Entenda critérios usados por estudiosos para decidir o que vem de Jesus
Na intenção de, realmente, criar polêmicas e de conhecer um pouco mais da história de Jesus e do cristianismo, estamos realizando pesquisas sobre o assunto. Antes de expôr nossas impressões à respeito deste trabalho, iremos apresentar todos os artigos que acreditamos ser de interesse geral e que possuam fontes confiáveis.
Com isso queremos promover um debate amistoso entre nossos amigos, que poderão utilizar nossos comentários para isso, porém, gostaria de ressaltar que ainda não são nossas conclusões e pedimos que utilizem da boa educação que condiz com o ser evoluido, mesmo que as opiniões aqui expressas divirjam das suas crenças e opiniões.
Reinaldo José Lopes
Do G1, em São Paulo
O que leva um especialista a dizer que um dito ou um ato presente nos Evangelhos realmente foi proferido ou realizado pelo personagem histórico Jesus de Nazaré? Para muita gente, decisões sobre “historicidade” ou “não-historicidade” podem parecer arbitrárias ou simples chutes, mas as últimas décadas têm alcançado um refinamento e uma maior objetividade nos critérios da busca pelo Jesus histórico. Na série de livros “Um Judeu Marginal” (ainda em andamento), o historiador e padre americano John P. Meier enumera as principais ferramentas dessa busca. Conheça-as abaixo.
1)O critério do constrangimento
Também conhecido como “critério da contradição”, ele se refere aos atos e ditos de Jesus potencialmente constrangedores para Jesus e/ou seus discÃpulos. O raciocÃnio é simples: a criatividade dos evangelistas, que elaboraram e ampliaram a tradição oral sobre a vida de Cristo, dificilmente dar-se-ia ao trabalho de inventar histórias embaraçosas sobre seu Mestre ressuscitado.
Para Meier, isso mostra que a composição dos Evangelhos não foi um vale-tudo: graças à presença de uma tradição oral oriunda de testemunhas oculares da vida de Jesus, ainda viva no tempo em que o Novo Testamento estava sendo escrito, os autores cristãos não se sentiam à vontade para simplesmente varrer os eventos constrangedores para debaixo do tapete. O máximo que faziam era dar uma interpretação teológica aceitável a essas circunstâncias que poderiam lançar dúvida sobre o papel de Jesus como Messias.
Exemplos de fatos aparentemente confirmados pelo critério do constrangimento são o batismo de Jesus pelas mãos de João Batista (se Cristo não tinha pecado, por que precisaria ser batizado?), a traição de Judas Iscariotes e frases de Jesus afirmando que “somente o Pai” sabia o momento do fim dos tempos (em ambos os casos, cria-se a dúvida sobre a onisciência do profeta galileu).
2)O critério da descontinuidade
Se um ensinamento ou ação de Jesus não casa com o que ensinava o antigo judaÃsmo nem com a pregação da Igreja primitiva, crescem as chances de que ele venha mesmo do Jesus histórico, argumentam os defensores desse critério.

Uma das mais antigas representações de Jesus como o 'Bom Pastor', do século 4 (Foto: Reprodução)
Por meio dele, seria possÃvel descobrir o que era “descontÃnuo” no ministério de Jesus, ou seja, onde ele rompia com seus predecessores judeus ou até entrava em conflito com seus seguidores cristãos. Alguns exemplos citados por Meier são a proibição de qualquer tipo de juramento, a defesa de que, uma vez casados, homem e mulher não podem se divorciar em hipótese nenhuma e a proibição do jejum (Cristo era criticado por judeus mais rigoristas por causa disso, sendo acusado de “comilão e beberrão”).
Meier alerta que esse critério, se mal utilizado, corre o risco de trazer à tona apenas os ensinamentos periféricos de Jesus, e não necessariamente os mais importantes e essenciais.
3)O critério da múltipla confirmação de fontes
Sempre é bom lembrar que Jesus não tinha assessoria de imprensa nem porta-voz oficial. Sua vida e sua pregação foram registradas e relembradas por vários tipos de seguidores, com formação cultural, personalidade e até opiniões teológicas diferentes. Isso explica porque os Evangelhos canônicos (os “oficiais” do Novo Testamento) apresentam diferenças entre si, algumas de detalhe, outras mais marcantes. Se várias dessas fontes diferentes registram o mesmo dito ou ato, isso indica uma probabilidade maior de eles remontarem ao que o próprio Jesus fez e ensinou.
Para Meier, as principais fontes nos Evangelhos são o texto de Marcos (mais antigo e mais importante evangelista, para os especialistas), a tradição Q (fonte hipotética que parece estar por trás de relatos que coincidem em Mateus e Lucas, mas não em Marcos), tradições especiais M e L (exclusivas de Mateus e Lucas) e tradição joanina (do Evangelho de João).
