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	<title>Evoluindo &#187; Personalidades</title>
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	<description>Suas escolhas determinam seu destino.</description>
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		<title>Osho</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 01:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[biografia]]></category>
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		<description><![CDATA[OSHO
NUNCA NASCEU
NUNCA MORREU
APENAS VISITOU ESTE PLANETA TERRA ENTRE
1931-1990]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>OSHO<br />
NUNCA NASCEU<br />
NUNCA MORREU<br />
APENAS VISITOU ESTE PLANETA TERRA ENTRE<br />
1931-1990</strong><br />
<span id="more-915"></span></p>
<p><a href="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2009/08/osho2.jpg" ><img class="alignright size-thumbnail wp-image-917" title="Osho" src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2009/08/osho2-150x150.jpg" alt="Osho" width="150" height="150" /></a>Osho nasceu em Kuchwada, Madhya Pradesh. na Índia, em 11 de dezembro de 1931.  Desde a primeira infância, foi um espírito rebelde e independente, que insistia em descobrir a verdade por si mesmo em vez de obter conhecimentos e crenças dados por outros.<br />
Depois da sua iluminação quando tinha 21 anos, Osho completou seus estudos acadêmicos e passou vários anos lecionando filosofia na Universidade de Jabalpur Nesse ínterim, viajou pela Índia dando palestras, desafiando os líderes das religiões ortodoxas em debate público, questionando as crenças tradicionais e entrando cm contato com pessoas de todos os meios sociais. Lia muito, lia tudo o que ampliasse sua compreensão dos sistemas de crença e da psicologia do homem moderno.<br />
<a href="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2009/08/osho1.jpg" ><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-916" title="Osho Jovem" src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2009/08/osho1-150x150.jpg" alt="Osho Jovem" width="150" height="150" /></a>No final dos anos 60, Osho havia começado a desenvolver suas Técnicas de Meditação Dinâmica, únicas no mundo. O homem moderno, diz ele, esta tão sobrecarregado de tradições desatualizadas do passado e de ansiedades na vida moderna, que precisa passar por um processo de limpeza profunda antes de poder esperar descobrir o estado relaxado, vazio de pensamentos, da meditação.<br />
Durante esse trabalho, Osho falou sobre praticamente quase todos os aspectos do desenvolvimento da consciência humana. Ele destilou a essência do que é significativo para a busca espiritual do homem moderno, baseado não num entendimento Intelectual, mas num conhecimento comprovado através da sua própria experiência existencial.<br />
Ele não pertence a nenhuma tradição &#8211; &#8220;Estou dando início a uma consciência religiosa totalmente nova&#8221;, diz ele. &#8220;Por favor, não me liguem ao passado, pois não vale a pena lembrar-se dele.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2009/08/osho4.jpg" ><img class="alignright size-thumbnail wp-image-918" title="Osho" src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2009/08/osho4-150x150.jpg" alt="osho4" width="150" height="150" /></a>Suas palestras para os discípulos e buscadores de todas as religiões do mundo foram publicadas em mais de seiscentos volumes e traduzidas para mais de trinta línguas. E ele diz: &#8220;Minha mensagem não é uma doutrina, nem uma filosofia. Minha mensagem é uma certa alquimia, uma ciência de transformação, de modo a que só os que estão dispostos a morrer e a nascer outra vez, passando para uma vida nova que agora não são capazes de imaginar&#8230; só essas poucas pessoas corajosas estarão prontas para ouvir, porque ouvir pode ser arriscado.<br />
&#8220;Ouvindo, vocês deram o primeiro passo rumo ao renascimento. Portanto, não se trata de uma filosofia da qual você possa fazer um sobretudo e sair fazendo bazófias. Não se trata de uma doutrina na qual possam encontrar consolo para questões embaraçosas. Não, minha mensagem não é uma comunicação verbal. É algo muito mais arriscado. Nada mais do que morte e renascimento.&#8221;<br />
Osho morreu no dia 19 de janeiro de 1990. Sua enorme comunidade na Índia continua a ser o maior centro espiritual do mundo, atraindo milhares de visitantes de todo o mundo, que vêm para participar de sua meditação, terapia, trabalho corporal e programas criativos, ou apenas para estar num campo budista.</p>
<p style="text-align: right;">Retirado do Livro &#8220;Vá com Calma&#8221; de Osho</p>
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		<title>Siddharta Gautama</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 06:32:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Personalidades]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[civilização]]></category>
		<category><![CDATA[humanidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A história da Índia começa por volta de 3.000 a.C., com o surgimento das civilizações de Harrapa e Mohenjo Daro, no vale do rio Indus. Cerca de mil anos depois, os povos arianos do Cáucaso passaram a dominar o vale dos Indus e seus habitantes, os drávidas. Na mesma época, começaram a se estabelecer os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_738" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2009/06/sidd.jpg" ><img src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2009/06/sidd-150x150.jpg" alt="Siddharta Gautama" title="Siddharta Gautama" width="150" height="150" class="size-thumbnail wp-image-738" /></a><p class="wp-caption-text">Siddharta Gautama</p></div>A história da Índia começa por volta de 3.000 a.C., com o surgimento das civilizações de Harrapa e Mohenjo Daro, no vale do rio Indus. Cerca de mil anos depois, os povos arianos do Cáucaso passaram a dominar o vale dos Indus e seus habitantes, os drávidas. Na mesma época, começaram a se estabelecer os princípios da Religião Hindú; foram escritos os hinos sagrados (Rig Veda, Yajur Veda, Sama Veda) e os tratados filosóficos (Upanishads) do hinduísmo.</p>
<p>Por volta de 1.000 a.C., os povos arianos passaram a ocupar o vale do rio Ganges e sociedade foi dividida em castas. Cada casta (em sânscrito, varna) era uma espécie de classe social:</p>
<p>brahmanas (brâmanes): sacerdotes, filósofos, religiosos hindus;</p>
<p>kshatriyas (guerreiros): nobres, guerreiros, autoridades;</p>
<p>vaishyas (provedores): mercadores, artesãos, agricultores;</p>
<p>shudras (servos): trabalhadores braçais.</p>
<p>Abaixo desse sistema estavam os intocáveis (sânsc. pahria), considerados tão inferiores que não eram dignos de uma casta. Totalmente discriminados, eles viviam cercados pela fome, miséria, doenças e sofrimento.</p>
<p>Essa ordem social era tida como sancionada pelo próprio Brahman (Absoluto) e era totalmente impossível a um indivíduo passar de um grupo para outro. Os brâmanes compunham a classe mais privilegiada e só por intermédio deles era possível obter-se uma vida feliz. Além da crença nos deuses, eles ensinavam a doutrina das vidas sucessivas a que todos os seres estavam sujeitos, sem exceção. Segundo essa crença, todo ser possuiria uma alma, ou Atman, que se reencarnaria sucessivamente nas mais diversas formas, segundo a natureza dos atos praticados nas vidas anteriores — o karma. Essa cadeia de reencarnações — samsara — era conhecida como um mal a que o indivíduo devia escapar, recorrendo à fé nos deuses e nos brâmanes, seus representantes, e à prática de exercícios ascéticos e de ioga.</p>
<p>Por volta do século VI a.C., a Índia entra num período de progresso e desenvolvimento material. As cidades já existentes começaram a se juntar em reinos cada vez maiores, caminhando a passos largos para a unificação. O progresso do comércio e da indústria, bem como o fortalecimento do estado monárquico, criaram uma atmosfera livre e aberta às mais amplas discussões, surgindo uma série de pensadores que criticaram amplamente a ortodoxia bramânica. Entre esses pensadores, o que maior influência exerceu foi precisamente Siddharta Gautama, também conhecido como Buddha, palavra que quer dizer Sábio, Iluminado ou Desperto, &#8220;Aquele que Sabe&#8221;</p>
<p>O sistema de castas também vigorava em Shakya, um reino que se localizava entre a Índia e o Nepal, ao sul das montanhas do Himalaya. Por volta dos séculos VI-V a.C., Shakya era governado pelo rajá Shuddhodhana Gautama e sua esposa, Maya-devi Gautami, membros da casta guerreira. Embora quisessem ter filhos, eles não conseguiram tê-los e já tinham perdido as esperanças de conseguir um herdeiro.<br />
Certa vez, Maya sonhou com um belo elefante branco. Sete sábios interpretaram o sonho como o prenúncio do nascimento de um filho prodigioso: ele seria um imperador universal (sânsc. chakravartin) se vivesse no palácio de seu pai, ou um asceta (sânsc. bhikshu) se renunciasse ao trono. Shuddhodhana começou a se preocupar; ele queria um grande imperador para sucedê-lo e não um asceta. Naquela época não era estranho que jovens, atormentados pela perversão que os cercava, cessassem as suas atividades, se despedissem da família e dos amigos e abandonassem a vida mundana. Iam viver nos bosques, possuindo apenas uma tigela de madeira com a qual, de tempos em tempos, mendigavam um pouco de comida. Pensavam que o auto-sacrifício e a severa disciplina corporal lhes proporcionaria um momento de sublime percepção, durante o qual, subitamente, lhes seria revelado o segredo do Universo.</p>
<p>1No fim de uma gestação de 10 meses, Maya seguiu a tradição indiana e viajou para a casa de seus pais, a fim de ter o seu filho lá. Os pais dela moravam em Kapilavastu, capital de Shakya. O filho de Maya nasceu perto daquela cidade, nos jardins de Lumbini, no 8º dia do 4º mês lunar de 563 a.C.</p>
<p>Segundo as histórias tradicionais, o menino deu sete passos na direção de cada ponto cardeal e floresdesabrocharam nos locais pisados. Algumas tradições dizem que ele apontou para o céu com a mão direita e para a terra com a mão esquerda, dizendo:&#8221;Entre o céu e a terra, sou o venerável!&#8221; Segundo outras tradições, ele teria dito: &#8220;Sou o líder do mundo, sou o guia do mundo. Este é o meu último nascimento.&#8221; Naquele momento caiu uma chuva de néctar doce e seres celestiais apareceram para proclamando o nascimento do menino.<br />
Por causa desses acontecimentos, o recém-nascido recebeu o nome de Sarvarthasiddha Gautama (aquele da família Gautama que realiza todas as suas metas), logo simplificado para Siddharta Gautama (páli Siddhatta Gotama, aquele da família Gautama que realiza suas metas). Um eremita chamado Asita foi vê-lo e descobriu vários sinais no pé do menino, confirmando as previsões.</p>
<p>Maya faleceu uma semana após o parto e Siddharta passou a ser cuidado por sua tia, Prajapati Gautami. Após vencer um torneio de artes marciais, aos 16 anos, Siddharta casou-se com Yashodhara, filha do rajá Dandapani. Posteriormente, casou-se também com Gopa e Mrigaja, mas foi com Yashodhara que ele teve seu filho, Rahula. Para fazer com que seu filho se entretesse, o rei Shoddhodhana deu três palácios a Siddharta: um para o verão, um para o inverno e outro para a época das monções.</p>
<p>Mesmo assim, com a idade de 29, Siddharta convenceu o seu pai de que já era o momento de conhecer o mundo;</p>
<p>Siddharta nunca tinha saído dos palácios. Shuddhodhana tentou evitar, mas seu filho acabou encontrando um velho, um doente, um morto e um asceta.</p>
<p>Revoltado com todo aquele sofrimento, Siddharta discutiu com seu pai e abandonou o palácio.</p>
<p>O luar de um branco azulado iluminava o quarto. Siddharta andou na ponta dos pés silenciosamente até a cama onde sua esposa, Yashodhara, dormia tranqüilamente com seu filho Rahula, coberto com um cachenê. Rahula sorriu como se estivesse em sonhos felizes.</p>
<p>&#8220;Como ele é amável e bonito!&#8221; Siddharta estendeu os braços para abraçar o filho, mas logo recuou para afastar tais pensamentos.</p>
<p>Apesar do coração completo de afeição pela esposa e pelo filho, ele não hesitou em deixar a casa para buscar o caminho da prática espiritual.</p>
<p>O cocheiro do estábulo, Chandaka, ajudou Siddharta a fugir para a floresta, mas não gostou da idéia. Ficou preocupado e, apesar das insistências, não conseguiu convencer o príncipe a retornar ao palácio. Siddharta queria descobrir uma maneira de eliminar os sofrimentos. Como sua vida luxuosa não poderia livrá-lo da doença, velhice e morte, Siddharta trocou a vida palaciana pela vida ascética.<br />
&#8220;Enquanto as pessoas não são afetadas pela doença, velhice ou morte, elas não pensam sobre essas coisas. Eu preciso agora encontrar o caminho para acabar com a fonte desse sofrimento. Todos aqueles que nascem nesse mundo devem experimentar o pesar da separação. Estou deixando minha casa para descobrir o caminho pelo qual o ser humano pode escapar desse sofrimento.&#8221;</p>
<p>Como símbolo de sua renúncia, Siddharta cortou seu longos cabelos com uma espada. Algum tempo depois, ele encontrou Alara Kalama e Udraka Ramaputra, que lhe ensinaram avançadas técnicas de meditação. Porém, eles não conseguiram responder à pergunta do ex-príncipe: como extinguir o sofrimento?<br />
O ex-príncipe passou a praticar ascetismo na floresta de Uruvela, no reino de Magadha. O próprio Bimbisara, rei de Magadha, foi visitar o jovem Siddharta.</p>
