ademais, considerar-se que o Evolucionismo consegue explicar em toda a sua complexidade o milagre da vida, sem a necessidade do Criacionismo ou da presença de um Autor, é oferecer-lhe uma transcendência que se assemelha à própria Divindade.</p>
<p>Duas alternativas, pois, se confrontam em antagonismo, que é mais resultante de interpretação de conteúdos do que de legitimidade factual, podendo ser solucionado o impasse através da associação de ambas as teorias.</p>
<p>O Psiquismo Divino concebeu e elaborou a vida, graças a uma programação que se concretizou no processo evolucionista, etapa a etapa, com os intervalos correspondentes ao período da morte, em que o psiquismo prosseguiu experimentando continuidade evolutiva, retornando em formas primitivas que se fizeram cada vez mais complexas, até atingir as expessões superiores nos animais evoluídos, culminando no ser humano.</p>
<p>Essa possibilidade não deve ser descartada, quando se pode constatar o autógrafo de Deus no genoma após decodificado, no qual se encontra toda a história dos diversos seres nos seus estranhos códigos responsáveis pelas informações contidas especialmente em cada célula do corpo humano, num conjunto de três bilhões de letras&#8230;</p>
<p>A fundamentação criacionista de que Deus, tudo fez, conforme o relato bíblico do Gênesis 1 e 2, negando a evolução e concedendo ao Universo a jovem idade de apenas 10.000 anos, é bastante ingênua e improcedente, quando as pesquisas mais seguras demonstram que a sua idade é superior a 14 bilhões de anos a partir do momento da grande explosão&#8230;</p>
<p>Os exageros de alguns religiosos criacionistas chegam ao ponto de atribuir ao Universo a idade de apenas 4004 aC., quando Deus o teria criado, conforme concluiu o bispo Ussher, cálculo que resultou das suas pesquisas sobre as notícias genealógicas por ele encontradas em o Velho Testamento.</p>
<p>Sob outro aspecto, atribuir às manifestações inorgânicas a possibilidade de se transformarem em orgânicas, adquirindo sensibilidade, instinto, emoção, raciocínio, inteligência, igualmente é uma proposta audaciosa, que se apresenta mergulhada em lacunas e em mutações inexplicáveis dentro da visão exclusivamente darwinista, que passou a ser considerada materialista.</p>
<p>A harmonização das duas correntes de pensamento faculta a possibilidade real da manifestação do psiquismo que também envolve com a complexidade das moléculas através das quais se manifesta.</p>
<p>Nessa identificação, a crença em Deus, sem o desprezo pelo fenômeno do evolucionismo, torna-se perfeitamente natural, concebendo-se que Ele próprio estabeleceu esse processo como sendo o mais adequado para a ocorrência da vida na Terra, conforme a conhecemos.</p>
<p>Sir Isaac Newton, o admirado cientista inglês, que descobriu a Lei da gravitação universal, era portador de fé religiosa expressiva, que o levou a escrever mais sobre interpretações de textos bíblicos e religiosos do que científico.</p>
<p>Galileu, descobrindo 3 das luas de Júpiter e optando pelo heliocentrismo, que constatou com observações demoradas através do telescópio que construiu, manteve por todo o tempo a sua fé em Deus e na Sua intervenção na Criação, mesmo quando perseguido pela Inquisição e outros adversários&#8230;</p>
<p>Nicolau Copérnico, que igualmente descobriu o sistema heliocêntrico, manteve inabalável a sua fé em Deus, sem cuja ação o Universo não poderia ter surgido.</p>
<p>Mais recentemente Sir James Jean, o respeitado astrofísico inglês, confessou o seu teísmo e a sua concepção em torno do Espírito com valor e convicção científica.</p>
<p>Inúmeros estudiosos da genética e da física quântica, assim como de algumas neurociências e da biologia molecular, cientistas-médicos e cosmonautas, declaram-se teístas, mantendo comportamento religioso e vinculando-se a algumas das existentes doutrinas espiritualistas&#8230;</p>
<p>Na sua aceitação de Deus não descartam a Sua interferência no Evolucionismo, como sendo parte da sua programação desde o início.</p>
<p>Ao conceber e realizar os primeiros pródromos da vida, igualmente organizou o processo evolucionista, a fim de que, procedentes da mesma matriz, as expressões variadas crescessem, logrando o objetivo por Ele estabelecido, todas derivadas do mesmo germe.</p>
<p>Trata-se de uma conceituação perfeitamente lógica e real, porquanto, somente Ele tem o poder de propiciar o hábito vital, retirando do nada as primeiras vibrações que constituíram as complexas organizações moleculares, de onde se originaram os microorganismos, bases estruturais de todas as formas conhecidas.</p>
<p>Essa paternidade original propicia a fraternidade que deve existir entre todas as espécies e formas de vida, ensejando a solidariedade necessária para a sobrevivência geral sob os impositivos dos fatores mesológicos, filogenéticos, as mutações, as adaptações e o desenvolvimento das potencialidades que lhes jazem adormecidas&#8230;</p>
