Compreendendo os Índigos
Temos percebido muita confusão acerca do assunto ‘índigo’ e pretendemos nesse artigo esclarecer alguns pontos importantes.
Os índigos, crianças ou adultos não são a perfeição como se tem entendido e imaginado, é necessário compreender que são seres intermediários, estão entre aquilo que conhecêssemos até agora e os seres mais iluminados, como os cristais mais puros, pois até mesmo dentre os cristais existem seres que ainda precisarão se purificar.
Os índigos não se encaixam muito bem em nosso mundo terrestre, a forma como vivemos e nossas concepções de vida são estranhas para eles. Como o conceito de bem e mal, é bem diferente do nosso, logo o que sabemos ser o bem e o mal, eles não sabem, vêem de forma diferente que a nossa. Os super-heróis que mostramos as nossas crianças, forma utilizada para ensiná-las sobre o bem e o mal, cria nos índigos certa confusão sobre o tema, visto que nossos heróis (bem) para salvar pessoas que estão em perigo (mal), bate e machuca (ruim) o vilão; se o herói é do bem por que ele machucaria alguém? O bem é bem e pronto.
Quando elas recebem esse tipo de informação passam a acreditar que se elas baterem, machucarem ou até matarem alguém que está fazendo o mal a outra pessoa estarão sendo super-heróis. Até porque de onde eles vêm a morte não é um castigo.
Os índigos NÃO PODEM ser tratados com informações contraditórias.
A violência no mundo só será eliminada com a boa educação dos índigos.
É urgente que se entenda a necessidade de transmitir as crianças as noções de bem e mal evitando ao máximo as contradições, essas crianças precisam saber diferenciar o caminho da luz e da escuridão, o bom e o ruim, as conseqüências dos dois caminhos e como a vida delas será afetada nos dois caminhos, se os pais, tutores, educadores e responsáveis por essas crianças não mostrarem as diferenças básicas o que foi previsto para a evolução da humanidade não se concretizará.
As crianças índigo vieram para transformar, mudar, colocar abaixo os padrões existentes, para assim começar tudo de novo, criando um mundo melhor, mais humano e digno, onde o mandar não fará mais parte, mas sim o bom entendimento entre as partes, relacionamentos baseados em amor e compreensão. O futuro da humanidade do planeta Terra depende da boa educação dos índigos, por isso o plano espiritual tem agido tão intensamente conosco nos últimos anos, precisamos levar essas informações a sério.
A natureza dos índigos é ativa, intensa, forte e explosiva, características que se não forem bem trabalhadas se tornam autodestrutivas e podem detonar o que é bom.
Quem tem ou já teve a possibilidade de observar uma criança índigo sabe que ela sente prazer em desmontar e quebrar coisas que estão num determinado padrão e sentem mais prazer ainda de fazer diferente do que foi apresentado a ela.
O planeta precisa dessa energia para mudar, a energia índigo é essencial para a mudança desde que seja direcionada corretamente. Eduquem suas crianças com amor e dêem atenção especial ao que elas estão aprendendo na rua, nas escolas, nos programas de televisão, nos filmes, conversem com suas crianças e percebam os conceitos que elas estão formando dentro delas, nunca é tarde para uma boa conversa.
Paz e luz
Pierre, canalizado por Regina e decodificado por Simone.
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Oi, tenho um filho indigo de 6 anos e esta muito dificil pois ele nao me ouve.as vszes tenho que gritare e isto nao esta me fazendo bem. Ele e inteligente a professora ja falou e a pisicologa tambem, mas ele esta muito desateno e quer brincar.tem uma letra linda, ainda nao ler,esta aprendendo.e muito dificil no dia a dia. ele quer sempre esta fazendo alguma coisa. disse que nao quer dirmir para nao perder tempo. ele e desafiador e nao tem medo das coisas.sempre tem um argumento prar tudo que falo.mas ele e bem sentimtntale muito carinhoso.
Nanna, seja bem vinda!
Eu sei o quanto é difícil, mas existem coisas pequenas e que são até simples e que ajudam muito: quando precisar da atenção dele, abaixe até a altura dele olhe nos olhos dele e fale com segurança e com amor o que você precisa dele, explique o porque daquilo e como aquilo vai ajudá-lo ou ajudá-la.
A escola é o problema da maioria dos índigos dessa faixa etária, pois o modelo escolar de hoje não possibilita a interação dessas crianças com o meio ambiente, todo índigo quer interagir, então mantenha a calma e converse muito com ele, procure descobrir suas dúvidas e curiosidades e ajude-o a resolver essas questões de forma prática, indo a parques, mercados, museus, lendo livros, poesias, desenhando, fabricando artesanatos, cozinhando, ou seja, executando.
Ele precisa ser envolvido com o aprendizado, ele vai aprender quando perceber esse envolvimento.
Espero ter ajudado.
Beijo no coração
Simone
Nanna Barros.
Sei o que está passando, alem de ter dois índigos tem uma porção deles a minha volta, o que me da a vantagem de aprender com eles.
É muito difícl para alguns índigos se adaptarem ao padrão de horas aqui da Terra, eu mesma passei minha vida sendo rotulada de preguiçosa pq não conseguia dormir à noite e quando finalmente ia dormir em geral ao amanhecer, acaba dormindo até 11:00/12:00.
Outro dia tive a oportunidade de estar com um índigo que me disse que dormir era pura perda de tempo, o que me fez perceber o motivo de eu tbm não dormir. Então minha dica seria observar se existe alguma outra queixa, os índigos costumam ver coisas que outros não vêm, ou mesmo depois de pegar no sono podem ter pesadelos, o que seria uma das causas dele estar resistindo a dormir. As vezes eles não falam tudo pois acham que aquele adulto não é capaz de entende-lo, o que muitas vezes é bem difícil mesmo, mas nada que uma mãe não consiga, mostre para ele que dormir também é importante, pois mantem nosso equilibrio e nos deixa saudável, a princípio ele irá achar que vc não o entende, mas persista, vá mostrando o quão importante o sono é de forma convincente, mas vá com calma eles não mudam da noite para o dia. Fique presente com muito amor na hora estipulada para dormir, isso o ajudará também.
boa sorte
Fique com Deus.
Tenho um índigo de 7 anos que não apresenta maiores problemas a não ser o fato de desde muito pequeno ter pesadelos fortíssimos em que grita e chora muito como se estivesse acordado mas acho que está dormindo, não sei ao certo. Nestes pesadelos ele está sempre de olhos abertos quer todos á sua volta e fala coisas.