<p>&#8220;Ó ilustre monge, eu gostaria que alguém como você governasse este país. Se você aceitar, oferecerei criados, cavalos, carruagens, tudo o que você desejar&#8221;, disse o rei.</p>
<p>&#8220;É muita bondade sua, majestade, mas eu já abandonei todos os desejos e pretendo continuar no caminho das práticas ascéticas&#8221;, respondeu Siddharta.</p>
<p>O rei, com lágrimas nos olhos, segurou as mãos de Siddharta respeitosamente e disse: &#8220;Estou feliz por tê-lo encontrado. Rezarei para que alcance o caminho em breve&#8221;. Em seguida, retirou-se.</p>
<p>Seis meses haviam passado desde que Siddharta deixara sua casa. Durante esse tempo, ele residira na floresta e se submetera a todas as formas de austeridade, acreditando que quanto mais castigasse sua carne, mais puro se tornaria o seu espírito. Reduzira gradativamente a alimentação até parar completamente de comer. Tentara reter a respiração. Passara sofrimentos contínuos, cada um pior que o anterior.</p>
<p>Por seis anos, Siddharta foi acompanhado por outros cinco ascetas, ex-discípulos de Udraka Ramaputra. Quando percebeu que o ascetismo não traria os resultados que procurava, Siddharta abandonou este estilo de vida. Subitamente, ele compreendeu que a vida palaciana e a vida ascética são dois extremos; o ideal é seguir um caminho intermediário, o caminho do meio (sânsc.madhyama-pratipad), o caminho do despertar.</p>
<p>Fonte: http://www.viacapella.com.br/portal/siddharta.htm</p>
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		<title>Mahatma Gandhi</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 17:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(1869 – 1948) Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido como &#8220;Mahatma&#8221; (grande alma) Gandhi, liderou mais de 250 milhões de hindus. Mohandas Karamchand Gandhi nasceu no dia 2 de outubro de 1869 na Índia ocidental. Seu pai era um político local, e a mãe dele era uma Vaishnavite religiosa. À idade de 13, Mohandas foi casado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(1869 – 1948)</p>
<p>Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido como &#8220;Mahatma&#8221; (grande alma) Gandhi, liderou mais de 250 milhões de hindus.</p>
<p>Mohandas Karamchand Gandhi nasceu no dia 2 de outubro de 1869 na Índia ocidental. Seu pai era um político local, e a mãe dele era uma Vaishnavite religiosa. À idade de 13, Mohandas foi casado com uma menina da mesma idade dele e começou uma vida de sexo ativa. Depois de um pouco de educação indistinta foi decidido que ele deveria ir para a Inglaterra para estudar Direito. Ele ganhou a permissão da mãe, prometendo se conter de vinho, mulheres e carne, mas ele desafiou os regulamentos de sua casta que proibiam a viagem para a Inglaterra.</p>
<p>Cursou a faculdade de Direito em Londres. Procurando um restaurante vegetariano, havia descoberto na filosofia de Henry Salt um argumento para o Vegetarianismo e se tornou convencido. Ele organizou um clube vegetariano e as pessoas se encontravam com teósofos e interesses altruísticos. Sua primeira leitura do Bhagavad-Gita estava em Edwin Arnold, a tradução poética: &#8220;A Canção Celestial&#8221;. Esta escritura hindu e o Sermão da Montanha, se tornaram mais tarde as suas bíblias e guias de viagens espirituais. Ele memorizou o Gita em suas meditações diárias, logo após escovar os dentes e freqüentemente recitou seu sânscrito original em suas orações.</p>
<p>Quando Gandhi voltou à Índia em 1891 a mãe dele houvera falecido, e ele não obteve êxito a exercer na Índia sua profissão legal como advogado devido sua timidez. Assim ele aproveitou a oportunidade de ir para África do Sul durante um ano, representando uma firma hindu em Natal durante um processo judicial naquela terra .</p>
<p>África do Sul, imóvel notório para discriminação racial, deu para Gandhi os insultos que despertaram sua consciência social. Como advogado Gandhi fez o melhor para descobrir os fatos. Depois de resolver um caso difícil, ele passou deste modo a ser &#8220;visto&#8221; e comentado. Segundo ele: &#8221; eu tive um aprendizado que me levou a descobrir o lado melhor da natureza humana e entrar nos corações dos homens. Eu percebi que a verdadeira função de um advogado era unir rivais de festas a parte&#8221;.</p>
<p>Ele também teimou em receber a verdade dos clientes dele, e se ele descobrisse que eles tivessem mentido, ele derrubaria os casos de seus clientes. Acreditava que o dever do advogado era ajudar o tribunal a descobrir a verdade, não tentar provar o culpado inocente. Ao término do ano durante uma festa de adeus antes que ele fosse viajar para a Índia, Gandhi notou no jornal que uma lei estava sendo proposta e que privaria os hindus do voto.</p>
<p>Os amigos dele o insistiram: &#8220;fique e conduza a briga para os direitos de nossos compatriotas na África do Sul.&#8221; Gandhi fundou em Natal o Congresso hindu em 1894, e seus esforços eram uma vigorosa advertência para a imprensa.</p>
<p>Quando Gandhi retornou à África após buscar a esposa e filhos na Índia em janeiro de 1897,os sul-africanos tentaram interromper suas atividades de maneiras sórdidas, como subornando e ameaçando o agropecuário Dada Abdulla Sheth; mas Dada Abdulla era cliente de Gandhi, e finalmente depois de um período de quarentena, Gandhi recebeu permissão para aterrissar. A turba de espera reconheceu Gandhi, e alguns brancos começaram a espancá-lo até que a esposa do Superintendente Policial veio ao salvamento dele. A turba ameaçou lincha-lo, mas Gandhi escapou usando um disfarce.</p>
<p>Depois ele se recusou processar os que haviam lhe espancado, permanecendo firme ao principio de ego-restrição com respeito a uma pessoa infratora; além de que, tinha sido os líderes da comunidade e do governo Natal que haviam causado o problema. Não obstante Gandhi sentia o dever de apoiar o povo britânico durante a Guerra bôer, organizando e conduzindo um Corpo médico hindu para alimentar os feridos no campo de batalha. Quando trezentos hindus e oitocentos criados foram contratados, os brancos foram surpreendidos.</p>
<p>Gandhi acabou permanecendo vinte anos na África do Sul defendendo a minoria hindu, liderando a luta de seu povo pelos seus direitos . Ele experimentou o celibato durante trinta anos de sua vida, e em 1906 levou o juramento de Brahmacharya para o resto da vida dele.</p>
<p>O primeiro uso de desobediência civil em massa ocorreu em setembro de 1906. O Governo de Transvaal quis registrar a população hindu inteira. Os hindus formaram uma massa que se encontrou no Teatro Imperial de Joanesburgo; eles estavam furiosos com a ordem humilhante, e alguns ameaçaram exercer uma resposta violenta a ordem injusta.</p>
<p>Porém, eles decidiram em grupo a se recusarem a obedecer as providências de inscrição; havia unanimidade completa, apenas alguns se registraram. Ainda, Gandhi sugeriu aos indianos que levassem um penhor em nome de Deus; embora eles fossem hindus e muçulmanos, todos acreditavam em um e no mesmo Deus. Gandhi decidiu chamar esta técnica de recusar submeter a injustiça de Satyagraha que quer dizer literalmente: &#8220;força da verdade&#8221; . Uma semana depois de desobediência, as mulheres Asiáticas foram dispensadas do registro. Quando o governo de Transvaal finalmente pôs em pratica o Ato de Inscrição Asiático em 1907, Gandhi e vários outros hindus foram presos.</p>
<p>A pena dele foi de só dois meses sem trabalho duro, dedicando-se durante esse período à leitura. Durante a vida , Gandhi passaria um total de mais de seis anos como prisioneiro. Enquanto lendo em prisão Gandhi descobriu a &#8220;Desobediência Civil&#8221; de Thoreau e os trabalhos de Tolstoy. Logo ele começou a perceber cada vez mais as possibilidades infinitas do &#8220;amor universal&#8221;.</p>
<p>O movimento de protesto para a conquista dos direitos indianos na África do Sul continuou crescendo; em um certo ponto foram presos 2.500 indianos dos 13,000 existentes na província, enquanto 6,000 tinham fugido de Transvaal.</p>
<p>Sendo civil aos oponentes durante a desobediência, Gandhi desenvolveu o uso de ahimsa que significa &#8220;sem dor &#8221; e normalmente é traduzido &#8220;não violência &#8220;. Gandhi seguiu o Ódio de preceito &#8221; o pecado e não o pecador . Desde que nós vivemos espiritualmente, ferir ou atacar outra pessoa são atacar a si mesmo. Embora nós possamos atacar um sistema injusto, nós sempre temos que amar as pessoas envolvidas. Assim &#8216; ahimsa&#8217; é a base da procura para verdade&#8221;.</p>
<p>Gandhi também foi atraído a vida agrícola simples. Ele começou duas comunidades rurais em Satyagrahis-Phoenix Farm e Tolstoy Farm. Escreveu e editou o diário &#8220;Opinião indiana&#8221;, para elucidar os princípios e a prática de Satyagraha. Três assuntos foram apontados: a indagação para direitos dos hindus na África do Sul; sobre a proibição de imigrantes Asiáticos; e por fim, sobre o invalidamento de todos casamentos não Cristãos.</p>
<p>Em novembro de 1913 Gandhi conduziu uma marcha com mais de duas mil pessoas. Gandhi foi preso e solto por pagar fiança. Logo após o prenderam novamente e o libertaram, e novamente foi preso depois de quatro dias de liberdade. Foi então condenado ao trabalho forçado durante três meses, mas as greves continuaram, envolvendo aproximadamente 50.000 operários e milhares de índianos foram escravizados na prisão. Alguns missionários Cristãos doaram todo seu dinheiro para o movimento. Foram libertados Gandhi e outros líderes, e foi anunciada outra marcha. Porém, Gandhi recusou tirar proveito através de uma greve em uma estrada de ferro dos &#8220;brancos&#8221; (já que certa vez Mohandas Gandhi havia sido expulso de um compartimento de primeira classe de um trem, ao se recusar a &#8220;ceder&#8221; o seu lugar à um branco e se mover para a terceira classe), sendo que Gandhi cancelou a marcha, apesar de estar &#8220;quebrando&#8221; o penhor de Sujeira (1908). &#8220;Perdão é o ornamento do valente&#8221;, Gandhi explicou.</p>
<p>Finalmente através de negociação os assuntos estavam resolvidos. Todos os matrimônios independente da religião eram válidos; os impostos em atrasos foram cancelados e inclusive os operários contratados; e foi concedida mais liberdade aos indianos.</p>
<p>Gandhi constatou o poder do método de Satyagraha e profetizou como poderia transformar a civilização moderna. &#8220;É uma força que, se ficasse universal, revolucionaria ideais sociais e anularia despotismos e o militarismo.&#8221;</p>
<p>Enquanto isso a Índia ainda estava sofrendo debaixo de regra colonial britânica. Gandhi sugere que a Índia pode ganhar sua independência por meios não violentos e por via da ego-confianca. Ele rejeita a força bruta e sua opressão e declara que a força da alma ou amor e que se mantém a unidade das pessoas em paz e harmonia.</p>
<p>De volta a Índia em 1915, Gandhi passou a exercer o papel de conscientizador da sociedade hindu e muçulmana na luta pacífica pela independência indiana, baseada no uso da não violência. O uso da não violência baseava-se no uso da desobediência civil.</p>
<p>Gandhi estava pronto para morar nas ruas sujas intocáveis se necessário, mas um benfeitor anônimo doou bastante dinheiro que duraria um ano. Passa a ajudar os necessitados e as crianças carentes.</p>
<p>Em 1917 Gandhi ajudou as pessoas que trabalhavam em tecelagens, diante exploração injusta dos proprietários sobre esses trabalhadores. Ele foi detido, mas logo perceberam que o Mahatma era o único que poderia controlar as multidões.</p>
<p>Reformas foram ganhas novamente por meio da desobediência civil. Os trabalhadores têxteis de Ahmedabad também eram economicamente oprimidos. Gandhi sugeriu uma greve, e como os trabalhadores temiam as conseqüências dela, ele faz um jejum para encorajar que eles continuem a greve. Gandhi explicou que ele não jejuou para coagir o oponente, mas fortalecer ou reformar esses que o amaram. Ele não acreditou que jejuando resultaria em salários mais altos.</p>
<p>O primeiro desafio de Gandhi contra o governo britânico na Índia estava em resposta contra os poderes arbitrários do Rowlatt Act em 1919. A Índia tinha cooperado com a Inglaterra durante a guerra, no entanto estavam sendo reduzidas as liberdades civis.</p>
<p>Guiado por um sonho ou experiência interna Gandhi decidiu pedir um dia de greve geral. Porém, a filosofia de Mahatma não foi bem entendida pelas massas, e violências estouraram em vários lugares. O Mahatma se arrependeu declarando que tinha feito &#8220;um erro de cálculo&#8221;, e ele cancelou a campanha.</p>
<p>Gandhi fundou e publicou dois semanários sem anúncios &#8211; a Índia Jovem em inglês e o Navajivan em Gujarati. Em 1920 Gandhi iniciou uma campanha de âmbito nacional de não cooperação com o governo britânico que para o camponês significou o não pagamento de impostos e nenhuma compra de bebida alcóolica, desde que o governo ganhou toda a renda de sua venda.</p>
<p>Gandhi realizou várias viagens ao longo de todo território índio, com a função de conseguir a conscientização em massa de todas as pessoas, mostrando a necessidade da prática da desobediência civil e do uso da não violência. Durante finais dos anos 20, Ghandi escreve uma auto-bibliografia retratando suas experiências vividas. Ele é bastante sincero nesse livro, chegando ao ponto de se humilhar pelos erros cometidos, mostrando o esforço de os superar. Nas falas ele mostra o programa de cinco pontos dos dedos da mão : &#8220;igualdade; nenhum uso de álcool ou droga; unidade hindu-mulçumano; amizade; e igualdade para as mulheres. Esses pontos (os cinco dedos representando o sistema) estavam conectados ao pulso, simbolizando a não violência.</p>