<p>A própria Divindade, dotando o ser humano de inteligência, faculta-lhe penetrar nas Leis que governam a vida, para melhor harmonizar-se com as mesmas, respeitando-as e ampliando os horizontes do seu entendimento.</p>
<p>Graças, a essa compreensão, percebe a necessidade de superar os impulsos agressivos e destrutivos que lhe remanescem do largo processo da evolução, sublimando as aspirações que se orientarão no sentido da plenitude.</p>
<p>A crença em Deus é, portanto, uma bússola de segurança para a autoconquista, saindo, a pouco e pouco, dos instintos grosseiros para alcançar os sentimentos de elevação, que trabalham em favor da paz e do progresso.</p>
<p>Houvesse podido compreender o mecanismo evolucionista, se já o houvesse em seu tempo, Santo Agostinho teria interpretado melhor os conteúdos da narrativa bíblica da Criação, encontrando respostas sábias para as suas interrogações, tendo em vista a dificuldade que enfrentava para entendê-la, conforme narrada no Gênesis I e II&#8230;</p>
<p>Cada vez em que o ser humano decifra as incógnitas existentes na Terra e no Universo, mais descobre perfeitamente desenhado o autógrafo de Deus na sua obra gloriosa, de maneira que não ficam dúvidas a esse respeito.</p>
<p>Assim sendo, a crença em Deus não significa necessariamente uma vinculação com qualquer religião convencional ou encontrar-se submetido aos dogmas e liturgias tradicionais, mas aceitá-lO na mente e no coração, de forma que a filiação natural seja coroada de fé e gratidão no Seu inefável amor.</p>
<p>Jesus O designava como Pai, ensinando-nos a todos a respeitá-lo, amá-lo e seguirmos na Sua direção.</p>
<p>João evangelista, propunha-Lhe a denominação Amor, por melhor significar-Lhe a realidade.</p>
<p>&#8230; E os Espíritos da Codificação espírita com muita sabedoria sintetizaram a sua definição, informando que Deus é A inteligência suprema e a Causa primeira de todas as coisas.</p>
<p>Joanna de Ângelis (Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, no dia 1º de Junho de 2007, na residência de Josef Jackulak, em Viena, Áustria).</p>
<p>Fonte: Jornal O POVO &#8211; Espiritualidade &#8211; Notícia &#8211; 22/09/2007</p>
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		<title>Robert Rappé</title>
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		<pubDate>Sun, 18 May 2008 20:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia uma entrevista de Robert Happé à Revista O Ponto de Junho de 2006. Robert Happé: Consciência que Liberta Ele nasceu em Amsterdã, Holanda, debaixo de um bombardeio. O pai havia sido preso por soldados alemães e a família de mulher e três crianças foge para uma cidade menor e mais segura. O irmão e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-89 alignright" style="float: right;" title="robert_rappe" src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads//2008/05/robert_rappe.jpg" alt="" width="170" height="163" />Leia uma entrevista de <a href="http://www.evoluindo.org/?p=88" >Robert Happé</a> à Revista O Ponto de Junho de 2006.  Robert Happé: Consciência que Liberta <span id="more-85"></span> Ele nasceu em Amsterdã, Holanda, debaixo de um bombardeio. O pai havia sido preso por soldados alemães e a família de mulher e três crianças foge para uma cidade menor e mais segura. O irmão e a irmã mais velhos brincam na rua, enquanto a mãe tenta dar de comer para o mais novo. Aviões sobrevoam o lugarejo. Nova explosão e a rua inteira está em ruínas. Da casa só resta a cozinha. Da família só ficam a mãe e o garoto. A mulher desaparece e uma família pega o menino para criar. Pouco mais de um ano após o fim da guerra, um homem aparece e diz: “Eu sou seu pai.” O menino se agarra ao destino. O pai encontra a mãe em um hospital psiquiátrico e a família volta para Amsterdã para recomeçar a vida e continuar o drama. Uma nova criança nasce, dando força â família do pós guerra. Mas a mulher adoece de câncer e tempos depois morre. O garoto continua vendo a mãe, que aparece para dizer que “tudo está” bem. Com seus 16 anos, ele coloca uma mochila nas costas e parte para a grande aventura de descobrir o mundo e seus mistérios. “Por que a vida é assim?” Por que todo mundo mata todo mundo?” Por que tanto sofrimento?” Ele estuda psicologia, mas não encontra respostas ali. É tempo de servir o Exército, mas o jovem não quer aprender a matar pessoas. Fica preso por desobediência, lava latrinas e trabalha na cozinha, até que o Exército se livra do soldado fracassado. Sem dinheiro e com muito pouco a perder, o rapaz viaja pela Europa de carona. Na Suíça, trabalha na cozinha de um restaurante. Depois, de garçom em bares da Espanha. Conhece o submundo dos clubes de jogos na Inglaterra, onde trabalha nas mesas de pôquer. As antigas perguntas permanecem na cabeça e ele segue para o Líbano atrás das respostas. Depois passa cinco anos estudando Filosofia Oriental na Índia. Não foi suficiente e ele continua viajando pelo país. Depois vai para o Nepal, Tibet e, finalmente, Camboja, onde, aos 31 anos, termina a busca e começa a missão de dividir com o mundo seus conhecimentos sobre o significado da vida.  