Não sei como agir nem o que fazer?
Fabiana, seja bem vinda!
O seu filho aparentemente tem sonambulismo, do ponto de vista espiritual é um tipo de mediunidade, é como se o seu próprio espírito comandasse o corpo sem a interferência do cérebro por isso que os sonâmbulos não se lembram do que fazem. É como se o Espírito do seu filho estivesse te passando informações do plano espiritual, das coisas que ele percebe ao redor. O corpo dele é utilizado por ele mesmo de forma mediúnica.
Eu como mãe, te aconselho a sempre que colocá-lo na cama para dormir, dizer para ele ir para bons lugares.
O nosso Espírito fica livre a noite, pode ir para onde quiser, somente o nosso corpo é que precisa de descanço para se recompor.
Uma das características dos índigos é ter algum padrão mediúnico aparente, mostrando-nos que esse tipo de ‘coisa’ não é sobrenatural, mas sim natural e faz parte da espécie humana.
Beijos no coração
Simone
Oi Simone!
Sou mãe de um índigo de 25 anos,o que só descobri este ano durante um curso sobre espiritismo que estou fazendo, não foi nada fácil conviver com ele. Aos 6 anos descobri que o QI dele era muito acima da média, mas sempre se saiu muito mal na escola, foi tido como hiperativo, deficite de atenção e fez uso de Ritalina. Aos 16 anos parou de estudar, mas hoje está por se formar em História, curso que fez com bastante destaque, já pensa em fazer Sociologia e mestrado, finalmente vejo que meu filho encontrou o seu caminho, mas não foi nada fácil. Atualmente consigo entende-lo melhor e fico satisfeita em saber que o assunto ” Crianças Índigo” está a cada dia mais divulgado, eu mesma já encontrei mais de 8 pessoas com filho,neto ou algum conhecido índigo e me sinto muito satisfeita em conseguir falar algo a respeito, para assim tornar a vida deles mais fácil. Procuro ler tudo sobre os índigos, pois sei o que é sofrer por alguém que se ama muito e não conseguir entender nem ajudá-lo devidamente. Hoje entendo o quanto meu filho sofreu sentindo-se diferente das outras crianças e sendo criticado por mim. Espero num futuro próximo conseguir orientar mães e familiares de índigos, pois já sofri e chorei muito por não entender meu filho.
Olá Helena, seja bem vinda!
Realmente é difícil, eu senti na minha educação e sei como é ruim sentir pelo nosso próprio filho.
Os índigos que estão nascendo agora são diferentes dos que nasceram em décadas passadas, na verdade a cada década tem-se uma diferença.
Olhemos para trás e relembremos os movimentos dos anos 50, 60, 70 e 80, cada um com sua característica própria, mas todos com a bandeira hasteada por índigos.
Essa é uma época em que pelo menos 95% dos que virão serão índigos, em breve eles é que determinarão como o mundo será.
Eles estão nascendo justamente para essa transformação do mundo, encontrarão muitos obstáculos no caminho, principalmente na área da educação, não porque não entendem como muitos acham, mas por não se encaixarem no padrão da educação atual e quando chegam na idade da universidade normalmente deslancham, pois ali está o conteúdo que precisam e querem.
Muitas reformas na educação ainda vão acontecer.
Mantenha contato quem sabe não trabalhamos juntas num futuro próximo.
Beijo no coração
Simone
#
SL
3 de setembro de 2010 at 19:07 | Permalink | Reply Your comment is awaiting moderation.
Olá, sou mae de um guri de 16 anos. Quando foi concebido senti uma energia forte, como se fosse um barulho, dificil de explicar. Quando eu estava grávida experimentei pensamentos incríveis, minha mente e intelecto iam até onde eu jamais tinha ido. Ele sempre foi líder, vocábulario imenso, capacidade de aprender extraordinária, senso de justiça até exacerbado, irritável, alérgico. Já presenciei pesadelos e ele dizendo que havia gente no quarto, brinquedos se revirando sozinhos no cesto…mas isto é detalhe apenas. Sempre se interessou demais por mitologia(conhece detalhadamente todas), história, jogos de RPG, além de se preocupar com os modelos político, social e de saúde atuais. Ele costuma querer ficar sozinho e tenho dificuldade de faze-lo sentir-se melhor quando esta deprimido ou irritado. Nunca se abriu e sempre quis poupar as pessoas. Apaziguador no colégio, trazia os colegas novos para o grupo. Destaque quando bebê, ensino fundamental e médio. Sempre houve muita dificuldade, brigas, cenas homéricas. Ele é incrível e possui uma energia descomunal. Caráter irretocável, porém egoísta. Hoje tudo está melhor mas ainda tenho dificuldade de transpor a barreira que existe entre nós dois. Criei ele sozinha, passei tudo o que sabia e valores pra ele. A mente dele sempre esteve à frente e tudo sempre foi muito contraditório. Ao mesmo tempo que impressiona pela percepção e maturidade, decepciona em alguns momentos de ira e também por suas frustrações. Estou preocupada pois tinha facilidade para fazer amigos, carisma imenso e agora restaram tres amigos e a namorada de dois anos. Ele está cada vez mais seletivo. Eu sempre tive dificuldade para fazer amizades ou para deseja-las. Não ‘acredito’ em ‘espiritismo’ ou outras doutrinas e religioes. Apenas tudo existe, estamos aqui para evoluirmos, para mim é claro e natural
Para o seu filho não importa a quantidade, mas sim a qualidade.
Ele não vai se isolar, apenas está passando pela adolescência onde tudo fica diferente, com mais idade isso tende a melhorar.
Mantenha seu coração aberto a ele, procure sempre dialogar sem forçar. Crianças e adultos como o seu filho precisam de um canal de amor sempre aberto, alguém em quem eles possam confiar e sempre voltar quando precisar, o porto seguro e normalmente procuram na mãe.
Beijo no coração
Simone
Boa noite.
Tenho 22 anos e me identifiquei como índigo este ano, quando fui pesquisar na internet respostas sobre minhas características, tão negativamente criticadas pelas pessoas que me cercam.
Nasci em um lar cristão, muito severo. Nunca tive televisão (também nem lamento), mas certas coisas, como os dogmas, privavam-me de fazer coisas.
Mesmo assim, apanhando muito de meus pais, nunca perdia a energia anárquica, que hoje sei que é inata. Lembro uma vez minha avó a dizer que sou “muito especula”, eu devia ter uns 5 anos na época.