<p>Finalmente em 1928, ele anunciou uma campanha de Satyagraha em Bardoli contra o aumento de 22% em impostos britânicos. As pessoas se recusaram a pagar os impostos, sendo repreendidas pelo governo britânico. No entanto os indianos continuavam não violentos. Finalmente, após vários meses, os britânicos cancelaram os aumentos, libertaram os prisioneiros, e devolveram as terras e propriedades confiscadas; e os camponeses voltaram a pagar seus tributos.</p>
<p>Ainda nesse ano, o congresso indiano quis a autonomia da Índia e considerou guerra aos ingleses para conseguir esse fim. Gandhi recusou a apoiar uma atitude como esta, porém declarou que se a Índia não se tornasse um Estado independente ao final de 1929, então ele exigiria sua independência.</p>
<p>Por conseguinte em 1930, Mahatma Gandhi informou ao vice-rei, de que a desobediência civil em massa iniciaria no dia 11 de março. &#8220;Minha ambição é nada menos que converter as pessoas britânicas à não violência, e assim lhe faz ver o mal que fizeram para a Índia. Eu não busco danificar as pessoas.&#8221;. Gandhi decidiu desobedecer as Leis Salgadas que proibiram os índios de fazer seu próprio sal; este monopólio britânico golpeou especialmente ao pobre.</p>
<p>Começando com setenta e oito sócios, Gandhi iniciou uma marcha para o mar de 200 milhas, que levaria mais de vinte e quatro dias. Milhares tinham se juntado no começo, e vários milhares uniram-se durante a marcha. Primeiro Gandhi e, então outros juntaram um pouco de água salgada na beira-mar em panelas, deixando ao sol para secar. Em Bombaim o Congresso teve panelas no telhado; 60.000 pessoas juntaram-se ao movimento, e foram presas centenas delas. Em Karachi onde 50.000 assistiram o sal sendo feito, a multidão era tão espessa que impedia a policia de efetuar alguma apreensão. As prisões estavam lotadas com pelo menos 60,000 ofensores. Incrivelmente lá &#8220;não havia praticamente nenhuma violência por parte da população; as pessoas não queriam que Gandhi cancelasse o movimento. Gandhi foi preso antes de que pudesse invadir os Trabalhos Dharasana Sal, mas o amigo dele Sr. Sarojini Naidu conduziu 2.500 voluntários e os advertiu não resistir às interferências da polícia. De acordo com uma testemunha ocular, o repórter Miller de Webb, eles continuaram marchando até serem detidos abaixo do aco-shod lathis, por quatrocentos policiais, mas eles não tentaram lutar . Tagore declarou que a Europa tinha perdido a moral e o prestígio na Ásia. Logo, mais de 100.000 índios estavam na prisão, incluindo quase todos líderes.</p>
<p>Gandhi foi chamado à uma reunião com o Vice-rei Irwin em 1931, e eles firmaram um acordo em março. A Desobediência civil foi cancelada; foram libertados os prisioneiros; a fabricação de sal foi permitida na costa; e os líderes do Congresso assistiriam à próxima Conferência de Mesa Redonda em Londres. Gandhi viajou para Londres onde ele conheceu Charlie Chaplin, George Bernard Shaw, e Maria Montessori, entre outros. Em transmissão de rádio para os Estados Unidos, ele falou que a força não violenta é um modo mais consistente, humano e digno.Discutindo relações com os britânicos, ele disse que ele não quis somente a independência, mas também a interdependência voluntária baseada no amor.</p>
<p>Enquanto, preso em 1932, Gandhi entrou em um jejum em nome dos Harijans porque a eles tinha sido determinado um eleitorado separado. Poderia ser um jejum até morte, a menos que ele pudesse despertar a consciência hindu. O assunto estava resolvido, e até mesmo templos hindus intocáveis eram abertos pela primeira vez. No próximo ano, Gandhi fez um jejum de vinte e um dias para purificação, e os funcionários britânicos, amedrontados de que ele pudesse morrer, colocaram-no na prisão. Gandhi anunciou que não se ocuparia da desobediência civil até que sua oração fosse completada.</p>
<p>Mesmo com a Segunda Guerra Mundial se aproximando, Gandhi havia confirmado seus princípios pacifistas. Ele mostrou como a Abissínia (Etiópia) poderia ter usado a não violência contra Mussolini, e ele recomendou isto para os Tchecos e para os Chineses. &#8220;Se é valente, como é, para morrer a um homem que luta contra preconceitos, é ainda bravo para recusar briga e ainda recusar se render ao usurpador&#8221;</p>
<p>Já em 1938 ele exortou os judeus para defender os direitos deles e se necessário morrer como mártires. &#8220;Um manhunt degradante pode ser transformado em um posto tranqüilo e determinado, oferecendo aos homens e mulheres desarmados, a força dada a eles por Jehovah.&#8221; Mahatma recomenda o uso de Métodos não violentos aos britânicos para combater Hitler; já que não podia dar seu apoio a qualquer tipo de guerra ou matança.</p>
<p>O Congresso prometeu a Gandhi que ele ficaria fora da prisão, mas outros 23.223 indianos foram presos, inclusive Vinoba Bhave, Nehru, e Patel. Em 1942, Gandhi sugeriu modos para resistir não violentamente aos japoneses. Ele propôs uma atração às pessoas japonesas, a causa da &#8220;federação mundial da fraternidade sem a qual não poderia haver nenhuma esperança para a humanidade&#8221;.</p>
<p>Porém, Gandhi continuou exercendo uma revolução não violenta para a Índia, e em 1942 ele e outros lideres foram presos. Ele decidiu jejuar novamente, sendo que apenas ele sobreviveu. Quando a guerra terminou, ele afirmou da necessidade de &#8220;uma paz real baseada na liberdade e igualdade de todas as raças e nações&#8221;. Nos últimos anos de sua vida, se tornou mais do que um socialista. Ele havia dito, &#8220;Violência é criada por desigualdade, a não violência pela igualdade&#8221;. Ele foi a uma peregrinação para Noakhali para ajudar aos pobres.Independência para a Índia era agora iminente, mas Jinnah o Líder muçulmano estava exigindo a criação de um estado separado: o Paquistão. Gandhi prega para unidade e tolerância, até mesmo lendo às reuniões um Alcorão de orações. Os hindus o atacaram porque pensaram que ele era a favor dos muçulmanos, e os muçulmanos exigindo dele a criação do Paquistão. Gandhi foi para Calcutá para acalmar a discussão e a violência entre hindus e muçulmanos. Mais uma vez ele jejuou até que os lideres da comunidade assinaram um acordo para manter a paz. Antes de que eles assinassem, ele os advertiu de que se rebelassem ele jejuaria até a morte. Gandhi também, em janeiro de 1948 fez muito para acalmar os conflitos entre hindus e muçulmanos, permitindo a divisão da Índia em dois países.</p>
<p>Embora este ódio religioso entristeceu a Gandhi, a Índia tinha conquistado sua independência no dia 15 de agosto de 1947 que realizando a maior revolução não violenta da historia mundial.</p>
<p>Finalmente, Gandhi era assassinado por um hindu enfurecido em 30 de janeiro de 1948 numa reunião de oração; com seu último suspiro o Mahatma cantou o nome de Deus.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.gandhi.hpgvip.ig.com.br/biografia.html" >http://www.gandhi.hpgvip.ig.com.br/biografia.html</a></em></p>
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		<title>Cristiana Guerra e a arte da alegria</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 18:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Simões</dc:creator>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[experiências]]></category>
		<category><![CDATA[lição]]></category>

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		<description><![CDATA[Inspire-se nesse exemplo e escolha, diariamente, ser feliz Cristiana Guerra é única. Mas também é muitas. Blogueira, escritora, colunista, publicitária, mãe, amiga. E cada umas destas facetas encanta mais que a outra. Encanta por seu gosto apurado pela moda, revelado em cores e poses diárias no blog Hoje vou assim. Seduz pelas palavras arrebatadoras no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Inspire-se nesse exemplo e escolha, diariamente, ser feliz</strong></p>
<p><a target="_blank" href="http://www.personare.com.br/revista/materia/85/cristiana-guerra-e-a-arte-da-alegria" ><img class="size-full wp-image-338 alignleft" title="cristianaguerra" src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2009/03/cristianaguerra.jpg" alt="Cristiana Guerra, clicada por Daniel de Jesus" width="355" height="318" /></a>Cristiana Guerra é única. Mas também é muitas. Blogueira, escritora, colunista, publicitária, mãe, amiga. E cada umas destas facetas encanta mais que a outra. Encanta por seu gosto apurado pela moda, revelado em cores e poses diárias no blog Hoje vou assim. Seduz pelas palavras arrebatadoras no sensível blog Para Francisco. Assim como cativa por sua história de vida. A mineira de 38 anos experimentou precocemente e em intervalos de poucos anos a perda da mãe, do pai e do marido. A viuvez veio antes de seu filho chegar. Cristiana estava grávida de sete meses.</p>
<p>Da dor e do amor, nasceu Francisco. Como também nasceram os blogs que a projetaram nacionalmente. Mais recentemente, deu à luz ao belíssimo livro Para Francisco. E tudo isto junto fez nascer uma Cris renovada de amores, de esperança e de uma alegria contagiante que segue encantando a muitas pessoas. “Alegria é realmente uma bela palavra para definir a Cris. Não uma alegria estampada em uma bandeira que se ostenta a qualquer custo, mas uma alegria que se encontra na satisfação por viver. O velho e bom amor à vida, e isso ela sabe fazer”, conta Daniel de Jesus, parceiro de trabalho, amigo de anos e padrinho do Francisco.</p>
<p>Confira abaixo a entrevista com Cristiana e reflita como você também pode escolher a felicidade, dia após dia.</p>
<p><strong>Qual o sentimento-mor que te guia na vida?</strong><br />
Amor. Ao meu filho, a mim mesma, à própria vida, aos meus amigos e tantas pessoas especiais que me cercam.</p>
<p><strong>Embora o pano de fundo que cativa de primeira seus leitores seja triste, é a sua alegria, sua vontade de continuar vivendo feliz que realmente se sobressai. A que você retribui esta gana pela vida?</strong><br />
Acho que eu não tinha outra escolha. Ou ter gana ou ter uma vida ruim. Se for viver, que seja por inteiro. Mas, justiça seja feita: uma parte dessa alegria veio do Francisco. É impossível não se deixar contagiar pela alegria de um filho.</p>
<p><strong>Lendo os muitos comentários deixados no seus blogs, parece, às vezes, que as pessoas mitificam você: a guerreira delicada e forte que está sempre linda e sorridente. Mas sabemos, na prática, que é impossível ser feliz o tempo todo. Quando você está triste ou de mau-humor, por exemplo, o que faz para se sentir melhor?</strong><br />
Compras! (risos) Mentira. Tento escrever, falar, sou muito verborrágica. Resolvo tudo no verbo. Deveria haver outras saídas, mas ainda me safo por causa da expressão. Elaboro melhor as coisas falando. Depois passa. Ou faço alguma coisa de que gosto muito, tipo: me dou de presente um café num lugar que eu gosto; ouço uma música; chamo com um amigo para uma cerveja. Coisas simples que me fazem ver que a vida é linda e vale a pena.</p>
<p><strong>Sem a menor pretensão ou ambição, você, falando só para o Francisco, acabou falando com uma multidão. Como você vê e a que atribui este movimento de transformar a própria dor em algo que acabou também fazendo bem aos outros?</strong><br />
Acredito que o meu humor e a minha vontade de recomeçar fizeram com que eu encarasse tudo de uma forma mais saudável. E acho que as minhas perdas anteriores me fizeram aprender que a vida tem sua poesia, a gente é que tem que saber procurar.</p>
<p><strong>Usando uma antiga expressão, do limão você tem feito muita limonada. Você acredita mesmo que sempre é possível a superação dos momentos difíceis?</strong><br />
A minha história tem tragédia, mas também tem milagre. Não tem só o ingrediente ruim. Não me deram só o limão pra fazer a limonada, me deram o açúcar também. O que fiz foi usar um pouco de criatividade e o resultado foi uma limonada suíça ou uma caipirinha, bem à mineira.</p>
<p><strong>Qual sua idéia de felicidade diária?</strong><br />
Felicidade diária é feita de coisas simples, pequenos gestos. Viver o hoje mais que o amanhã, entender e valorizar o ontem pra poder viver melhor hoje. Felicidade diária é construir uma rotina positiva – rotina que é necessária, sim, mas não para fazer tudo sempre igual, e sim para saber que amanhã teremos uma nova chance de fazer melhor ou diferente. Acredito nisso.</p>
<p style="text-align: right;">por <a target="_blank" href="http://www.personare.com.br/quem-somos/colaborador/6/carolina-areas" >Carolina Arêas</a></p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.personare.com.br/revista/materia/85/cristiana-guerra-e-a-arte-da-alegria" >REVISTA PERSONARE</a></p>
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		<title>O grande Mestre Ascenso da Humanidade</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 00:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Personalidades]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mediunidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#160;</p>
CHICO XAVIER é KAI WAN.
O Grande Mestre Ascenso da Humildade.