Hoje, aos 65 anos, o filósofo Robert Happé é um desses seres humanos raros, que abraçam e beijam todo mundo. Nesses mais de 30 anos de peregrinação, tem encantado platéias por onde passa, não apenas por suas idéias, mas pela maneira simples com que fala delas. Autor do livro Consciência é a Resposta (lançado em 1997 pela editora Talento), atualmente divide seu tempo entre a convivência com a família &#8211; ele é pai de um garoto de 14 anos -, a produção de um segundo livro e os seminários na Europa, Estados Unidos, Argentina e Brasil, país que ele define como “a última esperança”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Você nasce na guerra, perde seus irmãos e mais tarde sua mãe. Certamente essas experiências marcaram sua infância e juventude. Foi nestas circunstâncias que você desperta para a busca do conhecimento sobre o significado da vida?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Eu sempre senti que não era desse planeta, que todos eram muito diferentes de mim e que precisava buscar a verdade sobre a vida e sobre mim mesmo. Minha mãe aparecia para mim e eu me perguntava: “Sou louco? Onde está minha mãe? O que ela faz lá? Por que fala comigo?”. Queria entender por que todo mundo mata todo mundo, por que há tanto sofrimento e por que a vida é assim. Então, eu já caminhava para a busca de respostas, mas a consciência disso veio bem depois.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Na busca por essas respostas, você percorre vários países e se aprofunda na cultura oriental, mantendo contato com Vedanta, Budismo, Taoísmo&#8230; Como foi essa experiência e que lições você tirou disso?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Na Índia eu descobri que a vida continua depois da morte. Mas nestas viagens eu também descobri que todas as religiões falam as mesmas coisas, mas de formas diferentes e umas contra as outras. Percebi que as pessoas não estudam para encontrar a verdade, mas para adorar suas religiões. Quando você adora sua religião, você não questiona e acaba virando as costas para a verdade. E eu sempre questiono.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Então você queria mais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Sentia que não era só aquilo e que precisava de mais experiência de vida, por isso continuei viajando, vivendo no Nepal, Tibet e no Camboja, e estudando com os gurus. Mas também não fiquei satisfeito.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Mas foi no Camboja que você viveu sua maior experiência mística.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>No Camboja, as pessoas são muito amáveis, mas, como no Nepal e no Tibet, há muita ignorância. Eles não vivem a consciência do coração, vivem através dos dogmas. Por exemplo, os monges cambojanos têm tudo nos templos para plantar e comer, mas saem para as ruas para pedir comida, esmolas. Eu pensava que aquilo estava errado, que eles deveriam fazer o contrário, levar comida e ensinamentos do templo para as pessoas que estavam do lado de fora. Então eu deixei a comunidade com um sentimento de que era o fim da rua para mim. Estava muito triste, parei e fiquei meditando. Então decidi ir para a floresta. Na floresta, passei a me alimentar do que a natureza me oferecia. Com o tempo, comecei a perceber coisas, luzes que iam ganhando formas. Eu vi os espíritos da Natureza. Esses seres vinham me visitar e uma vez eles pediram para que eu os seguisse. Não sei quanto tempo, mas depois de goras, dias, eu chego num lugar no meio da floresta e eles afastam a vegetação e então eu vejo uma grande rocha e e nela a figura do Buda esculpida. Eu fiquei perplexo. Eles não falavam comigo, mas faziam gestos para que eu tocasse na imagem. No momento exato em que coloco as mãos na pedra, foi como se abrisse uma tela na minha mente. Eu vi uma grande cidade e no centro dela um templo. Dentro do templo havia três budas e um deles tinha o meu rosto.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Foi neste momento que você encontra as respostas que estava procurando?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Neste momento eu me conecto com a Akasha, que é a grande biblioteca do universo, onde estão arquivados todos os conhecimentos sobre a humanidade. A partir daí eu comecei a aprender o que estamos fazendo aqui neste planeta. Eu passei a fazer perguntas para a Akasha sobre meu passado, a nossa história, quem nós somos e por que estamos aqui.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Você já sabe quem você é?