Na pré-adolescência comecei a questionar sobre o paraíso de Deus, e essas coisas. Acabei me tornando ateu, muito cético. Sempre lia livros, mas passei a ler coisas realistas, filosofia desde sócrates, kant, etc.
Hoje, antes de dormir, sempre reflito sobre como eu era, pois tenho lembranças muito vivas. Eu, ainda criança, chorava todas as noites, antes de dormir, com medo de que alguém de minha família morresse. Tinha pesadelos terríveis de velórios familiares. Um exemplo é quando, por volta dos meus 9 anos, sonhei que ia ao banheiro, abria a porta e via um caixãozinho pequeno de minha irmã, ainda bebê naquela época.
Até hoje, mais de 90% dos meus sonhos são pesadelos. Não bastasse a depressão, a vida dogmática dentro de casa, tenho que sonhar pesadelos. Talvez seja apenas uma consequência.
Sou músico desde meus 7 anos de idade. Aos 12, como eu era muito rebeldea, fui levado para diretoria, e, quando eu explicava argumentativamente o que tinha acontecido, a supervisora disse: “você vai ser advogado quando crescer!”. Eu não tinha entendido muito bem, mas hoje sei, eu tinha resposta a tudo.
Recentemente, um lojista, vizinho meu, conversava comigo, e eu explicava certas coisas de sociologia, ao que ele disse: “Mais [editado], tudo isso que tu está falando eu estou lendo aqui, você leu esse livro?”
Não havia lido tal livro, mas nesse ponto eu já sabia que algo inato estava comigo, como imensa flexibilidade para julgamentos filosóficos, por isso, muitas vezes, quando estou lendo um livro, eu penso: “Isso é aquilo que eu já pensei”.
Enfim, eu poderia ficar a noite toda e não acabariam os exemplos.
Mas o que me faz aqui, é a seguinte razão: a vida social é, para mim, muito medíocre. Às vezes sei que tenho coisas a dizer para as pessoas, mas não digo por receio de elas me rejeitarem, fico com receio de tentar explicar algo por pensar que elas não entenderiam.
Ao mesmo tempo também evito de dizer certas coisas porque tenho muito medo em relação às crenças das pessoas. Como sou cético e não tenho rabo preso com crenças, é mais “fácil” para mim.
Fácil ali entre aspas porque no meu interior sinto a tal depressão existencial, uns chamam por náusea sartriana, outros vazio schopenhaueriano, outros a tristeza de pascal, etc.
(notaram? eu expliquei o “entre aspas” por receio de que alguém não entenda)
É a primeira vez que estou tentando desabafar na internet, na verdade nunca disse isso para ninguém. Tenho isso dentro de mim somente.
Eu sinto uma profunda angústia por reparar as falas corporais das pessoas, é como se eu pudesse ler seus pensamentos apenas analisando suas ações, e isso faz com que eu não não sinta que meus “amigos” me querem como eu os quero. Eu me pergunto: será que eles são assim por serem mentes medíocres ou simplesmente porque não me respeitam e não fazem questão de me terem como amigo?
Estou cansado de ser motivador, hiperativo, e nunca ser respeitado e amado como amigo. Por isso não tenho amigo, eu teria, mas os outros não me vêem da mesma maneira.
Quando eu tinha por volta dos 16, estava procurando emprego, e, antes de dormir, eu me pegava pensando como eu ia gastar meu salário: os meninos da minha vizinhança, pobres, eu imaginava levando-os à sorveteria, ajudando de uma forma ou de outra! Hoje eu reflito: “puxa, aquilo era um sentimento puro, só podia ser inato”.
Hoje eu sinto a mesma coisa, mas a minha mente adulta possui muitas malícias adquiridas nessa sociedade suja, minha mente vive dizendo “você não é altruísta [editado] nenhuma, você só quer ser como os politiqueiros, ajudam por algo em troca”, entre outras coisas. Mas o que me conforta é refletir na época em que todo meu altruísmo era puro, e procuro driblar esses demônios mentais.
Eu nunca me canso de nada, nunca me cansava de brincar, não existia hora, minha energia nunca acabava, e sofria; nunca conheci uma única pessoa como a mim, por isso, mesmo que eu brincava, nunca estava satisfeito, sempre havia mais energia para liberar e ela quase foi castrada quando fui levado ao médico. Comecei a tomar remédios controlados para ficar quieto no lugar. Hoje sofro com efeitos colaterais, mas fico feliz por não ter sufocado em definitivo a minha virtude inata.
Meu ouvido para música clássica facilita para com o meu sofrimento quando somado à minha visão do mundo e da minha própria vida. Choro, e fico me perguntando “por que?”, “o que eu tenho que fazer?”, “será que eu nasci para ser rejeitado?”, “por que eu tento ajudar e não sou aceito?”.
Pratico corrida de rua, solitário, voltei a praticar 5ª-feira passada, e tinha ficado combinado de que meu vizinho de 20 anos correria também, pois ele tem imenso talento, e eu sempre o incentivei, inclusive estudei sobre isso para que nós dois pudéssemos evoluir. Na 6ª-feira ele não pôde e ficou, então, como certeza, para sábado.
No sábado, no crepúsculo da tarde, começou a garoar, já estava escuro devido às nuvens negras, passei em sua casa, tentei abrir os portões, mas estavam trancados; vi uma luz dentro de sua casa se apagar: era ele tentando fazer parecer que não tinha ninguém na casa.
Fui correr e decidi não mais chamá-lo. Corri com muita chuva, hoje corri de novo, mas a questão é: como sou assim por natureza, e não preciso fazer esforço para ter motivação, pergunto-me “por que eles não têm?”
Aos 21 anos trabalhei como professor de matemática para o estado, mas fui mandado embora porque eu critiquei, formalmente, o sistema educacional do estado, chamando-o de “escória”. O Estado repugnou minha posição e pediu que, imediatamente, meu contrato fosse rescindido.
Eu tentei explicar meus pensamentos, mas meus superiores não aceitaram, eu os criticava duramente, usava meu conhecimento inato de programação neuro-lingüística para derrubá-los e ela (a chefe do núcleo municipal) ficava vermelha de vergonha quando via-se a gaguejar, mas eu sentia pena depois, ao refletir, vendo o seu semblante envergonhado.
Eu curso engenharia civil. Evito lugares como ônibus, então venho a pé da faculdade, pois não consigo evitar fazer leituras corporais das pessoas. E, toda vez que as faço, sinto nojo pela vida medíocre que a humanidade leva.