Mensagem de <a href="http://www.shtareer.com.br/">SHTAREER</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abençoados sejam. Venho nesta comunicação informar vocês sobre as grandes mudanças energéticas que foram inseridas em vosso mundo. Com a passagem de KAI WAN, ou Francisco Candido Xavier, um novo momentum de luz foi acoplado nas esferas celestes da Terra. Antes da passagem dele, esse momentum de energia era grande, mas não tinha atingido a integralidade da unificação de todos os corpos. Como ele ainda tinha um foco material em vossa realidade,parte do processo de ascensão dele não estava completado, pois ele emitia constantes fluxos de energia cristica de sustentação para a humanidade do ponto material, fazendo o ancoramento de milhares de irmãos espirituais de diversos gruas evolutivos. Ele sustentava um enorme POrtal multidimensional dos Mestres de amor e ternura para a humanidade, além de estar conectado a importantes templos de luz dos mestres e do comando estelar.</p>
<p>Com a passagem dele ocorreu a unificação de todos os corpos e realidades paralelas, tornando-se mais um foco cristico entre a 8ª e 12ª dimensões. Assumindo o nome código de missão em determinadas esferas de KAI WAN. Por ter sustentado a humildade e ternura, ele subiu ao lado de Emannuel e de sananda para direcionar os rumos do salto quântico que a Terra esta sendo direcionada junto com todas as almas que estão dentro da programação e preparação para isso. O trabalho sustentado por Chico Xavier, é de alta validade para o despertar de muitos avatares adormecidos, que desenvolverão em futuro próximo, uma continuidade do seu trabalho, mantendo uma comunicação direta com as outras realidades, e dando suas contribuições para o salto conciencial do espiritismo no Brasil e no mundo.</p>
<p>O grau evolutivo ao qual Chico Xavier pertence é um dos mais altos que a Terra, teve conhecimento apos a passagem de grandes irmãos como Jesus Cristo e seu irmão São Francisco de Assis. Sei que muitas pessoas acreditam que essa tenha sido uma encarnação de Chico Xavier, assim como também a de João Evangelista. No entanto o mesmo ocorre com o grande mestre Dascalos, isso por que ambos pertencem ao mesmo grau monadico de KUTUMI. poderíamos dizer que Chico Xavier, é uma alma gêmea de KUTUMI, e portanto a ressonância é muito similar, por esse motivo esse tipo de percepção de muitos kardesistas, que enxergaram esse tipo de ressonância. na verdade também é uma verdade, pois se ambos são da mesma monada, são parcelas da mesma fonte, portanto desse ponto de vista, Chico Xavier, realmente é uma parcela interativa de São Francisco e de João Evangelista, em realidades paralelas, unidas ao mesmo foco de dascalos e de KUTUMI.</p>
<p>Dentro do nosso ponto de vista, as encarnações não existem de forma linear de tempo, como vocês as rotulam, mas sim em realidades paralelas de um diferente fluxo temporal, onde mais de duas almas gêmeas podem estar interagindo. Também existe outro foco importante, que se refere ao fato que as almas gêmeas, não necessariamente, tem que encarnar para se unirem em matrimonio como muitos falaram. na verdade são experiências complementares, que estão além da união matrimonial, e sim da união de alma e de consciência, o que explica por que esse tipo de união pode ocorrer em realidades matérias e espirituais em paralelo, como no caso dos grandes mestres, que encarnaram na Terra e deixaram uma importante lição de vida e exemplo de dedicação. Todos estavam acompanhados de seus complementos monádicos, sem a necessidades explicita de um companheiro físico matrimonial ou sexual.</p>
<p>Kai Wan ocupa um importante cargo administrativo e de sustentação dentro da Fraternidade Branca, o que na verdade ele ja sustentava antes, mas com a unificação de seus 32 corpos celestes de energia conciencial, ele passou a se integrar como um cristo unido a energia de sananda e também ao foco MAHATMA, que é uma energia complementar da sustentação Cristica. Outro importante foco junto a Kai Wan e das fileiras da ordem dourada e rosada, como METRATON e suas falanges, assim como Kuan In, além de importantes mestres do Conselho Cármico. Na verdade a presença de Sananda através de Chico se fez presente muitas vezes, por esse motivo o campo aúrico dele era tão amplo, com mais de 100 Km de diâmetro, por esse motivo as pessoas choravam de comoção e de amor ao estarem na presença dele, pois normalmente os anjos diretos de Jesus Cristo ou o próprio estavam ao lado de Chico, dando a sustentação necessária para a missão que ele solicitou para ele.</p>
<p>Como colaborador no projeto Terra, gostaria de pedir que vocês, direcionassem energias de ectoplasma para Kai Wan, para dar sustentação ao programa de salto conciencial da humanidade, ele continua na sua grandiosa missão, muito mais fortalecido e capacitado do quer antes, mas ainda necessita da colaboração de todos os seus irmãos, filhos e seguidores, para que o plano não seja abandonado, ele esta mais presente do que nunca ao lado e dentro do coração de cada um de vocês. Chegou o momento que cada um mostrara a sua lealdade para com cristo em dar sustentação as mudanças necessárias do planeta através das mudanças pessoas que vocês vinham fazendo ao estarem presente junto ao grande e humilde Mestre Chico Xavier. Cada um de vocês é importante para dar continuidade ao plano de despertar da consciência e da humildade dentro do crescimento espiritual, esse trabalho representa uma grande chaves para o despertar dos avatares que ainda estão inconscientes, e necessitam dessa energia para encontrar o momento certo de despertarem e desenvolverem a sua missão pessoal. A sustentação que ele fez por todos esses anos, representou um grande crescimento nos templos etéricos, clinicas e universidades etéricas, que tem ajudado a milhões de almas depois do processo do desencarne, e milhões dentro do processo de sono, quando as suas almas em seus veículos mais etéricos, passavam a estudar e ter aulas com ele e seus colaboradores, ajudando assim na espiritualização do Brasil e de muitos outros paises, reformulando o kardesismo e outras realidades do espiritismo. Muito do trabalho dele foi invisível aos olhos da maioria, mas não aos nossos, e podemos de forma uníssona, dizer que ele fez muito mais pela humanidade que muitos outros juntos no passado, além de ter sustentado a humildade e carisma de um verdadeiro Avatar Cristico, por esse motivo unifico meu foco com o dele para dar sustentação aos mudanças e determinações evolutivas que ele ainda sustentará junto a humanidade, para que assim todos em seus devidos momentos possam despertar e dar continuidade as suas propostas de alma e de experiências dentro da dualidade.</p>
<p>Cada um de vocês, poderia mentalizar a sua presença junto a de Chico Xavier, para dar continuidade aos trabalhos e gradualmente elevar com isso o padrão de energia, para realidades superiores e sintonizadas com os outros Mestres, o que com o tempo ajudara na integração com os Mestres da Fraternidade Branca, que muitas pessoas não conhecem, em especial os filhos do espiritismo, que recentemente estão tendo esse tipo de contato. Dessa forma a reformulação e o despertar de consciência, se manifestara em muitas pessoas, para dar continuidade ao despertar de consciência das pessoas que realmente buscam o amor, evolução e acima de tudo, a luz interna e a liberdade do coração frente a tantos dogmas e limitações do vosso processo evolutivo e vivencial na Terra.</p>
<p>fiquem com a luz dos nossos corações em sintonia com o vosso e juntos estaremos efetuando as mudanças do despertar em cada um de vocês.</p>
<p>NO AMOR E NA PAZ <a target="_blank" href="http://www.shtareer.com.br/" >SHTAREER</a>.</p>
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		<title>A vida de Francisco Cândido Xavier (Chico Xavier)</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 03:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Personalidades]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O maior e mais prolífico médium psicógrafo do mundo em todas as épocas nasceu em Pedro Leopoldo, modesta cidade de Minas Gerais, Brasil, em 2 de abril de 1910. Em 1959 mudou-se para Uberaba, no mesmo Estado. Completou apenas o curso primário. Seu pai foi João Cândido Xavier, desencarnado em 1960 e sua mãe Maria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O maior e mais prolífico médium psicógrafo do mundo em todas as épocas nasceu em Pedro Leopoldo, modesta cidade de Minas Gerais, Brasil, em 2 de abril de 1910. Em 1959 mudou-se para Uberaba, no mesmo Estado. Completou apenas o curso primário. Seu pai foi João Cândido Xavier, desencarnado em 1960 e sua mãe Maria João de Deus desencarnada em 1915.<br />
<span id="more-248"></span><img class="alignright" src="/images/basics/personalidades/chico_xavier1.jpg" alt="Chico Xavier" /><br />
Teve uma infância difícil,  foi caixeiro de armazém e modesto funcionário público, aposentou-se em 1958. Em 7 de maio de 1927 participou de sua primeira reunião espírita. Até 1931 recebeu muitas poesias e mensagens, várias das quais saíram a público, estampadas à revelia do médium em jornais e revistas, como de autoria de F. Xavier. Nesse mesmo ano, vê, pela primeira vez, o Espírito Emmanuel, seu inseparável mentor espiritual.</p>
<p><strong>O MENINO CHICO</strong></p>
<p>Desde os 4 anos de idade o menino Chico teve a sua vida assinalada por singulares manifestações. Seu pai chegou, inclusive, a crer que o seu verdadeiro filho havia sido trocado por outro&#8230; Aquele seu filho era estranho!&#8230; De formação católica, o garoto orava com extrema devoção, conforme lhe ensinara D. Maria João de Deus, a querida mãezinha, que o deixaria órfão aos 5 anos. Dentro de grandes conflitos e extremas dificuldades, o menino ia crescendo, sempre puro e sempre bom, incapaz de uma palavra obscena, de um gesto de desobediência. As &#8220;sombras&#8221; amigas, porém, não o deixavam&#8230; Conversava com a mãezinha desencarnada, ouvia vozes confortadoras. Na escola, sentia a presença delas, auxiliando-o nas tarefas habituais. O certo é que os seus primeiros anos o marcaram profundamente; ele nunca os esqueceu&#8230; A necessidade de trabalhar desde cedo para auxiliar nas despesas domésticas foi em sua vida, conforme ele mesmo o diz, uma bênção indefinível.</p>
<p>Sim, a doença também viera precocemente fazer-lhe companhia. Primeiro os pulmões, quando trabalhava na tecelagem; depois os olhos; agora é a angina.</p>
<p><strong>COMEÇO DO SEU MEDIUNATO :</strong></p>
<p>Francisco Cândido Xavier (Chico Xavier) iniciou, publicamente, seu mandato mediúnico em 8 de julho de 1927, em Pedro Leopoldo. Contando 17 anos de idade, recebeu as primeiras páginas mediúnicas. Em noite memorável, os Espíritos deram início a um dos trabalhos mais belos de toda a história da humanidade. Dezessete folhas de papel foram preenchidas, celeremente, versando sobre os deveres do espírita-cristão.</p>
<p>Depoimento de Chico Xavier: (&#8230;) &#8220;Era uma noite quase gelada e os companheiros que se acomodavam junto à mesa me seguiram os movimentos do braço, curiosos e comovidos. A sala não era grande, mas, no começo da primeira transmissão de um comunicado do mais Além, por meu intermédio, senti-me fora de meu próprio corpo físico, embora junto dele. No entanto, ao passo que o mensageiro escrevia as dezessete páginas que nos dedicou, minha visão habitual experimentou significativa alteração. As paredes que nos limitavam o espaço desapareceram. O telhado como que se desfez e, fixando o olhar no alto, podia ver estrelas que tremeluziam no escuro da noite. Entretanto, relanceando o olhar no ambiente, notei que toda uma assembléia de entidades amigas me fitavam com simpatia e bondade, em cuja expressão adivinhava, por telepatia espontânea, que me encorajavam em silêncio para o trabalho a ser realizado, sobretudo, animando-me para que nada receasse quanto ao caminho a percorrer.&#8221;</p>
<p><strong>EMMANUEL E DUAS ORIENTAÇÕES PARA O RESTO DA VIDA:</strong></p>
<p>Emmanuel, nos primórdios da mediunidade de Chico Xavier, deu-lhe duas orientações básicas para o trabalho que deveria desempenhar. Fora de qualquer uma delas, tudo seria malogrado. Eis a primeira.</p>
<p>- &#8220;Está você realmente disposto a trabalhar na mediunidade com Jesus?&#8221;</p>
<p>- Sim, se os bons espíritos não me abandonarem&#8230; -respondeu o médium.</p>
<p>- Não será você desamparado &#8211; disse-lhe Emmanuel &#8211; mas para isso é preciso que você trabalhe, estude e se esforce no bem.</p>
<p>- E o senhor acha que eu estou em condições de aceitar o compromisso? &#8211; tornou o Chico.</p>
<p>- Perfeitamente, desde que você procure respeitar os três pontos básicos para o Serviço&#8230; Porque o protetor se calasse o rapaz perguntou:</p>
<p>- Qual é o primeiro? A resposta veio firme:</p>
<p>- Disciplina.</p>
<p>- E o segundo?</p>
<p>- Disciplina.</p>
<p>- E o terceiro?</p>
<p>- Disciplina.</p>