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Não tudo. Todos nós somos muito mais do que sabemos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO </strong>- Quanto tempo você ficou na floresta e como voltou para a civilização?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Eu vivi na floresta por três anos e passava meus dias acessando a Akasha e estudando. Aquele passou a ser o meu mundo e eu não queria sair de lá. Mas soldados norte-americanos me encontraram, me colocaram num helicóptero e me largaram em Bangkok (Tailândia). Era a guerra do Vietnã. Eles estavam tirando as pessoas dos vilarejos porque não queriam que ninguém soubesse o que estava acontecendo. Aldeões falaram que havia um estrangeiro na floresta e os soldados foram atrás de mim.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; De volta à civilização, você começa a divulgar seus conhecimentos?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Eu estudei Taoísmo, ensinei filosofia na Inglaterra por quatro anos e, finalmente, passei a viajar pela Europa, fazendo seminários para dividir meus conhecimentos com outras pessoas.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; A humanidade segue sua trajetória evolutiva e agora, na Era de Aquário, você diz que as pessoas estão começando a valorizar o conhecimento da razão pela qual estamos no mundo. Você pode apontar sinais ou fatos que demonstram que a “Era da busca da compreensão do significado da vida” começou?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>As energias de Peixes e Aquário são diferentes. Antes, na Era de Peixes, havia segredo. Agora, tudo está aberto. Todos que têm algum conhecimento querem falar. Uma coisa que é prova dessa mudança é que muita gente começa a ver como é desonesto e corrupto nosso sistema. Quando as pessoas começam a ver que são como ratos em caixas, elas começam a sair das caixas. Com essa liberdade, as pessoas começam a buscar uma forma diferente de viver.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; A história da humanidade é marcada pela busca do poder. O poder do homem sobre a natureza, do homem sobre o homem, de uma ideologia sobre a outra, de uma nação sobre as demais. Essa busca pelo poder tem contribuído para a manutenção de uma mundo cheio de medos, conflitos e incertezas, fazendo com que as pessoas passem suas vidas correndo atrás de pequenos poderes que lhes permitam não sentir medo, nem viver conflitos e incertezas. Essa corrida, no entanto, não premiou as pessoas com o que elas esperavam, a felicidade. Gostaria que você comentasse sobre isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>É preciso entender que todos nós somos programados para pensar de uma determinada forma. O governo parece nosso amigo, os professores parecem nossos amigos, mas eles não falam o que é bom para nós, eles não ensinam sobre nossos valores, nossas qualidades, eles não lembram que somos seres criadores. Eles ensinam a copiar. Por esse motivo, poucas crianças gostam da escola, porque elas sentem que alguma coisa está errada. Os jovens não são convidados a questionar e a melhorar as coisas, apenas a repetir. Nesse modelo somos tratados como números, fazemos provas a todo o tempo e quando a criança faz vem a prova ela é um bom robô. Crianças criativas escrevem as coisas que elas pensam e, por isso, são maus robôs. Com essa manipulação, tira-se a identidade da pessoa. Então, nós precisamos informar as pessoas que não somos robôs, somos seres criadores. Todos nós valorizamos os conhecimentos acadêmicos, mas nós precisamos lembrar quem nós somos. Esse é o conhecimento que devemos levar daqui.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Por que há tanta fome no mundo, tantos conflitos entre nações, etnias e dogmas religiosos?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Porque nós não aprendemos a amar os outros. Nós aprendemos a cuidar da nossa família e a pensar que o resto do mundo não é importante. Você ama a sua cultura e a outra cultura não presta. A pessoa não vê que o ser humano é uma só família.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Qual a relação entre poder, dinheiro e felicidade?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Poder, aqui no nosso planeta, é visto no dinheiro. Quanto mais dinheiro, mais poder. Isso é ilusão. Porque um dia, quando todo o sistema entrar em colapso, as pessoas que têm apenas dinheiro vão ficar sem nada, de uma hora para outra. O verdadeiro poder é o amor. O seu poder é o seu amor. Amor é espírito e espírito é sabedoria. Nosso espírito nos guia através da nossa intuição para fazermos a coisa certa. Não é importante o que você sabe aqui (na cabeça), mas o que você sabe aqui no coração. O importante é que você tenha um canal aberto com a sua intuição, para que a intuição o leve às coisas certas. Quando você usa a intuição, você tem confiança em si mesmo. Ops, pouca gente tem! Quando você tem confiança no seu poder, no seu coração e na sua ligação com o espírito, você tem a resposta para tudo e automaticamente conecta e expressa a sua verdade. Essa conexão com o coração, com o espírito, faz com que toda a prosperidade venha ao seu encontro, porque você está sendo criador da sua vida. Se você é o criador, você não vive na pobreza.