É importante notar que o fato de uma mesma narrativa ocorrer em mais de um Evangelho não é garantia de satisfazer o critério da múltipla confirmação de fontes. As narrativas da paixão de Jesus em Mateus e Lucas, por exemplo, parecem ser basicamente uma expansão e reformulação da mesma fonte original, o Evangelho de Marcos. Um exemplo melhor é a proclamação do “Reino de Deus” por parte de Jesus — presente em Marcos, Q, M, L, João e até nas cartas de São Paulo.
4)O critério da coerência
Trata-se de um critério importante, mas que só pode ser usado depois que uma quantidade razoável de dados sobre o Jesus histórico já foi estabelecida. Nesse caso, novas informações que parecem se adequar de forma coerente com o que se sabe têm alta probabilidade de serem verdadeiras.
5)O critério da Cruz
O Evangelho de Lucas, pela boca do profeta Simeão, chama Jesus de “um sinal que provocará contradição”. Para Meier, o evangelista está certÃssimo nesse ponto. “Um Jesus cujos atos e palavras não tivessem provocado antagonismo entre as pessoas, especialmente entre os poderosos, não é o Jesus histórico”, escreve ele.
Segundo o especialista americano, um Jesus completamente inofensivo, que não criticasse o que via de errado na Judéia do século 1 a.C. nem propusesse algum tipo de mudança radical, jamais teria sido crucificado. Por isso, o critério da rejeição e e execução, ou o critério da Cruz, como é chamado, tende a aceitar como autênticos os fatos e ditos de Cristo que o tornariam malquisto pela elite da sociedade judaica e romana de seu tempo. Ao mesmo tempo, Meier alerta para o perigo de retratar o profeta como um revolucionário violento, coisa que ele não era.
Fonte: Globo.Com – Ciência da Fé
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OLA MEU NOME MARIA DO CÈU…SOU UM SER ESPIRITUAL NA CURA COM AS MINHAS MÃOS QUE DEUS ME ENSINOU. NASCI COM ESTE DOM. O MEU OBJECTIVO É EVOLUIR NA PESQUISA DA ENERGIA HUMANA.PARA AUTO CURAR QUALQUER DOENÇA. O MEU OBJECTIVO É CURAR CANCER, CANCRO ETC. DOENÇAS GRAVES É INFELIZMENTE O MEU GRANDE OBJECTIVO. GOSTAVA MUITO DE PODER PARTILHAR O MEU INTERIOR COM O MUNDO E TODA A MINHA FÉ E AMOR POSSA AJUDAR A HUMANIDADE. TUDO É POSSIVEL TUDO TEM CURA, PORQUE O GRANDE PROBLEMA E A MAIOR DOENÇA ESTà NA NOSSA FORMA DE PENSAR, ENTÃO TEMOS QUE MUDAR OS NOSSOS PENSAMENTOS, PORQUE É DE UM PENSAMENTO QUE SE FORMA UMA VIDA. SOU PORTUGUESA CIDADE ELVAS ALTO ALENTEJO MEU BLOG…http://energia-cura.blogspot.com/ ESPERO VOSSA VISITA. DEUS É O NOSSO UNICO ALIMENTO PARA VIVER FELIZ.
Acredito que o batismo de Jesus, tenha sido mais pra dar o exemplo!Jesus acredito eu, ser um espirito bem evoluido pra epoca e assim causando grandes controvérsias,mas não deixava de ter suas necessidades fisologicas.
nao tenho duvidas a respeito da conduta de yaohushua na terra;
ate porque Ele é o unico ser frequentador das duas dimensoes,
com grau de interaçao jamais conhecido;primeiro presente em materia seguido de espirito potecialmente evoluido…
se tivesse no meio de nos em materia hoje,teriam-o mutilado e
nao crucificado…
nao esqueçamos q quando materia,Ele viveu como um d nos,mas com
uma capacidade de equilibrio distinta dos humanos,sujeito a erros
a acertos comportamentais.
sua presença e instruçoes é tudo p mim…
obrigado por abrir esse espaço!
JESUS ERA JUDEU. O CRISTIANISMO FOI FORJADO PELOS CRISTÃOS. OS EVANGELHOS ERA cerca de 315. O bispo Irineu queimou a maioria e restou:s.joão, s. lucas, s. mateus e s. marcos. Com a descoberta dos pergaminhos do mar morto,muitos dos evangelhos queimados resssucitaram.Quanto a jesus ter vindo para nos salvar, não sei como? as guerras continuam, grassa a fome, terramotos tsunaimes e etc.