<p>&#8221; A segunda mais importante orientação de Emmanuel para o médium é assim relembrada: &#8211; &#8220;Lembro-me de que num dos primeiros contatos comigo, ele me preveniu que pretendia trabalhar ao meu lado, por tempo longo, mas que eu deveria, acima de tudo, procurar os ensinamentos de Jesus e as lições de Allan Kardec e, disse mais, que, se um dia, ele, Emmanuel, algo me aconselhasse que não estivesse de acordo com as palavras de Jesus e de Kardec, que eu devia permanecer com Jesus e Kardec, procurando esquecê-lo.</p>
<p>Em 1932 publica a FEB seu primeiro livro, o famoso &#8220;Parnaso de Além-Túmulo&#8221;; hoje as obras que psicografou vão a mais de 400. Várias delas estão traduzidas e publicadas em castelhano, esperanto, francês, inglês, japonês, grego, etc.</p>
<p>De moral ilibada, realmente humilde e simples, Chico Xavier jamais auferiu vantagens, de qualquer espécie, da mediunidade. Sua vida privada e pública tem sido objeto de toda especulação possível, na informação falada, escrita e televisionada. Ápodos e críticas ferinas, têm-no colhido de miúdo, sabendo suportá-los com verdadeiro espírito cristão.</p>
<p>Viajou com o médium Waldo Vieira aos Estados Unidos e à Europa, onde visitaram a Inglaterra, a França, a Itália, a Espanha e Portugal, sempre a serviço da Doutrina Espírita.</p>
<p>Chico Xavier é hoje uma figura de projeção nacional e internacional, suas entrevistas despertam a atenção de milhares de pessoas, mesmo alheias ao Espiritismo; tem aparecido em programas de TV, respondendo a perguntas as mais diversas, orientando as respostas pelos postulados espíritas.</p>
<p>Já recebeu o título de Cidadão Honorário de várias cidades: Rio Preto, São Bernardo do Campo, Franca, Campinas, Santos, Catanduva, em São Paulo; Uberlândia, Araguari e Belo Horizonte, em Minas Gerais; Campos, no Estado do Rio de Janeiro, etc., etc.</p>
<p>Dos livros que psicografou já se venderam mais de 12 milhões de exemplares, só dos editados pela FEB, em número de 88. &#8220;Parnaso de Além-Túmulo&#8221;, a primeira obra publicada em 1932, provocou (e comprovou) a questão da identificação das produções mediúnicas, pelo pronunciamento espontâneo dos críticos, tais como Humberto de Campos, ainda vivo na época, Agripino Grieco, severo crítico literário, de renome nacional, Zeferino Brasil, poeta gaúcho, Edmundo Lys, cronista, Garcia Júnior, etc. Prefaciando &#8220;Parnaso de Além-Túmulo&#8221;, escreveu Manuel Quintão: &#8220;Romantismo, Condoreirismo, Parnasianismo, Simbolismo, aí se ostentam em louçanias de sons e de cores, para afirmar não mais subjetiva, mas objetivamente, a sobrevivência de seus intérpretes.</p>
<p>É ler Casimiro e reviver &#8216;Primaveras&#8217;; é recitar Castro Alves e sentir &#8216;Espumas Flutuantes&#8217;; é declamar Junqueiro e lembrar a &#8216;Morte de D. João&#8217;; é frasear Augusto dos Anjos e evocar &#8216;Eu&#8217;.&#8221; Romances históricos formam a série Romana, de Emmanuel, composta de: &#8220;Há 2000 Anos&#8230;&#8221;, &#8220;50 Anos Depois&#8221;, &#8220;Ave, Cristo!&#8221;, &#8220;Paulo e Estevão&#8221;, provocando a elaboração do &#8220;Vocabulário Histórico-Geográfico dos Romances de Emmanuel&#8221;, de Roberto Macedo, estudo elucidativo dos eventos históricos citados nas obras. &#8220;Há 2000 Anos&#8230;&#8221; é o relato da encarnação de Emmanuel à época de Jesus. De Humberto de Campos (Espírito), aparece, em 1938, o profético e discutido &#8220;Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho&#8221;, uma história de nossa pátria e dos fatos e ela ligados, em dimensão espiritual. A série André Luiz é reveladora, doutrinária e científica; com obras notáveis e a maioria completa, no tocante à vida depois da desencarnação, obras anteriores, de Swedenborg, A. Jackson Davis, Cahagnet, G. Vale Owen e outros.</p>
<p>Pertencem a essa série: &#8220;Nosso Lar&#8221;, &#8220;Os Mensageiros&#8221;, &#8220;Missionários da Luz&#8221;, &#8220;Obreiros da Vida Eterna&#8221;, &#8220;No Mundo Maior&#8221;, &#8220;Agenda Cristã&#8221;, &#8220;Libertação&#8221;, &#8220;Entre a Terra e o Céu&#8221;, &#8220;Nos Domínios da Mediunidade&#8221;, &#8220;Ação e Reação&#8221;, &#8220;Evolução em dois Mundos&#8221;, &#8220;Mecanismos da Mediunidade&#8221;, &#8220;Conduta Espírita&#8221;, &#8220;Sexo e Destino&#8221;, &#8220;Desobsessão&#8221;, &#8220;E a Vida Continua&#8230;&#8221;. De parceria com o médium Waldo Vieira, Chico Xavier psicografou 17 obras.</p>
<p>A extraordinária capacidade mediúnica de Chico Xavier está comprovada pela grande quantidade de autores espirituais, da mais elevada categoria, que por seu intermédio se manifestam. Vários de seus livros foram adaptados para encenação no palco e sob a forma de radionovelas e telenovelas. O dom mediúnico mais conhecido de Francisco Xavier é o psicográfico. Não é, todavia, o único. Tem ele, e as exercita constantemente, outras mediunidades, tais como: psicofonia, vidência, audiência, receitista, e outras.</p>
<p>Sua vida, verdadeiramente apostolar, dedicou-a, o médium, aos sofredores e necessitados, provindos de longínquos lugares, e também aos afazeres medianeiros, pelos quais não aceita, em absoluto, qualquer espécie de paga. Os direitos autorais ele os tem cedido graciosamente a várias Editoras e Casas Espíritas, desde o primeiro livro. Sua vida e sua obra têm sido objeto de numerosas entrevistas radiofônicas e televisadas, e de comentários em jornais e revistas, espíritas ou não, e em livros dos quais podemos citar: o opúsculo intitulado &#8220;Pinga-Fogo, Entrevistas&#8221;, obra publicada pelo Instituto de Difusão Espírita, de Araras; &#8220;Trinta Anos com Chico Xavier&#8221;, de Clóvis Tavares; &#8220;No Mundo de Chico Xavier&#8221;, de Elias Barbosa; &#8220;Lindos Casos de Chico Xavier&#8221;, de Ramiro Gama; &#8220;40 Anos no Mundo da Mediunidade&#8221;, de Roque Jacinto; &#8220;A Psicografia ante os Tribunais&#8221;, de Miguel Timponi; &#8220;Amor e Sabedoria de Emmanuel&#8221;, de Clóvis Tavares; &#8220;Presença de Chico Xavier&#8221;, de Elias Barbosa; &#8220;Chico Xavier Pede Licença&#8221;, de Irmão Saulo, pseudônimo de Herculano Pires; &#8220;Nosso Amigo Xavier&#8221;, de Luciano Napoleão; &#8220;Chico Xavier, o Santo dos Nossos Dias&#8221; e &#8220;O Prisioneiro de Cristo&#8221;, de R. A. Ranieri; &#8220;Chico Xavier &#8211; Mandato de Amor&#8221;, da U.E.M.; &#8220;As Vidas de Chico Xavier&#8221;, de Marcel Souto Maior, etc.</p>
<p><strong>O CASO HUMBERTO DE CAMPOS:</strong></p>
<p>Desencarnado em 1934 o festejado escritor brasileiro Humberto de Campos, o Espírito deste iniciou, em 1937, pela mediunidade de Chico Xavier, a transmissão de várias obras de crônicas e reportagens, todas editadas pela Federação Espírita Brasileira, entre as quais sobressai &#8220;Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho&#8221;. Eis senão quando, em 1944, a viúva de Humberto de Campos ingressa em juízo, movendo um processo, que se torna célebre, contra a Federação Espírita Brasileira e Francisco Cândido Xavier, no sentido de obter uma declaração, por sentença, de que essa obra mediúnica &#8220;é ou não do ‘Espírito&#8217; de Humberto de Campos&#8221;, e que em caso afirmativo, se apliquem as sanções previstas em Lei. O assunto causou muita polêmica e, durante um bom tempo, ocupou espaço nos principais periódicos do País. Para que tenhamos uma idéia do que representou o referido processo na divulgação dos postulados espíritas, resumimos aqui alguns dos principais depoimentos da época extraídos da obra do Dr. Miguel Timponi, o principal advogado que trabalhou na defesa do médium e da FEB. Antes, porém, sintamos a beleza das palavras a seguir, enfeixadas no livro A Psicografia ante os Tribunais: &#8220;Entretanto, lá do Nordeste, desse Nordeste de encantamentos e de mistérios, a voz cheia de ternura e de emoção, de uma velhinha santificada pela dor e pelo sofrimento, D. Ana de Campos Veras, extremosa mãe do querido e popular escritor, rompeu o silêncio para ofertar ao médium de Pedro Leopoldo a fotografia do seu próprio filho, com esta expressiva dedicatória: &#8216;Ao Prezado Sr. Francisco Xavier, dedicado intérprete espiritual do meu saudoso Humberto, ofereço com muito afeto esta fotografia, como prova de amizade e gratidão. Da crª. atª. Ana de Campos Veras Parnaíba, 21-5-38.&#8217; Conforme se vê da edição de &#8216;O Globo&#8217; de 19 de julho de 1944, essa exma. senhora confirma que o estilo é do seu filho e assegura ao redator de &#8216;O Povo&#8217; e &#8216;Press Parga&#8217;: &#8220;- Realmente &#8211; disse dona Ana Campos &#8211; li emocionada as Crônicas de Além-Túmulo, e verifiquei que o estilo é o mesmo de meu filho. Não tenho dúvidas em afirmar isso e não conheço nenhuma explicação científica para esclarecer esse mistério, principalmente se considerarmos que Francisco Xavier é um cidadão de conhecimentos medíocres. Onde a fraude? Na hipótese de o Tribunal reconhecer aquela obra como realmente da autoria de Humberto, é claro que, por justiça, os direitos autorais venham a pertencer à família. No caso, porém, de os juízes decidirem em contrário, acho que os intelectuais patriotas fariam ato de justiça aceitando Francisco Cândido Xavier na Academia Brasileira de Letras&#8230; Só um homem muito inteligente, muito culto, e de fino talento literário, poderia ter escrito essa produção, tão identificada com a de meu filho.&#8221; Na noite de 15 de julho de 1944, quando o processo atingia o clímax, o Espírito Humberto de Campos retorna pelo lápis do médium Chico Xavier, tecendo, no seu estilo inconfundível, uma belíssima e emocionante página sobre o triste problema levantado pela incompreensão humana, página que pode ser devidamente apreciada no livro &#8220;A Psicografia ante os Tribunais&#8221;. Daí por diante, ele passou a assinar-se, simplesmente, Irmão X, versão evangelizada do Conselheiro XX, como era conhecido nos meios literários quando encarnado. A Autora, D. Catarina Vergolino de Campos, foi julgada carecedora da ação proposta, por sentença de 23 de agosto de 1944, do Dr. João Frederico Mourão Russell, juiz de Direito em exercício na 8ª Vara Cível do antigo Distrito Federal. Tendo ela recorrido dessa sentença, o Tribunal de Apelação do antigo DF manteve-a por seus jurídicos fundamentos, tendo sido relator o saudoso ministro Álvaro Moutinho Ribeiro da Costa.</p>
<p><strong>O AMOR DE CHICO XAVIER POR JESUS:</strong></p>
<p>Depoimento de Chico Xavier: &#8220;(&#8230;) Deus nos permita a satisfação de continuar sempre trabalhando na Grande Causa d&#8217;Ele, Nosso Senhor e Mestre. Desde criança, a figura do Cristo me impressiona. Ao perder minha mãe, aos cinco janeiros de idade, conforme os próprios ensinamentos dela, acreditei n&#8217;Ele, na certeza de que Ele me sustentaria. Conduzido a uma casa estranha, na qual conheceria muitas dificuldades para continuar vivendo, lembrava-me d&#8217;Ele, na convicção de que Ele era um amigo poderoso e compassivo que me enviaria recursos de resistência e ao ver minha mãe desencarnada pela primeira vez, com o cérebro infantil sem qualquer conhecimento dos conflitos religiosos que dividem a Humanidade, pedi a ela me abençoasse segundo o nosso hábito em família e lembro-me perfeitamente de que perguntei a ela: &#8211; Mamãe, foi Jesus que mandou a senhora nos buscar? Ela sorriu e respondeu: &#8211; Foi sim, mas Jesus deseja que vocês, os meus filhos espalhados, ainda fiquem me esperando&#8230; Aceitei o que ela dizia, embora chorasse, porque a referência a Jesus me tranqüilizava. Quando meu pai se casou pela segunda vez e a minha segunda mãe mandou me buscar para junto dela, notando-lhe a bondade natural, indaguei: &#8211; Foi Jesus quem enviou a senhora para nos reunir? Ela me disse: &#8211; Chico, isso não sei&#8230; Mas minha fé era tamanha que respondi: &#8211; Foi Ele sim&#8230; Minha mãe, quando me aparece, sempre me fala que Ele mandaria alguém nos buscar para a nossa casa. E Jesus sempre esteve e está em minhas lembranças como um Protetor Poderoso e Bom, não desaparecido, não longe mas sempre perto, não indiferente aos nossos obstáculos humanos, e sim cada vez mais atuante e mais vivo.&#8221; Não se pode negar o sentimento de veneração que envolve a nobre figura de Ismael, guia espiritual do Brasil. A responsabilidade que detém, na condição de mentor da Federação Espírita Brasileira suscita, da parte da comunidade espírita nacional, um profundo respeito, aliado a um imenso carinho e uma suave ternura. Certa vez, indagaram a Chico Xavier: &#8211; Como se processam os encontros, nas esferas resplandecentes da Espiritualidade, de Emmanuel com Ismael? Qual a postura do admirável Espírito do ex-senador romano, diante da também luminosa entidade a quem confiou Jesus os destinos do Brasil? Resposta do médium, curta, serena e firme: &#8211; De joelhos!</p>
<p><strong>BREVES DEPOIMENTOS SOBRE O MÉDIUM CHICO XAVIER:</strong></p>