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; O que você recomendaria para quem está interessado em buscar esse saber?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>As pessoas precisam entender um pouquinho das leis do universo. Por exemplo, a lei do carma. O que você atrai para sua vida é conseqüência da sua criação. Quando você encontra uma pessoa que é má para você, não brigue mais. Pense: “O que eu preciso mudar na minha consciência para não atrair mais essa experiência?”. Quando a gente pensa desse jeito, a gente começa a mudar para uma consciência mais tolerante e amorosa.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; No nosso dia-a-dia vivemos situações que revelam nossa maneira “ultrapassada” de ser e lidar com a realidade e que são oportunidades de mudança, portanto, merecedoras de nossa atenção. Qual o papel da intensificação dos nossos problemas e dos conflitos no mundo no despertar da nossa consciência e no encontro com o nosso poder interior?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>A intensificação está acontecendo porque não fizemos nada no passado para melhorar. Quando você olha o mundo e todo esse caos, isso é o reflexo do nosso desinteresse no passado da nossa vida, é o espelho da falta do amor. Esse espelho fica mais forte para estimular as pessoas a mudar. É um empurrão para a humanidade. Tudo que está acontecendo para você é o seu passado. O que é bom no passado é bom agora, o que é ruim no passado é ruim agora. Você deve mudar, e essas experiências são uma nova chance para isso. Todo encontro é um encontro com você. Quando você encontra alguma coisa que você não gosta, esse é o momento de se perguntar por que você não gosta. O que você vê de dificuldade em outras pessoas é o espelho das suas inabilidades, da falta do conhecimento de si mesmo. Quando você entende isso, você responde de um forma diferente. Isso requer atenção e treino. Precisamos estimular as pessoas a reconhecer o que é verdadeiro e o que não é. Precisamos viver com mais responsabilidade e honestidade, para com o próximo e para com nós mesmo. Precisamos descobrir que somos divinos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; É possível que, ao lerem seu livro ou ao ouvirem você nos seus seminários, as pessoas se sintam animadas diante da possibilidade de descobrir uma forma mais feliz de viver. Mas é possível, também, que se sintam angustiadas diante da dificuldade de colocar em prática essa nova forma de viver.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>O único obstáculo que impede que as pessoas consigam isso é o medo. Quando você é criança, você escuta a mesma coisa. Você tem que fazer o que os outros dizem, mas você quer fazer outra coisa, então é punido. Então, adquire todos os medos, medo da morte, da solidão, do futuro e não sabe mais como criar, ficando totalmente controlado por dogmas e pensamentos que não são verdadeiros. Quando você tem medo, você nunca expressa o seu verdadeiro ser, você expressa o seu medo. Você deve se perguntar quais são seus medos. Depois, um por um, você deve ir eliminando.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Você fala que estamos num mundo tridimensional no qual nossa missão é recordar quem realmente somos e expressar nossa sabedoria, através da compreensão e aceitação das polaridades, do conhecimento sobre nós mesmos, e da conquista da liberdade diante das possibilidades. Para que outros mundos nos levará esse conhecimento?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT </strong>- <em>Nós estamos no mundo que nós merecemos. Nossa consciência nos leva para níveis onde nos sentimos confortáveis. Pessoas amorosas, com habilidade para reconhecer as outras pessoas como parte da sua família, são diferentes de pessoas que olham as outras pessoas para usar e ganhar mais dinheiro. Nosso mundo vai se dividir em dois, ficando uma parte na terceira dimensão e outra, espiritual, vai para níveis mais elevados de amor e luz.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; “Os eventos do mundo externo são reflexo do mundo interno.” Como podemos mudar o mundo à nossa volta?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>A única coisa que você pode mudar é a si mesmo. Quando você tem outra atitude, outro jeito, você é um exemplo para as outras pessoas. Então, você muda o mundo através da sua atitude.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Fala-se que o Brasil é o “celeiro do mundo” e que também é a “Pátria do Evangelho”. Como o senhor vê o Brasil?