Tenho receio de perguntar às pessoas sobre alguma porque não gosto de saber que elas estão mentindo; isso é terrível, muito amargo.
Muitos poderiam dizer que sou mais cristal do que índigo, mas porque não leram o seguinte: estou para os injustos assim como os sociopatas estão para suas vítimas.
sinto um impulso muito forte, e, mesmo que eu queira, não consigo sentir remorso por eliminar essas espécies de seres humano.
Independente da resposta que obterei aqui, gostaria de saber se eu começasse a assassinar em prol dessa minha causa eu seria compreendido pelos especialistas, ou se eu seria compreendido pelos índigos e cristais.
às vezes sinto vontade de tirar minha vida, mas não o faço porque não quero deixar sofrimento para minha família, nem deixar imagem de pessoa fracassada.
não consigo nem mesmo tentar aceitar a vida que todos levam, tudo para mim é fútil, consumo, propriedade, casamento, estudos em prol de conforto e não de conhecimento.
mesmo assim não me canso de pedir respostas a algum Deus, ou alguma consciência, mesmo não tendo fé. Peço e pergunto se tenho que fazer algo, que me mostre um sinal para ter certeza. Mas Acho que sou duro demais para perceber um sinal.
Ao mesmo tempo que me pego lutando contra algo, penso: “mas pra quê isso?”, ou seja, não consigo ver evolução onde tudo é justo!.
será isso um paradoxo? onde temos que lutar por algo impossível de alcançar?
será o mundo um paradoxo? será a vida um paradoxo?
a seguir, uma das melodias que me dão forças para não me suicidar, gostaria que ouvissem-nas com muita reflexão; talvez entendam um pouco daquilo que sinto:
http://www.youtube.com/watch?v=CerCsIM_HZs
Cheguei à conclusão de que a música não é invenção, é descoberta, percebida. Ela está no Todo. Ela é o Todo.
http://www.youtube.com/watch?v=Y0q76IjYWHs&p=6C3C461BD881FAF0&playnext=1&index=3
http://www.youtube.com/watch?v=dJZYUbMVWtY&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=cWnzHJs6zJg
http://www.youtube.com/watch?v=AHe07HT5NQA
http://www.youtube.com/watch?v=ruLV9D2p0oA
http://www.youtube.com/watch?v=C9KAqhbIZ7o&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=Uvhrg-E1nyw
http://www.youtube.com/watch?v=PygPri0-LNA&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=b-CRONA_XUI
Alexandrino,
Com certeza você é índigo com altas habilidades definidas e como é normal para a grande maioria você é muito sensível ao mundo e ao outro.
Isso não é sobrenatural, não tem nada a ver com religião como muitos pensam, é simplesmente uma inteligência que a sua mente já abriu.
As sensibilidades chamadas de extra-sensoriais, são comuns aos índigos e cristais, alguns já nascem com ela em funcionamento, por assim dizer, e outros irão desenvolvendo conforme crescem.
Você precisa aprender a respeito desse assunto para lidar, pois muitas vezes você pode confundir o que está captando com o seu próprio sentimento. Se afastar das pessoas não é a resposta, acredite, já passei por isso, sentir o que o outro sente muitas vezes pode ser terrível, mas deve ser trabalhado. Pense que isso é uma novidade tanto para você como para a humanidade. Muitos estão sentindo-se como você.
Os índigos possuem uma capacidade mental um pouco maior, tanto em raciocínio quanto em capacidade de atração e realização de seus pensamentos, logo, procure manter seus pensamentos numa sintonia vibracional elevada, pensamentos nobres farão você nem se lembrar do que é depressão.
Você pergunta porque seus sentimentos não são iguais aos de outras pessoas, isso acontece porque você é único e tem a sua carga evolutiva, tem os seus afazeres aqui na terra nesse momento, como muitas pessoas também o tem. E se você parar de fazer para o outro aquilo que você sente forte dentro de você que é ajudar, com certeza você estará bloqueando o seu verdadeiro ser.
Medite diariamente, procure as respostas dentro de você, pois elas existem e são fortes.
Não se prenda ao que os outros fazem, isso realmente importa?
Ninguém pode dar o que não tem, você tem compreensão, carinho e uma imensa capacidade para ajudar, então dê.
Pense na lei da ação e reação. Quando você menos esperar sua vida fará sentido.
As músicas são belíssimas, profundas e de grande sensibilidade e com certeza elas te fazem muito bem.
Espero ter podido lhe ajudar um pouco.
Estou aqui se precisar.
Beijo no coração
Simone
Não se feche! Muitas pessoas não entendem ainda a forma como vc encherga, muitas vezes seu pensamento voa, vc indadga sobre tudo e sobre todos:porque é assim?Poxa, olha o por do sol não é lindo?caramba será q ngm consegue enxergar?ta todo mundo cego?Pq matam, a vida é o bem mais preciosos da obra do criador, nascemos para espalhar a vida e não tirá-la!Sem contar as inúmeras vezes que vc se pega em estado de abandono total, e vc se pega falando ou pensando sozinho:”…não da pra confiar em ngm, só tem maldade…”Porque julgam?baseados em crenças superstições, dogmas que não CONDIZEM EM NADA com a realidade.Vc se pergunta:”será q ngm ve?Preferem se desviar do caminho a ter que adimitirem uma falha!”


Bem, eu ao contrário de vc me apeguei em Deus, e agora entendo muita coisa, isso vai passar, com o tempo, mas vai passar, talvez nem eu ou vc estaremos aki pra ver mas as gerações futuras terão mais delicadeza, sensibilidade e serenidade pra entender que cada um é unico!Que muitas vezes crenças expostas de forma equivocada podem ser prejudiciais!
O que é certo ou errado?Essas palavras são tão subjetivas :/
O que parece certo para um pode, em contra partida, soar totalmente errada para outro.Eu proponho uma solução:que tal substituirmos essas palavras por prejudicial e não prejudicial?
Vc sofre muitas vezes ao ver ao mal alheio e pensa: Isso é ruim, não pode, e até mesmo exclama: TA ERRADO, NÃO PODE PRA QUE PREJUDICAL!não!
Desde pequeno vc se sente diferentes dos outros, qdo pequeno não se animava tanto em brincadeiras como os demais, embora brincasse om demais crianças da sua idade, sentia que faltava algo, ao se tornar adolescente preferia estar na presença e conversar com adultos ao inves de outros adolescentes como vc!