<p>A bibliografia mediúnica, que foi acrescida à literatura espírita, nestes últimos cinqüenta anos, nascida do lápis de Chico Xavier &#8211; e o espaço não nos permite, sequer, considerações ligeiras sobre suas páginas -, é vultosa, considerável. É qualitativamente admirável. Poderíamos, sem dificuldade, num exame sereno e com absoluta isenção, dividir a obra mediúnica, orientada por Emmanuel, igualmente em fases perfeitamente delineadas, dentro de duas grandes divisões: a primeira, provando a sobrevivência e a imortalidade do espírito &#8211; &#8216;Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho&#8217; &#8211; seguida de uma panorâmica da História universal &#8211; &#8216;A Caminho da Luz&#8217; e de alguns manuais do maior valor: &#8216;Emmanuel, Dissertações Mediúnicas&#8217;, &#8216;O Consolador&#8217;, &#8216;Roteiro&#8217;, etc. Enfim, muitos estudos interessantes e instrutivos virão, a seu tempo. E a obra de Francisco Cândido Xavier, criteriosamente traduzida, estará, tempestivamente, à disposição dos leitores do mundo inteiro, juntamente com a de Allan Kardec e da dos autores que cuidaram dos escritos subsidiários e complementares da Codificação. Mas, enquanto isso, e para que tudo ocorra com a tranqüilidade que se almeja na difusão conscienciosa e responsável da Doutrina dos Espíritos, seria de bom alvitre não perder de vista o fato de que Chico Xavier jamais teria obtido êxito, como instrumento do Alto, se não tivesse seguido a rígida disciplina que lhe foi sugerida por Emmanuel, testemunhando e permanecendo na exemplificação do amor ao próximo e do amor a Deus, vivendo o Evangelho.</p>
<p>Francisco Thiesen Presidente da Federação Espírita Brasileira&#8221; (Fonte: &#8220;Revista Internacional de Espiritismo&#8221;, número 6, Ano LII, julho de 1977.) &#8221;</p>
<p>&#8220;..Não me considero à altura para escrever algo sobre o Chico. Dele, dão testemunho (e que testemunho!) as belas obras que semeou e semeia por esse Brasil afora, com reflexos benéficos em diversas nações do mundo. E quando digo &#8216;obras&#8217;, refiro-me não só à palavra escrita e falada, como também aos seus exemplos de caridade, de perdão, de fé, de humildade, aos seus diálogos fraternos e frutíferos, enfim, à sua multiforme vivência evangélica junto a pobres e ricos, num trabalho diário de edificação e levantamento de espíritos.&#8221; &#8220;Conheço o Chico há bastante tempo. Nos seus livros mediúnicos encontrei forças, luz e paz, e através de suas cartas pude senti-lo e amá-lo bem no fundo do seu ser. Por várias vezes chorei com suas preocupações e sua dor, vivendo-lhe as graves responsabilidades e lamentando a incompreensão dos homens. Mas sempre orei pedindo ao Senhor que não lhe tirasse o pesado fardo dos ombros e, sim, que o ajudasse a carregá-lo. Graças a Deus, o nosso caro Chico tem vencido todas as dificuldades e todos os óbices do caminho, numa maratona hercúlea que realmente o dignifica aos olhos dos homens e aos olhos do Pai.&#8221;</p>
<p>(Trechos da carta do Sr. Zêus Wantuil, 3° secretário da Federação Espírita Brasileira, à presidente da União Espírita Mineira) (Fonte: &#8220;O Espírita Mineiro&#8221;, número 172, maio/julho de 1977.)</p>
<p><strong>A PALAVRA DE CHICO XAVIER AO COMPLETAR QUARENTA ANOS DE MEDIUNIDADE:</strong></p>
<p>&#8220;Estes quarenta anos de mediunidade passaram para o meu coração como se fossem um sonho bom. Foram quarenta anos de muita alegria, em cujos caminhos, feitos de minutos e de horas, de dias, só encontrei benefícios, felicidades, esperanças, otimismo, encorajamento da parte de todos aqueles que o Senhor me concedeu, dos familiares, irmãos, amigos e companheiros. Quarenta anos de felicidade que agradeço a Deus em vossos corações, porque sinto que Deus me concedeu nos vossos corações, que representam outros muitos corações que estão ausentes de nós. Agora, sinto que Deus me concedeu por vosso intermédio uma vida tocada de alegrias e bênçãos, como eu não poderia receber em nenhum outro setor de trabalho na Humanidade. Beijo-vos, assim, as mãos, os corações. Quanto ao livro, devo dizer que, certa feita, há muitos anos, procurando o contato com o Espírito de nosso benfeitor Emmanuel, ao pé de uma velha represa, na terra que me deu berço na presente encarnação, muitas vezes chegava ao sítio, pela manhã, antes do amanhecer. E quando o dia vinha de novo, fosse com sol, fosse com chuva, lá estava, não muito longe de mim, um pequeno charco. Esse charco, pouco a pouco se encheu de flores, pela misericórdia de Deus, naturalmente. E muitas almas boas, corações queridos, que passavam pelo mesmo caminho em que nós orávamos, colhiam essas flores, e as levavam consigo com transporte de alegria e encantamento. Enquanto que o charco era sempre o mesmo charco. Naturalmente, esperando também pela misericórdia de Deus, para se transformar em terra proveitosa e mais útil. Creio que nesses momentos, em que ouço as palavras desses corações maravilhosos, que usaram o verbo para comentar o aparecimento desses cem livros, agora cento e dois livros, lembro este quadro que nunca me saiu da memória, para declarar-vos que me sinto na condição do charco que, pela misericórdia de Deus, um dia recebeu essas flores que são os livros, e que pertencem muito mais a vós outros do que a mim. Rogo, assim, a todos os companheiros, que me ajudem através da oração, para que a luta natural da vida possa drenar a terra pantanosa que ainda sou, na intimidade do meu coração, para que eu possa um dia servir a Deus, de conformidade com os deveres que a Sua infinita misericórdia me traçou. E peço, então, permissão, em sinal de agradecimento, já que não tenho palavras para exprimir a minha gratidão. Peço-vos, a todos, licença para encerrar a minha palavra despretensiosa, com a oração que Nosso Senhor Jesus Cristo nos legou.</p>
<p><em>(Fonte: &#8220;O Espírita Mineiro&#8221;, número 137, abril/maio/junho de 1970.)</em></p>
<p><strong>NA TAREFA MEDIÚNICA:</strong></p>
<p><em>Pergunta</em> &#8211; Em seu primeiro encontro com Emmanuel, ele enfatizou muito a disciplina. Teria falado algo mais?</p>
<p><em>Resposta</em> &#8211; Depois de haver salientado a disciplina como elemento indispensável a uma boa tarefa mediúnica, ele me disse: &#8216;Temos algo a realizar.&#8217; Repliquei de minha parte qual seria esse algo e o benfeitor esclareceu: &#8216;Trinta livros pra começar!&#8217; Considerei, então: como avaliar esta informação se somos uma família sem maiores recursos, além do nosso próprio trabalho diário, e a publicação de um livro demanda tanto dinheiro!&#8230; Já que meu pai lidava com bilhetes de loteria, eu acrescentei: será que meu pai vai tirar a sorte grande? Emmanuel respondeu: &#8216;Nada, nada disso. A maior sorte grande é a do trabalho com a fé viva na Providência de Deus. Os livros chegarão através de caminhos inesperados!&#8217; Algum tempo depois, enviando as poesias de &#8216;Parnaso de Além- Túmulo&#8217; para um dos diretores da Federação Espírita Brasileira, tive a grata surpresa de ver o livro aceito e publicado, em 1932. A este livro seguiram-se outros e, em 1947, atingimos a marca dos 30 livros. Ficamos muito contentes e perguntei ao amigo espiritual se a tarefa estava terminada. Ele, então, considerou, sorrindo: &#8216;Agora, começaremos uma nova série de trinta volumes!&#8217; Em 1958, indaguei-lhe novamente se o trabalho finalizara. Os 60 livros estavam publicados e eu me encontrava quase de mudança para a cidade de Uberaba, onde cheguei a 5 de janeiro de 1959. O grande benfeitor explicou-me, com paciência: &#8216;Você perguntou, em Pedro Leopoldo, se a nossa tarefa estava completa e quero informar a você que os mentores da Vida Maior, perante os quais devo também estar disciplinado, me advertiram que nos cabe chegar ao limite de cem livros.&#8217; Fiquei muito admirado e as tarefas prosseguiram. Quando alcançamos o número de 100 volumes publicados, voltei a consultá-lo sobre o termo de nossos compromissos. Ele esclareceu, com bondade: &#8216;Você não deve pensar em agir e trabalhar com tanta pressa. Agora, estou na obrigação de dizer a você que os mentores da Vida Superior, que nos orientam, expediram certa instrução que determina seja a sua atual reencarnação desapropriada, em benefício da divulgação dos princípios espíritas-cristãos, permanecendo a sua existência, do ponto de vista físico, à disposição das entidades espirituais que possam colaborar na execução das mensagens e livros, enquanto o seu corpo se mostre apto para as nossas atividades.&#8217; Muito desapontado, perguntei: então devo trabalhar na recepção de mensagens e livros do mundo espiritual até o fim da minha vida atual? Emmanuel acentuou: &#8216;Sim, não temos outra alternativa!&#8217; Naturalmente, impressionado com o que ele dizia, voltei a interrogar: e se eu não quiser, já que a Doutrina Espírita ensina que somos portadores do livre arbítrio para decidir sobre os nossos próprios caminhos? Emmanuel, então, deu um sorriso de benevolência paternal e me cientificou: &#8216;A instrução a que me refiro é semelhante a um decreto de desapropriação, quando lançado por autoridade na Terra. Se você recusar o serviço a que me reporto, segundo creio, os orientadores dessa obra de nos dedicarmos ao Cristianismo Redivivo, de certo que eles terão autoridade bastante para retirar você de seu atual corpo físico!&#8217; Quando eu ouvi sua declaração, silenciei para pensar na gravidade do assunto, e continuo trabalhando, sem a menor expectativa de interromper ou dificultar o que passei a chamar de &#8216;Desígnios de Cima.&#8221;</p>
<p>(Fonte: &#8220;O Espírita Mineiro&#8221;, número 205, abril/junho de 1988.)</p>
<p><strong>CONSIDERAÇÕES FINAIS:</strong></p>
<p>Em 1997, Chico Xavier completou 70 anos de incessante atividade mediúnica, da maior significação espiritual, em prol da Humanidade, abrangendo seus mais diversos segmentos. Até a presente data, outubro de 1997, Francisco Cândido Xavier psicografou mais de 400 (quatrocentas) obras mediúnicas, de centenas de autores espirituais, abarcando os mais diversos e diferentes assuntos, entre poesias, romances, contos, crônicas, história geral e do Brasil, ciência, religião, filosofia, literatura infantil, etc.</p>
<p>Dias e noites têm sido por ele ofertados aos seus semelhantes, com sacrifício da própria saúde. Problemas orgânicos acompanharam-lhe a mocidade e a madureza. Hoje, nos abençoados 87 anos de sua vida corporal, as dificuldades físicas continuam trazendo-lhe problemas. Releva observar que as doenças oculares a as intervenções cirúrgicas jamais o impediram de cumprir, fiel e dignamente, sua missão de amparo aos necessitados. Sua postura é uma só, obedece a uma só diretriz: amor ao próximo, desinteresse ante os bens materiais, preocupação exclusiva e constante com a felicidade do próximo. Ricos e pobres, velhos e crianças, homens e mulheres de todos os níveis sociais têm encontrado, no homem e no médium Chico Xavier, tudo quanto necessitam para o reajuste interior, para o crescimento, em função do conhecimento e da bondade. Francisco Cândido Xavier é um presente do Alto ao século XX, enriquecendo-lhe os valores com a sua vida de exemplar cidadão, com milhares de mensagens psicografias que, em catadupas de paz e luz, amor e esclarecimento, vêm fertilizando o solo planetário, sob a luminar supervisão do Espírito Emmanuel.</p>
<p><strong>NOTA DA FEB</strong> &#8211; No presente trabalho, foram consultadas e utilizadas as seguintes obras:</p>
<p>A Psicografia ante os Tribunais. / Miguel Timponi. / FEB &#8211; 5ª ed.,</p>
<p>Brasil, Mais Além! / Duílio Lena Bérni. / FEB &#8211; 5ª ed., 1994.</p>
<p>Chico Xavier &#8211; Mandato de Amor. / União Espírita Mineira, 1992.</p>
<p>Chico Xavier &#8211; Mediunidade e Coração. / Carlos A. Bacelli.</p>
<p>Instituto Divulgação Ed. André Luiz, 1985</p>
<p>Espiritismo Básico. / Pedro Franco Barbosa. / FEB &#8211; 4ª ed., 1995</p>
<p><strong>A DESENCARNAÇÃO DE CHICO XAVIER</strong></p>
<p>A 30 de junho de 2002, por volta das 19h30, desencarnava em Uberaba o médium mineiro Francisco Cândido Xavier, em meio às vibrações de alegria do povo brasileiro pela conquista de mais um troféu mundial de futebol, como se o Plano Espiritual Superior quisera, propositadamente, diluir as repercussões que a partida do médium, por certo, viria causar em todos os segmentos da nossa sociedade. À medida que a notícia da desencarnação se espalhava pela cidade, centenas de pessoas se dirigiam para a casa do médium, de onde saiu o corpo, por volta das 23h, para ser velado no Grupo Espírita da Prece, ali permanecendo por cerca de 48 horas para receber as homenagens derradeiras do povo que ele tanto amou.</p>
<p>Durante todo o tempo em que ficou exposto em câmara ardente, filas quilométricas se faziam nas vizinhanças do Grupo Espírita da Prece, compostas por pessoas de todas as idades, sem distinção de raça e de condição social, professando os mais diferentes credos religiosos, numa espantosa demonstração de solidariedade e indisfarçadp reconhecimento pelo grande obreiro que partia para o Além. O Governador Itamar Franco decretou luto oficial de três dias no Estado de Minas Gerais e fez-se representar no velório pelo Secretário de Indústria e Comércio, Marcelo Prado.</p>