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>O Brasil é a última esperança. Aqui, a maioria das pessoas tem muita conexão com os sentimentos. As pessoas são muito mais conectadas com o lado espiritual. Além disso, temos muito cristal no Brasil, que atrai luz. No futuro, muita gente vem para cá, porque teremos abundância em comida e abundância em amor.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO </strong>- O que não pode deixar de ser dito para um grande empresário?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Sirva às pessoas. Nós precisamos fazer negócios para servir às pessoas e ajudá-las a viver bem.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Para um operário que volta para casa depois de um dia de trabalho?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Acredite em si mesmo. A pobreza está dentro da consciência. Quando ele encontrar a riqueza interior, ele deixará de ser pobre. É preciso aprender que todo trabalho é um servir. Quando todos entenderem isso, não teremos mais problemas.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Para um governante?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Se ele é um governante é porque tem habilidades para liderar, portanto ele deve liderar as pessoas para chegarem à paz, com elas mesmas e com os outros. Deve usar de criatividade e trabalhar não para ganhar, mas porque adora trabalhar.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; E para os jovens?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Os jovens precisam entender que são criadores e que chegam aqui para criar um mundo melhor. Se eles fazem a mesma coisa que fizeram no passado, eles não vão melhorar nada. Devem observar com novos olhos e perguntar: “Eu quero fazer isso?” Devem fazer suas escolhas e sentir mais confiança em si mesmos, expressando o que eles pensam para melhorar.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O PONTO</strong> &#8211; Como devemos olhar as crianças?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ROBERT</strong> &#8211; <em>Todas são seres de luz muito avançados e que vieram aqui para nos ensinar.</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Redação O Ponto</strong></p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <a href="http://www.roberthappe.net/"  target="_blank">Centro de Educação Espiritual</a></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;">Quem é <a href="http://www.evoluindo.org/?p=88" >Robert Rappé</a>?</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.evoluindo.org/?p=82" title="Vídeo Entrevista com Robert Rappé" >Veja uma Vídeo Entrevista com Robert Rappé.</a></p>
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		<title>A verdadeira mudança</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 03:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[consciência]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Happé]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com Robert Happé. São quatro vídeos com uma variação de 8 a 10 minutos cada, mas vale muito a pena vê-los, encontrem um tempo, um momento em que estejam tranqüilos e abram suas mentes para essas palavras, pois em suma é o que o mundo todo está dizendo nesse período de tempo, essas são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista com <a target="_blank" href="http://www.roberthappe.net/" >Robert Happé</a>. São quatro vídeos com uma variação de 8 a 10 minutos cada, mas vale muito a pena vê-los, encontrem um tempo, um momento em que estejam tranqüilos e abram suas mentes para essas palavras, pois em suma é o que o mundo todo está dizendo nesse período de tempo, essas são as mudanças que tantos falam, inclusive eu, sobre as mudanças no planeta, sobre uma nova era&#8230;</p>
<p><span id="more-82"></span><br />
Espero que gostem.<br />
Beijocas no coração.<br />
Simone</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Parte I</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZMRlBAHS1XI&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/ZMRlBAHS1XI&amp;hl=en" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Parte II</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/5lEEsZg1m98&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/5lEEsZg1m98&amp;hl=en" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Parte III</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dgPSUb_pnIo&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/dgPSUb_pnIo&amp;hl=en" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Parte IV</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Z8SWTpLkLig&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://www.youtube.com/v/Z8SWTpLkLig&amp;hl=en" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.evoluindo.org/?p=82" >Leia também uma entrevista de Robert Rappé à Revista O Ponto.</a></p>
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