Que eu posso dizer? “BEM VINDO À HUMANIDADE”
Ela muitas vezes é fria, egoista e não corresponde ao que vc é e por isso vc se sente um peixe fora da água!As vezes parece q esse não é o seu lugar e essas musicas te faz ter serenidade, um paz, mesmo que momentanea pq elas incitam dentro de vc algo q vc não consegue explicar e muitas vezes te da uma saudade de algo q vc não sabe o que é.Algumas remetem à solidão e ao abandono mas ao mesmo tempo te da paz, é como se vc chegasse perto do paraiso e nakele momento, exatamente nakele momento em que ela toca vc sente q seu mundo é real e é por isso que vc gosta delas!
Conselho: Não desiste, luta, luta sempre!Não eskenta com os outros, eles ainda não entendem, mas vao entender, vao sim!Só demanda mais tempo.
Não se feche, seu caso muitas vezes cai na baixa estima e vc MEU IRMÃO É UM SER HUMANO MARAVILHOOOOOOOOSSSSOOOOOOOOO e lindo!Ao invez de se trancar, pq vc não tenta ajudar, é claro que vc vai receber diversos NÃO na cara, mas faz parte, não se fruste com os nãos, apense se regojise com os SIMs!
Inté!
^_^
Obrigado, qualquer demonstração de compreensão já é de grande ajuda.
Olá Simone !!!
Sou de 16.11.1979, descobri que sou indigo, a alguns meses, com um mestre Reiki. Gostaria de saber qual a melhor forma de lidar com o sentimento de inadequação, de uma forma geral me sinto muito mal o tempo inteiro, as vezes fico até com pressão alta, principalmente quando estou proximo de muito gente ou em lugares de baixo nivel vibratório, geralmente so consigo relachar quando estou proximo a naturezaa, a km da civilização. Mas esses sentimentos não são claros, antes de descobrir que era indigo e pesquisar a respeito, sempre pensei que tinha algo de errado comigo, pq esta sempre aflito, essa aflição que sinto é do meio ambiente a minha volta? os sentimentos dos outros são poderosos em mim e como na maior parte do tempo as pessoas estão raivosas, aflitas eu tenho buscado a solidão, qual a melhor forma de lidar com essa sensibilidade?
Um abraço a todos !!
Leandro.
Oi Leandro, seja bem vindo!
Não só entendo como compreendo bem o que você passa.
Essa é uma “abertura” extrasensorial de alguns índigos, não quero abrir classificações, mas por falta de termos para explicar, vou dizer que você faz parte dos índigos humanistas, ou seja, aqueles que tem a capacidade de sentir o outro e o meio em que vive.
Essa é uma sensibilidade bem peculiar e complexa, pois ainda vivemos num momento da evolução humana em que não temos pleno conhecimento de nós mesmos, sendo difícil administrar nossos próprios sentimentos, quem dirá administrar os sentimentos alheios.
Isso, por vezes, causa muita confusão, medo e afastamento de pessoas e atividades. Dá vontade de simplesmente ir embora. Coisa praticamente impossível e na verdade improdutiva, pois não haverá crescimento pessoal, você não irá produzir e não contribuirá com a sua parte, pois é o que buscamos, somos construtores, por isso quando nos afastamos sentimos que está faltando alguma coisa, que algo está acontecendo…
O primeiro passo você já deu, que é procurar compreender o que está acontecendo.
O segundo é praticar meditação e compreender que você pode criar uma barreira de proteção, não deixando o que é do outro entrar em você, você pode saber o que o outro sente, mas não sentir junto com o outro. São coisas diferentes.
E isso, você só vai aprender mantendo a calma, meditando todos os dias e acreditando em sua capacidade, que é muito grande e forte, pode acreditar!
O terceiro passo é sentir-se parte do Todo, pois essa é a finalidade dessa sensibilidade, meditando com carinho, amor e transmitindo suas boas vibrações para o meio em que estiver, modificando a energia de negativa para positiva.
Espero ter te ajudado, qualquer dúvida estou por aqui.
Beijo no coração
Simone
Olá Simone, é exatamente assim como vc descreveu, ao mesmo tempo que quero ir embora, tenho vontade, quase que uma noção de resposabilidade, de iteragir e fazer algo, mas como disse é tudo um pouco confuso sobre o que é meu sentimento e o q é do ambiente ou dos outros, vc tem alguma experiencia nessa quetão? que tipo de meditação vc sugere?
Quando vc falou de modificar a energia de negativa para positiva lembrei do filme “A Profecia Celestina”, trata exatamente dessa questão da energia e como a sociedade de uma modo geral a vem disputando ao inves de compartilhar, fizeram o filme do livro com o mesmo nome, é um best seler, talvez o pessoal conheça, muito bom.
Oi Leandro,
Sou exatamente como você, e com certeza não somos os únicos, muitos já foram diagnosticados como doentes mentais, depressivos, bipolares, dentre outras doenças. Infelizmente não havia muita informação antes, e passamos por maus bocados.
A questão da meditação é algo bem pessoal, todavia para os mais agitados a meditação com base no caminhar é um bom princípio, procure um lugar calmo, um parque por exemplo e caminhe num ritmo calmo, prestando atenção em sua respiração, deixe os pensamentos fluirem não se apegando a eles, procure fazer ao menos 3 vezes por semana.
Quando se sentir mais calmo pode passar a fazer o mesmo sentado numa poltrona em sua casa, o ideal é ter os pés no chão.
Quanto ao filme, não o conheço, tentarei encontrar.
Beijo no coração
Simone
Como é possível identificar uma criança índigo?
Tenho duas filhas, uma com 7 anos e outra com 3 anos.
Att
Cecilia, seja bem vinda!
Bem… Aqui no site temos vários artigos explicando bem todas as características dos índigos, mas saiba que menos de 1% dos que estão nascendo a alguns anos não são índigos, resumindo 99% das crianças com cerca de 10 anos são índigos.
Beijo no coração
Simone
Olà Simone,
Descobrí ontem a website,e fiquei empolgado com a temática e a qualidade dos comentarios postados,e com voçe é atenta na resposta demostrando uma gran humanidade.
Não tenho religião,mais acredito na figura de Jesucristo como Guia e pra mim Deus é o suco que saí de um liquidificador Universal onde colocamos Justiça e Amor,não acredito em nada injusto que aconteça neste Universo,tudo é reaçao pra açao.
E falado isto,escreví referente ao último mensagen neste comentario,onde vç fala de que menos de 1% dos nascidos recemtemente não são indigos e queria perguntar o sentido que tem isso,de ser verdade isse percentagem de serescom se sentirá nesta vida,si tamos numa transformaçao tão importante pra o Bem?