<p>Uma hora antes de o corpo do médium deixar o Grupo Espírita da Prece, o Presidente da Federação Espírita Brasileira, Nestor João Masotti, a convite, proferiu uma prece, depois de falar brevemente acerca da vida e da obra de Francisco Cândido Xavier, seguida posteriormente por outras manifestações de apreço do Prefeito Municipal de Uberaba, Marcos Montes, e de autoridades presentes, além dos líderes da comunidade espírita local e de outras cidades e Estados, amigos e companheiros do médium.</p>
<p>Às 17h do dia 2 de julho, conduzidos pela viatura do Corpo de Bombeiros, os restos mortais do médium deixaram o Grupo Espírita da Prece, acompanhados por uma multidão incalculável, que seguia a pé e em silêncio, em direção ao Cemitério de São João Batista, em Uberaba, sem falar no sem-número de criaturas que, espremidas, se dispunham de ambos os lados das ruas por onde passava o cortejo. Em várias ocasiões, pétalas de rosas em grande profusão derramavam-se sobre o cortejo, lançadas por um helicóptero da Polícia Militar de Minas Gerais.</p>
<p>Cálculos das autoridades militares dão conta de que mais de cem mil pessoas compareceram ao sepultamento. No cemitério foram prestadas as honras militares de estilo, inclusive uma salva de 21 tiros de fuzil, a cargo do 4º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais, cuja banda tocou as músicas Amigos para sempre e Nossa Senhora. Por volta das 19 horas, o corpo do médium baixou à tumba, após o que a multidão se dispersou, lenta e silenciosamente.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Fonte: Reformador julho/2002 &#8211; Edição especial</em></p>
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		<title>BLAVATSKY e A Doutrina Secreta</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 15:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Helena Petrovna Blavatsky foi uma das figuras mais notáveis do mundo no último quartel do século XIX. Ela abalou e desafiou de tal modo as correntes ortodoxas da Religião, da Ciência, da Filosofia e da Psicologia, que é impossível ficar ignorada. Foi uma verdadeira iconoclasta &#8211; ao rasgar e fazer em pedaços os véus que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads/2008/12/blavatsky.jpg" target="_blank"><br />
<img style="padding-right: 10px" title="blavatsky" src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads//2008/12/blavatsky-134x200.jpg" border="0" alt="blavatsky" hspace="0" align="left" /></a>Helena Petrovna Blavatsky foi uma das figuras mais notáveis do mundo no último quartel do século XIX. Ela abalou e desafiou de tal modo as correntes ortodoxas da Religião, da Ciência, da Filosofia e da Psicologia, que é impossível ficar ignorada. Foi uma verdadeira iconoclasta &#8211; ao rasgar e fazer em pedaços os véus que encobriam a Realidade. Mas, porque estivesse a maioria presa às exterioridades convencionais, tornou-se o alvo de ataques e injúrias, pela coragem e ousadia de trazer à luz do dia aquilo que era blasfêmia revelar. Lenta mas seguramente, os anos se encarregaram de fazer-lhe justiça. Apesar das invectivas, considerava-se feliz por trabalhar &#8220;a serviço da humanidade&#8217;, e deu provas de sabedoria ao deixar que as futuras gerações julgassem a sua magnífica obra (1).</p>
<p>Helena Petrovna Hahn nasceu prematuramente à meia-noite de 30 para 31 de julho (12 de agosto pelo calendário russo) de 1831, em Ekaterinoslav, na província do mesmo nome, ao sul da Rússia. Tão estranhos foram os incidentes ocorridos na hora do seu nascimento e por ocasião do seu batismo, que os serviçais da família lhe predisseram uma existência cheia de tribulações.</p>
<p>Helena foi uma criança voluntariosa, oriunda de uma linhagem tradicional de homens e mulheres influentes e poderosos. A história dos seus antepassados é a história mesma da Rússia. Séculos atrás, os nômades eslavos erravam através da Europa central e oriental. Tinham formas de governo próprias; mas, quando se estabeleceram em Novgorod, fracionaram-se em feudos, que se desavieram entre si, não sendo possível chegarem a uma conciliação.</p>
<p>Chamaram em seu auxílio Rurik (862 A.D. ), chefe de uma das tribos errantes de &#8220;Russ&#8221;, homens do Norte ou escandinavos, que andavam à cata de mercado e procurando estender o seu domínio. Rurik veio e organizou em Novgorod o primeiro governo civil, que se constituiu em um centro opulento de comércio com o Oriente e o Ocidente. Foi ele o primeiro soberano e reinou pelo espaço de quinze anos. Durante sua vida, o filho Igor e o sobrinho Oleg consolidaram-lhe o domínio no Oeste e no Sul. Kiev tornou-se um grande Principado, e aquele que o governava era virtualmente o soberano da Rússia. Ao longo dos séculos, os descendentes de Rurik ampliaram as suas conquistas e a sua autoridade sobre todo o país. Vladimir I (m. 1015) escolheu o Cristianismo como religião do seu povo, e o chamado &#8220;paganismo&#8221; desapareceu. Yaroslav o Sábio (m. 1034) elaborou Códigos e os &#8220;Direitos Russos&#8221;- O sexto filho de Vladimir II (1113-24) foi Yuri, o ambicioso ou &#8220;dolgorouki&#8221;. Este apelido persistiu como título de família. Yuri fundou Moscou, e sua dinastia deu origem aos poderosos Grão-Duques, cujos governos se caracterizaram por lutas violentas entre eles próprios. As hordas mongóis, em 1224, tiraram partido das divergências e sujeitaram os grupos turbulentos que se rivalizavam em sede de poder e posição. Mas Ivan III, um Dolgorouki, libertou-se em 1480 do jugo mongol; e Ivan IV exigiu ser coroado Czar, arrogando-se a autoridade suprema. Com a morte de seu filho terminou a longa e brilhante dinastia dos Dolgorouki. Mas a família ainda exercia influência nos dias dos Romanoff, até a morte da avó da Senhora Blavatsky, a talentosa e culta Princesa Elena Dolgorouki, que se casou com André Mikaelovitch Fadeef, o &#8220;mais velho&#8221; da linhagem Dolgorouki, da qual os Czares Romanoff eram considerados um dos ramos &#8220;mais novos&#8221;.</p>
<p>Vê-se, pois, que a família de Helena pertencia à classe superior, na Rússia, com tradição e dignidade a preservar, sendo conhecida em toda a Europa. Helena era uma rebelde, e desde a infância sempre manifestou desprezo pelas convenções, o que não a impedia de compreender que as suas ações não deviam molestar a família, nem ferir-lhe a honra. Seu pai, o Capitão Peter Hahn, descendia de velha estirpe dos Cruzados de Mecklemburg, os Rottenstern Hahn. Em virtude de, aos onze anos de idade, haver perdido a mãe, mulher inteligente e devotada à literatura, Helena passou a adolescência em companhia de seus avós, os Fadeef, em um antigo e vasto solar de Saratov, que abrigava muitos membros da família e grande número de criados e servidores, por ser o seu avô Fadeef governador da província de Saratov.</p>
<p>A natureza de Helena estava fortemente impregnada de uma inata capacidade psíquica, de tal modo que constituía sua característica predominante. Ela se dizia (e o demonstrava) dotada da faculdade de comunicar-se com os habitantes de outras esferas ou mundos invisíveis e sutis, e com os entes humanos que consideramos &#8220;mortos&#8221;. Essa potencialidade natural foi posteriormente disciplinada e desenvolvida. Sua educação recebeu a influência da posição social da família e dos fatores culturais então imperantes. Assim, ela era hábil poliglota e tinha excelentes conhecimentos musicais; de sua erudita avó herdou o senso científico e a experiência; e partilhava dos pendores literários que pareciam correr nas veias da família.</p>
<p>Em 1848, com a idade de 17 anos, Helena contraiu matrimônio com o General Nicephoro Von Blavatsky, governador da província de Erivan, que era um homem já entrado em anos- Existem muitas versões sobre a razão desse casamento; que não foi do seu agrado, ela o demonstrou desde o primeiro momento- Após três meses, abandonou o marido e fugiu para a casa da família, que a encaminhou ao pai. Receando ser obrigada a voltar para o General Blavatsky, tornou a fugir, no caminho; e durante vários anos correu o mundo em viagens cheias de aventuras. 0 pai conseguiu comunicar-se com ela e fez-lhe remessa de dinheiro. Ao que parece, manteve-se ela ausente da Rússia o tempo suficiente para poder legalizar a sua separação do marido.</p>
<p>Em 1851 Helena, agora Senhora Blavatsky ou H. P. B., teve o seu primeiro encontro físico com o Mestre, o Irmão Mais Velho ou Adepto, que fora sempre o seu protetor e a havia preservado de sérios perigos em suas irrequietas travessuras da infância. A partir desse momento, passou ela a ser a sua fiel discípula, obedecendo-lhe inteiramente à influência e diretiva. Sob a orientação do Mestre, aprendeu a controlar e dirigir as forças a que estava submetida em razão de sua natureza excepcional. Essa orientação conduziu-a através de várias e extraordinárias experiências nos domínios da &#8220;magia&#8221; e do ocultismo. Aprendeu a receber mensagens dos Mestres e a transmiti-Ias aos seus destinatários, e a enfrentar valentemente todos os riscos e incompreensões no seu caminho. Seguir o rastro de suas peregrinações durante o período desse aprendizado é vê-Ia em constante atividade pelo mundo inteiro. Parte do tempo ela o passou nas regiões do Himalaia, estudando em mosteiros onde se conservam os ensinamentos de alguns dos Mestres mais esclarecidos e espirituais do passado. Estudou a Vida e as Leis dos mundos ocultos, assim como as regras que devem ser cumpridas para o acesso a eles. Como testemunho desse estágio de sua educação esotérica, deixou-nos uma primorosa versão de axiomas espirituais em seu livro The Voice of Silence (A Voz do Silêncio).</p>
<p>Em 1873, H. P. Blavatsky viajou para os Estados Unidos da América, a fim de trabalhar na missão para a qual fora preparada. A alguém de menos coragem a tarefa havia de parecer impossível- Mas ela, uma russa desconhecida, irrompeu no movimento espiritualista, que então empolgava tão profundamente a América e, em menor escala, muitos outros países. Os espíritos científicos ansiavam por descobrir o significado dos estranhos fenômenos, e se defrontavam com dificuldades para abrir caminho em meio às numerosas fraudes e mistificações. De duas maneiras tentou H. P. B- explicá-los: 1.° pela demonstração prática de seus próprios poderes; 2.° afirmando que havia uma ciência antiqüíssima das mais profundas leis da vida, estudada e preservada por aqueles que podiam usá-la com segurança e no sentido do bem, seres que em suas mais altas categorias recebiam a denominação de &#8220;Mestres&#8221;, embora outros títulos também lhes fossem conferidos, como os de Adeptos, Chohans, Irmãos Mais Velhos, Hierarquia Oculta, etc.</p>
<p>Para ilustrar suas afirmações, H.P.B. escreveu Isis Unveiled (Ísis sem Véu), em 1877, e The Secret Doctrine (A Doutrina Secreta), em 1888, obras ambas &#8220;ditadas&#8221; a ela pelos Mestres. Em Ísis sem Véu lançou o peso da evidência colhida em todas as Escrituras do mundo e em outros anais contra a ortodoxia religiosa, o materialismo científico e a fé cega, o ceticismo e a ignorância. Foi recebida com agravos e injúrias, mas não deixou de impressionar e esclarecer o pensamento mundial.</p>
<p>Quando H. P. B. foi &#8220;enviada&#8221; aos Estados Unidos, um de seus objetivos mais importantes consistiu em fundar uma associação, que foi formada sob a denominação de THE THEOSOPHICAL SOCIETY (Sociedade Teosófica), &#8220;para pesquisas e difundir o conhecimento das leis que governam o Universo&#8221;&#8216;. A Sociedade apelou para a &#8220;fraternal cooperação de todos os que pudessem compreender o seu campo de ação e simpatizassem com os objetivos que ditaram a sua organização&#8221; a. Essa &#8220;fraterna cooperação&#8221; tornou-se a primeira das Três Metas do trabalho da Sociedade, as quais foram durante muitos anos enunciadas nestes termos:</p>
<p>Primeira &#8211; Formar um núcleo de Fraternidade Universal na Humanidade, sem distinção de raça, credo, sexo, casta ou cor.</p>
<p>Segunda &#8211; Fomentar o estudo comparativo das Religiões, Filosofias e Ciências.</p>
<p>Terceira &#8211; Investigar as leis inexplicáveis da Natureza e os poderes latentes do homem.</p>
<p>Foi recomendado à Senhora Blavatsky que persuadisse o Coronel Henry Steel Olcott a cooperar com ela na formação da Sociedade. Era um homem altamente conceituado e muito conhecido na vida pública da América, e tanto ele como H. P. B. tudo sacrificaram em prol da realização da tarefa que os Mestres lhes haviam confiado.</p>
<p>Ambos foram para a índia em 1879, e ali construíram os primeiros e sólidos alicerces do seu trabalho. A Sociedade expandiu-se rapidamente de país em país; sua afirmação de serviço pró-humanidade, a amplitude de seu programa, a clareza e a lógica de sua filosofia e a inspiração de sua orientação espiritual ecoaram de modo convincente em muitos homens e mulheres, que lhe deram o mais firme apoio. H. P. B. foi investida pelos Mestres com a responsabilidade de apresentar ao mundo a Doutrina Secreta ou Teosofia: ela era a instrutora por excelência; ao Coronel Olcott foi delegada a incumbência de organizar a Sociedade, o que ele fez com notável eficiência. Como era natural, esses dois pioneiros encontraram a oposição e a incompreensão de muita gente; especialmente H. P. B. Mas ela estava preparada para o sacrifício. Como escreveu no Prefácio de A DOUTRINA SECRETA: &#8220;Está acostumada às injúrias, e em contato diário com a calúnia; e encara a maledicência com um sorriso de silencioso desdém.&#8221;</p>