P.D Desculpe os erros de meu portugués,sou estrangeiro e ainda não dominei tudo o escfrito em portugués,Obrigado
Daniel
Olá Daniel, seja bem vindo!
Na verdade os que não são índigos se sentirão como os índigos se sentem hoje, um peixe fora d’água, visto que o mundo estará mais voltado para eles. No mais seguirá sua vida, sem grandes problemas.
Sem problemas, apareça sempre.
Beijo no coração.
Simone
Olá Daniel, seja bem vindo!
Na verdade os que não são índigos se sentirão como os índigos se sentem hoje, um peixe fora d’água, visto que o mundo estará mais voltado para eles. No mais seguirá sua vida, sem grandes problemas.
Sem problemas, apareça sempre.
Beijo no coração.
Simone
olá !Sou a carol e tenho 18 anos.desde muito pequena que me vi como uma pessoa diferente, que sentia que tinha uma missão. Não conseguia traduzir isso por palavras, até porque na altura ainda não sabia falar. Os meus amigos da minha idade são todos iguais a mim, daí me ter identificado como diferente da minha mãe principalmente. Não consigo lidar com ela, nem nunca consegui: ela impõe regras em demasia, tem preconceitos, põe-me medicamentos para cima. Os meus amigos e toda a gente sempre me ajudaram imenso nisso, e acho que se trata de ser um problema em mim mesma. Penso que tenho que a ajudar a lidar com problemas passados, mas quando eu estou prestes a acalmar o ambiente ela desata a falar alto e a protestar por isto e por aquilo! O ambiente em casa é muito pesado e compreendo-a e perdoo-a pois sei que não ajudei ao tentar mostrar que sou diferente. Sei que é isso que tenho que fazer e ensiná-la tal como os meus amigos. Apenas queria que me dessem uma dica de como lidar com ela, de como a ajudar a compreender este novo mundo que ela tanto rejeita. Beijo
Apenas amando… Ame cada vez mais, ame tudo ao seu redor e não deixe que o negativo entre em você, vença o ambiente e não deixe que o contrário aconteça, você tem força para isso. O amor é livre e leve, enquanto sentir seu coração assim, você estará no caminho certo.
Beijo no coração.
Simone
Olá. Escrevo porque preciso de relatar a alguém que talvez me possa dizer algo…mais. Sempre espero por mais definições acerca de mim própria, pelo que me sinto insatisfeita..
Enquanto hoje escutava The Doors, comecei a relembrar momentos da minha infância.
Aos 5 ou 6 anos, lembro-me de passar longos períodos de tempo olhando para o espelho muito perto. Eu acreditava ver as bactérias no brilho dos meus olhos. Julguei ter um microscópio ao invés de olhos…
Quando tinha por volta de 10 anos, adorava brincar no terraço. Um dia, passei por lá e tive um vislumbre, um flash, vi uma luz muito forte e imagens passaram na minha cabeça. Via o que eu viria a ver um dia quando caí do terraço. O pormenor do sangue a jorrar no chão…Mal isso aconteceu, fiquei um pouco inquieta, mas ao mesmo tempo assimilava aquilo com relativa tranquilidade. E assim fui contar à minha mãe. Ela, céptica, disse-me só que era o meu anjo da guarda a avisar-me para nao brincar no terraço. Passado algum tempo, talvez uma semana, estava a fazer bolas de sabão empoleirada no muro do tal terraço. E caí, e enquando caia, senti aquele chamado dejá vú, o tempo passava lentamente…ao mesmo tempo que era um segundo. Tinha apenas 10 anos, hoje não sei realmente se isso aconteceu, esse vislumbre, mas sempre me segurei ao facto de ter ido contar à minha mãe antes do acidente acontecer realmente. Contudo, nunca confirmei com a minha mãe tal facto. Não é uma pessoa suficientemente sensível (ou sei lá o quê) para que o faça obtendo uma resposta pensada e séria…Sei que a partir desse dia me senti…protegida.
Sempre me reprimiram, hoje em dia, com 18 anos, consigo perceber isso, e este tipo de acontecimentos mais bizarros não voltaram a acontecer, pelo menos em mente desperta.
Uma vez a minha mãe e tia, levaram-me e aos meus irmãos e primos a um padre, que diziam ler…alguma coisa nas pessoas. Punha a mão na cabeça de todos e dizia algo. A mim chamou-me à parte e apenas me perguntou se eu me masturbava…tinha por volta de 12 anos, e sim era verdade. Eu menti, disse que não e entrei em stress. Nunca percebi, nem porque a minha mãe nos levou lá, nem porque é que ele foi falar disso. Antes sentia uma imensa vergonha e culpa, hoje em dia, vejo como algo natural e que faz bem à saúde, apesar de ainda me sentir reprimida ao falar disto, mesmo em anónimo. Quando saímos de casa do padre, disse à minha mãe que ele era maluco e disse o que ele me perguntara. Ela disse logo para não ter vergonha porque também já o havia feito..seja como for, eu disse igualmente para ela que era mentira.
Por esta altura, recordo como sempre me havia sentido…especial. Era amiga de todos e a maioria aproveitava-se desse facto para me manipular e utilizar. Até que um dia vi-me cercada por uma turma enraivecida que me injuriava sem razão aparente. Eu explodi, magoei pessoas e senti-me livre. Mudei de escola e de atitude, se bem que esta foi-se alterando, cada vez melhor. Hoje em dia tenho um pequeno punhado de possíveis amigos, mas não sinto conexão forte com nenhum deles, por falta de interesse dos mesmos. Por vezes ainda se riem de mim, mas eu não me sinto ofendida.