<p>A fase mais brilhante e produtiva de H. P. B. foi talvez a que se passou na Inglaterra entre os anos de 1887 e 1891. Os efeitos do injusto Relatório da &#8220;Sociedade de Investigações Psíquicas&#8221; ( 1885) acerca dos fenômenos que ela produzia, assim como os dos ataques desfechados pelos missionários cristãos da índia, já haviam em parte desaparecido. Ao seu incessante labor de escrever, editar e atender à correspondência, somava-se a tarefa de formar e instruir discípulos capazes de dar prosseguimento à sua obra. Para este fim, organizou, com a aprovação oficial do Presidente (Coronel Olcott), a Seção Esotérica da Sociedade Teosófica. Em 1890 contava-se em mais de um milhar o número de membros que se achavam sob a sua direção em muitos países.</p>
<p>A DOUTRINA SECRETA se define por seu próprio título. Expõe &#8220;não a Doutrina Secreta em sua totalidade, mas um número selecionado de fragmentos dos seus princípios fundamentais&#8221;. 1º) Mostra: que é possível obter uma percepção das verdades universais, mediante o estudo comparativo da Cosmogonia dos antigos; 2º) proporciona o fio que conduz à decifração da verdadeira história das raças humanas; 3°) levanta o véu da alegoria e do simbolismo para revelar a beleza da Verdade; 4º) apresenta ao intelecto ávido, à intuição e à percepção espiritual os &#8220;segredos&#8221; científicos do Universo, para sua compreensão. Segredos que continuarão como tais enquanto não forem entendidos.</p>
<p>H. P. B. faleceu a 8 de maio de 1891, deixando à posteridade o grande legado de alguns pensamentos dos mais sublimes que o mundo já conheceu. Ela abriu as portas, há tanto tempo cerradas, dos Mistérios; revelou, uma vez mais, a verdade sobre o Homem e a Natureza; deu testemunho da presença, na Terra, da Hierarquia Oculta que vela e guia o mundo. Ela é reverenciada por muitos milhares de pessoas, porque foi e é um farol que ilumina o caminho para as alturas a que todos devem ascender.</p>
<p style="text-align: right;">Josephine Ransom<br />
Adyar, 1938</p>
<p>(1) Veja-se o Prefácio de H. P. B. á edição de 1888.<br />
(2) Capítulo XI dos Estatutos primitivos.<br />
(3) Preâmbulo original.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.levir.com.br/teosofia71.php"  target="_blank">Loja Esotérica Virtual</a></p>
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		<title>Monja Coen Sensei</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 03:16:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Simone Simões</dc:creator>
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		<category><![CDATA[budismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Monja Coen Sensei</strong> é missionária oficial da tradição Soto Shu - Zen Budismo com sede no Japão e é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista, criada em 2001, com sede em Pacaembu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.japao100.com.br/static/img/007monja.jpg"  target="_blank"><img class="alignnone alignleft" style="float: left; padding: 10px" src="http://www.japao100.com.br/static/img/007monja.jpg" alt="" width="160" height="225" /></a><strong>Monja Coen Sensei</strong> é missionária oficial da tradição Soto Shu &#8211; Zen Budismo com sede no Japão e é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista, criada em 2001, com sede em Pacaembu.</p>
<p>Iniciou seus estudos budistas no Zen Center of Los Angeles &#8211; ZCLA. Foi ordenada monja em 1983, mesmo ano em que foi para o Japão aonde permaneceu por 12 anos sendo oito dos primeiros anos no Convento Zen Budista de Nagoia, Aichi Senmon Nisodo e Tokubetsu Nisodo.</p>
<p>Participou de vários cursos e programas de formação para monges tendo se graduado no mestrado da tradição Soto Shu.</p>
<p>Retornou ao Brasil em 1995, e liderou as atividades no Templo Busshinji, bairro da Liberdade, em São Paulo, e sede da tradição Soto Shu para a América do Sul durante seis anos. Foi, em 1997, a primeira mulher e primeira pessoa de origem não japonesa a assumir a Presidência da Federação das Seitas Budistas do Brasil, por um ano.</p>
<p>Participa de encontros educacionais, inter religiosos e promove a Caminhada Zen, em parques públicos, com o objetivo de divulgação do princípio da não violência e a criação de culturas de paz, justiça, cura da Terra e de todos os seres vivos.</p>
<p><a href="http://www.monjacoen.com.br/imagens/coensensei.jpg"  target="_blank"><img class="alignnone alignright" style="float: right;" src="http://www.monjacoen.com.br/imagens/coensensei.jpg" alt="" width="102" height="227" /></a>Inspira-se na frase de Mahatma Gandhi:<br />
<strong>Temos que ser a transformação que queremos no mundo.</strong></p>
<p>Comunidade Zen Budista<br />
Rua Desembargador Paulo Passaláqua 134<br />
Cep.: 01248-010 &#8211; Pacaembu &#8211; São Paulo &#8211; SP<br />
tel.: 3865-5285<br />
<a href="mailto:zendobrasil@gmail.com">zendobrasil@gmail.com</a></p>
<p>Fonte:<br />
<a href="http://www.monjacoen.com.br"  target="_blank">http://www.monjacoen.com.br</a></p>
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		<title>Divaldo P. Franco &#8211; Um Médium, Um Orador, Um Educador</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 15:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mediunidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Divaldo é um verdadeiro apóstolo do Espiritismo. Dos seus oitenta anos, sessenta foram devotados à causa Espírita e às crianças excluídas, das periferias de sua Salvador. Nasceu em cinco de maio de 1927, na cidade de Feira de Santana, Bahia, e desde a infância se comunica com os espíritos. Cursou a Escola Normal Rural de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Divaldo é um verdadeiro apóstolo do Espiritismo. Dos seus oitenta anos, sessenta foram devotados à causa Espírita e às crianças excluídas, das periferias de sua Salvador. Nasceu em cinco de maio de 1927, na cidade de Feira de Santana, Bahia, e desde a infância se comunica com os espíritos. Cursou a Escola Normal Rural de Feira de Santana, recebendo o diploma de professor primário, em 1943. Trabalhou como escriturário no antigo IPASE, em Salvador, aposentando-se em 1980.</p>
<p>É reconhecido como um dos maiores médiuns e oradores Espíritas da atualidade e o maior divulgador da Doutrina Espírita por todo o Mundo.</p>
<p>Seu currículo revela um exímio e devotado educador com mais de 600 filhos adotivos e mais de 200 netos, atendendo atualmente a cerca de 3.000 crianças, adolescentes e jovens de famílias de baixa renda, por dia, em regime de semi-internato e externato.</p>
<p>Orador com mais de 11.000 conferências, em mais de 2.000 cidades em todo o Brasil e em 62 países, concedendo mais de 1.100 entrevistas de rádio e TV, em mais de 450 emissoras. Recebeu mais de 700 homenagens, de instituições culturais, sociais, religiosas, políticas e governamentais.</p>
<p>Como médium, publicou 202 livros, com mais de 8 milhões de exemplares, onde se apresentam 211 Autores Espirituais, muitos deles ocupando lugar de destaque na literatura, no pensamento e na religiosidade universais. Dessas obras, houve 92 versões para 16 idiomas (alemão, albanês, catalão, espanhol, esperanto, francês, holandês, húngaro, inglês, italiano, norueguês, polonês, tcheco, turco, russo, sueco e sistema Braille). Além de 17 escritos por outros autores, sobre sua vida e sua obra. A renda proveniente da venda dessas obras, bem como os direitos autorais foram doados, em Cartório, à Mansão do Caminho e outras entidades filantrópicas.</p>
<p>Espírita convicto, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção em sete de setembro de 1947.</p>
<p>Dois anos depois, iniciou a sua tarefa de psicografia. Diversas mensagens foram escritas por seu intermédio. Sob a orientação dos Benfeitores Espirituais guardou o que escreveu, até que um dia recebeu a recomendação para queimar tudo o que escrevera até ali, pois não passava de simples exercício. Com a continuação, vieram novas mensagens assinadas por diversos Espíritos, dentre eles: Joanna de Ângelis, que durante muito tempo apresentava-se como Um Espírito Amigo, ocultando-se no anonimato à espera do instante oportuno para se identificar. Joanna revelou-se como sua orientadora espiritual, escrevendo inúmeras mensagens, num estilo agradável repassado de profunda sabedoria e infinito amor, que conforta as pessoas necessitadas dando diretriz espiritual.</p>
<p>Em 1964, Divaldo, sob orientação de Joanna de Ângelis, selecionou várias mensagens de autoria da mentora e enfeixou-as no livro Messe de Amor, que se tornou o primeiro livro psicografado por Divaldo. Atualmente, o médium é recordista e conta com 202 títulos publicados, incluindo os biográficos que retratam sua vida e obra.</p>
<p><strong>MANSÃO DO CAMINHO</strong></p>
<p>Divaldo Pereira Franco é emérito educador. Fundou em 1952, na cidade de Salvador, Bahia, com Nilson de Souza Pereira, a Mansão do Caminho, instituição que acolheu e educou crianças sob o regime de Lares Substitutos.</p>
<p>Em 20 Casas Lares, educou mais de 600 filhos, hoje emancipados, a maioria com família constituída.</p>
<p>Na década de 60, iniciou a construção de escolas, oficinas profissionalizantes e atendimento médico.</p>
<p>Hoje, a Mansão do Caminho é um admirável complexo educacional com 83.000 m2 e 50 edificações que atende a três mil crianças e jovens de famílias de baixa renda, na Rua Jaime Vieira Lima, n° 1 , Pau da Lima, um dos bairros periféricos mais carentes de Salvador. O complexo atende a diversas atividades sócio-educacionais como: enxovais, Pré-Natal, Creche, escolas de ensino básico de 1º e 2º graus, Informática, Cerâmica, Panificação, Bordado, Reciclagem de Papel, Centro Médico, Laboratório de Análises Clínicas, Atendimento Fraterno, Caravana Auta de Souza, Casa da Cordialidade e Bibliotecas. Mais de 30 mil crianças passaram, até hoje, pelos vários cursos e oficinas da Mansão do Caminho. A obra é basicamente mantida com a venda dos livros mediúnicos e das fitas gravadas nas palestras, seminários, entrevista e mensagens por Divaldo.</p>
<p><strong>HOMENAGENS</strong></p>
<p><strong>Divaldo Franco recebeu homenagens em diversos países e cidades da América do Nore, Central, do Sul, Europa e África:</strong></p>
<p>• 20 Comendas</p>
<p>• 334 Placas de prata, douradas e bronze</p>
<p>• 54 Medalhas • 49 Troféus</p>
<p>• 43 Moções de Congratulações</p>
<p>• 187 Diplomas e Certificados</p>
<p>• 12 Títulos Honoríficos significativos.</p>
<p><strong>Dentre todas essas maravilhosas homenagens, destacam-se:</strong></p>
<p>• 1991 – Título Honoris Causa em Humanidade, pelo Colégio Internacional de Ciências Espirituais e Psíquicas, em Montreal, Canadá em 23.05.1991.</p>
<p>• 1997 – Decreto de Ordem do Mérito Militar, 31.03.1997, pelo Presidente da República do Brasil.</p>
<p>• 2001 – Medalha Chico Xavier, do Governo do Estado de Minas Gerais.</p>
<p>• 2002 – Título de Doutor Honoris Causa em Humanidades, pela Universidade Federal da Bahia.</p>
<p>• 2002 – Homenagem da Universidade Estadual de Feira de Santana.</p>
<p>• 2005 – Título de Embaixador da Paz no Mundo, junto com o amigo Nilson de Souza Pereira. O título foi recebido em Genebra, na Suíça, em 30 de dezembro de 2005, pela Ambassade Universalle Pour la Paix.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.divaldofranco.com/" title="Divaldo P. Franco"  target="_blank">Divaldo P. Franco</a> e <a href="http://www.mansaodocaminho.com.br/index.html" title="Mansão do Caminho"  target="_blank">Mansão do Caminho</a></p>
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		<title>Quem é Robert Rappé?</title>
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		<pubDate>Mon, 19 May 2008 22:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve &#8211; Índia, Tibet, Camboja e Taiwan. Em seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads//2008/05/robert.jpg" ><img class="alignleft" style="padding: 5px; float: left;" title="Robert Rappé" src="http://www.evoluindo.org/wp-content/uploads//2008/05/robert-169x200.jpg" alt="Robert Rappé" width="169" height="200" /></a>Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve &#8211; Índia, Tibet, Camboja e Taiwan.</p>
<p>Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.</p>
<p>Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil.</p>
<p>Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: <a href="http://www.roberthappe.net/"  target="_blank">Centro de Educação Espiritual</a></p>
<p><a href="http://www.evoluindo.org/?p=82" >A Verdadeira Mudança &#8211; Vídeo Entrevista com Robert Rappé</a></p>
<p><a href="http://www.evoluindo.org/?p=85" >Entrevista de Robert Happé à Revista O Ponto de Junho de 2006</a></p>
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