Por volta de três anos mais tarde, juntei-me a uma excursão com uma tia, a Fátima, onde se reuniriam cerca de 200 pessoas. Fi-lo porque gosto de viajar, passear, seja onde for, eu gosto da viagem. Nessa altura estava inserida na catequese. No inicio escutava, com o passar dos anos, comecei a questionar, haviam coisas que ninguém soube explicar decentemente, até que a resposta passou a ser “fé” e nada mais. Eu perdera a minha, mas continuava no meio porque me dava prazer desconcertar os catequistas. Os meus colegas queixavam-se porque tinham de ficar mais meia hora dentro da sala…mas eu gostava. Recordo neste momento que me sentia uma má pessoa, porque me sentia bem a fazer estes pequenos males. Recordo sonhos, onde encarnava a Branca de Neve e escravizava os animais, batendo-lhes e chamando-lhes nomes..Aquando no sonho, agradava me a sensação de poder. Quando despertava sentia-me má pessoa. Hoje em dia sinto ambas. Uma certa repulsa por este meu lado mau, e um prazer enorme por não ir na corrente, criar eu mesma as minha correntes e “axincalhar” o ambiente, como se diria na minha terra..Peço desculpa por ter desviado o assunto, mas vou escrevendo à medida que me vão surgindo as coisas na cabeça. Voltando ao assunto, no meio daqueles 200 fanáticos, estava eu. Eram brasileiros franciscanos, e todo o dia ouvi musicas, testemunhos e rezas. Fiquei impressionada, devo dizer. No final do dia, houve uma espécie de adoração ao Senhor, uma Taça. Essa taça foi passeada pelo auditório, com toda a gente lá dentro. O padre empunhava-a no ar, e haviam homens atrás a deitar um fumo e outros a segurar outras coisas. As pessoas quase se atiravam a ele, choravam à sua passagem, esfregavam fotografias de pessoas nele. Por vezes o padre parava em frente de alguem, metia a mão na testa e essa pessoa caía para trás e começava a gemer…coisa rídicula. Parou em cerca de 10 pessoas. A ultima pessoa fui eu! Nada daquilo resultava comigo, e ele me obrigou a ajoelhar, depois meteu me a mao na testa e empurrou me contra a parede. Eu fiquei a pensar “mas que baboseira…que treta”. No final, o padre disse à minha tia, que estava a meu lado, que queria falar comigo no fim do dia. Pelos vistos eu sou uma menina indiga e a minha missão é ir com ele para o Brasil ajudar nas suas missoes franciscanas. Tudo aquilo me pareceu treta, se bem que fiquei curiosa com o termo “INDIGA”.
Uns poucos anos mais tarde, na minha escola secundária, conheci uma professora de Ingles que era muito espiritual. Ela obrigava nos a fazer rituais de energias quando haviam apresentaçoes orais de trabalhos, para que ficasse o apresentador mais relaxado. Era uma risota, ninguem levava a sério. Um dia, eu abri o jogo com ela e falamos de espiritualidade. Ela disse que via em mim a aura azul. E eu confessei-lhe que ja me haviam chamado de indiga. Ela comentou a situaçao acerca do que era um indigo, mas pude ver na expressao dela que algo nao estava bem e me escondida. Nunca soube o quê. Creio que ela nunca gostou muito de mim. Talvez este paradoxo de personalidades que eu acho que tenho, ela o tenha sentido. Tenho um lado mau e ela deve tê-lo sentido. Pode ter sido só impressão minha, mas ela nunca me sorriu honestamente como fazia a outros miudos.
Seja como for, a minha vida continuou. Conheci pessoas que me tocaram pelos seus discursos ou pequenas frases que me fariam reflectir sobre grandes questões. Entrei pelo curso de Artes Visuais, contrariando o meu pai, pois sempre disse que queria ser pintora (sempre desenhei e pintei muito, cópias de imagens, poucas coisas originais)e uma sensação de querer ir embora sempre me acompanhou. Para Barcelona, nunca soube o porquê.
Sempre tive a sensação de quando estava em perigo, mesmo que fosse só o perigo de receber uma falta de material numa aula, que algo no ultimo momento apareceria para me resolver a situaçao. Até acontecer aquela explosao na escola básica, onde era injuriada por toda a gente, sempre teria sido uma pessoa estudiosa (por pressao dos pais), muito medrosa, socialmente má (nao era popular, apenas acompanhava as pessoas e cuidava delas quando estavam tristes ou em perigo). Não vivi a infancia como deve ser, pensava muito e agia pouco. Apos aquilo, entao, tornei-me numa pessoa mais desleixada nos estudos, arrisquei, queria sair, tive problemas com os meus pais, muitos, eles deixaram de confiar em mim, porque mentia muito para poder sair, tornei me calculista…mentirosa. Os meus pais diziam que não e eu entrava em parafuso porque queria saber o PORQUÊ e o “porque não” simplesmente não fazia sentido algum…ninguem me percebia, ninguem me ajudava, nem ninguem queria saber da minha vontade. Então comecei a dar lhes razões para me proibirem de tudo e comecei a fumar, tomar drogas, perdi a virgindade com a pior pessoa possível…fui ao médico sozinha..tomar pílulas. Estava a tornar me na pessoa que tinha jurado em pequena nunca ser. Enfim. Felizmente, nunca perdi a minha consciência e esta foi uma fase relativamente breve, esta fase de extremos negativamente extremos. Conheci pessoas que mais uma vez me encaminharam para o sonho de Barcelona, que me fizeram voltar ao caminho da saúde mental e física, se bem que hoje em dia ainda cometo alguns “pecados”. Mas, nada que ver com antes.
Passaram-se coisas ruins, e com o tempo fui percebendo o que o meu pai me estava a tentar proteger de, que nunca tinha conseguido explicar como deve ser. A minha relação com ele sempre foi péssima, pelo que sempre me senti injustiçada e mal tratada, levava porrada e odiava-o por ele conseguir bater na sua própria filha, da maneira bruta com que o fazia, ainda por cima sem razões fortes. Ele é engenheiro civil, um trabalho stressante…acabei por lhe pedir desculpas um dia, por carta, visto que um dia lhe ter chamado todo o tipo de atrocidades por carta igualmente. Pedi lhe uma oportunidade, não só a mim, como para ele também, porque apesar das suas boas intenções nunca foi o melhor pai do mundo, nunca agiu como devia.
Este ano lectivo, ingressei em Arquitectura, fazendo com que o meu pai sentisse pela primeira vez algum orgulho em mim, visto que está tudo relacionado. Eu sempre tinha dito que nunca seria arquitecta, porque ouvia coisas horríveis, como “o curso do morto”, pessoas parvas que enfim, fogem do trabalho. Mas fiz isso, e realmente foi o melhor que podia ter feito. Vejo-a agora como maior arma educadora que nos poderá salvar. Acredito que as pessoas precisam de educação, de uma lavagem cerebral. Precisam de um renascer…uma mentalidade fresca, evoluída. Pretendo utilizar a arquitectura como forma de voltar as pessoas para a natureza, dirigir os seus olhares, os seus sensores para as melhores energias, criando sinergias com a mesma. Utilizar materiais naturais, ou pelo contrário, os mais não-naturais, mas de uma forma bruta, para que se abram as PORTAS DA PERCEPÇÃO de uma vez por todas. Os problemas são tão pequenos quando comparados à grandeza do Universo, deste sistema gigante que é o Sistema Solar, o ciclo da vida, da água…tudo isso sempre me fascinou igualmente. Todos os sistemas e micro sistemas da vida. O circulatório, o reprodutor, o digestivo…tudo. Por isso nunca me foquei em nada em especifico, só a partir da secundaria, onde fui obrigada a escolher. Já quis ser educadora de infância, primeiro, depois veterinária, pelo que adoro animais, depois oftalmologista, quando tive de usar um penso num olho por um mês, e depois vagabunda pintora. Até que decidi ser arquitecta.
Hoje em dia sou uma pessoa muito mais segura de si, e muito recentemente julgo-me a melhor pessoa do Mundo. Não há ninguém como eu, e sou muito simpática para todos, se bem que intolerante à estupidez. Não sou muito espiritual, não perco muito tempo a pensar nisso, mas sempre estive em contacto com cenas desse género. Os meus valores morais vao muito de encontro com o dos satanistas principalmente, se bem que admiro valores e filosofias de vida como o dos budistas, e incrivelmente ate dos próprios cristãos. Não pratico rituais nem me interessa falar de magias…simplesmente identifico sabedoria em vários tipos de religiões e filosofias de vida distintas. Sempre encontro algo em comum. Eu, como o grande David Bowie, vejo-me como um coleccionador de virtudes. Sou muito curiosa, tento sempre aprender com tudo, sugar o melhor de tudo (vem-me á cabeça a canção dos Monty Pyton “always look on the bright side of life”).
Posso ser uma pessoa sem escrúpulos face á ignorância, ou melhor, à pouca inteligência emocional. Detesto injustiças e sinto-me possante do melhor senso de justiça (se bem que, paradoxalmente, consciente que posso estar errada, então sempre escuto todas as opiniões e penso muito acerca do bem e do mal. Normalmente destaco-me por ter opiniões…ditas estranhas, que por vezes causam risadas, por vezes causam nojo, outras vezes pena…enfim). Dou sempre segundas oportunidades. Por vezes terceiras. Quartas, jamais. Chego a ser impiedosa. Detesto mentiras, mas minto. Sinto me hipócrita…defendo a acção, mas por vezes só me fico pela teoria, mas isso era antes, hoje estou mais forte, mais destemida. Já sou mais respeitada pela minha família, sou mais independente, eles foram obrigados a deixar me “voar” quando fui para longe, para a universidade. Voltando atrás, porque é que minto? São regurgitações de quem outrora fui, numa fase. Tinha uma vida que julgava insignificante e insípida e precisava de inventar. Comecei a acreditar me em algumas mentiras, e comecei a ter problemas. Porque ainda pra mais sou esquecida…Então já nem sei bem o que foi verdade ou mentira, de tanto pensar que investia naquilo, tanto enredo…calculista, de novo. Mas enfim, hoje sou mais segura de mim, aceito-me mais nos meus defeitos e admiro-me nos meus talentos, nas minhas qualidades. Viso um dia deixar de ser necessitada de atenção. Viso mudar-me e mudar juntamente comigo, toda a gente que me rodeia. E passo a vida a falar com os outros, ajudando-os a ultrapassar os seus problemas, ou passava. Fartei-me…as pessoas complicam tudo! Sou apologista da simplicidade, se bem que a relatividade da simplicidade me inquieta…a linha ténue que a separa da complexidade é demasiado…ténue!! Mas não perco muito tempo a martirizar-me com isso. Adoro música. De muitos géneros, desde que tenha qualidade, por vezes técnica, por vezes no seu conceito. Em relação a drogas…ainda não defini a minha opinião, mas não renego por completo. Foi também graças a elas que me apercebi de muitas coisas, porque felizmente sempre consegui sugar as melhores coisas…das coisas. A esta hora já me sinto cansada de escrever..Só acho que uma pessoa deve estar consciente em qualquer situação e circundar se de pessoas verdadeiras, amigas se possível e aí perder a cabeça não será assim tão “perder a cabeça”. É uma maneira de entrar em contacto com energias mais profundas, mas é preciso um grande nível de maturidade. Comigo isso nunca aconteceu, mas depreendo que seja assim.
Dito isto…sinto-me mais aliviada. E cansada. Mas satisfeita… Obrigado por deixarem escrever aqui.
obrigada Simone, agradeço-lhe imenso.é isso mesmo que vou fazer. Um abraço e beijos
Prezados amigos, saudações.
Fico muito feliz em ver um espaço tão afetuoso e aberto como esse, no qual as pessoas podem expressar-se e ser acolhidas. Nosso planeta adotivo, Gaia,a Terra, está mudando. Creio que todos nós, de um jeito ou de outro já notamos os sinais dessa mudança. Mas os sinais que eu humildemente considero mais notáveis são os que estão acontecendo dentro de nós. Há um crescente sentimento de urgência e angústia, mesmo quando tudo parece estar bem. A gente sobrevive ao Ensino Fundamental, ao Ensino Médio, faz faculdade, passa em concurso, arruma o emprego “dos sonhos”(em geral, da nossa família…) e todo mundo, inclusive nós, acha que tudo vai se ajeitar. Mas a sensação continua nos perseguindo, e não há com quem falar sobre isso. Mesmo a pessoa com a qual a gente se casa, frequentemente acha que estamos sendo dramáticos,exagerados, até meio neuróticos. A boa notícia, tal como em X-Man: vcs não estão sozinhos. O problema é que as estatísticas mais promissoras dizem que somos cerca de 1% da população, portanto a probabilidade de índigos e cristais encontrarem outro igual na mesma cidade é muito pequena. E essa é a má notícia: somos seres quase irremediavelmente solitários. Isso é devastador, e faz parte do quadro meio depressivo que enfrentamos principalmente na infância (aos sete anos, quando a mente racional está completamente ligada) e no começo da adolescência quando as redes de processamento não linear pelas quais somos tão conhecidos começam a alastrar-se dentro das sinapses do cérebro. Se acontece algo de errado, elas param de crescer, deixando um vazio horrível que leva muitos de nós à depressão e até a morte. O que precisamos, então, é aprender o máximo sobre a nossa natureza, e permitir que as lembranças venham ( reprimi-las é o que cria os pesadelos), mas não fixar-se nisso: nosso propósito é o serviço, e fazemos parte da espécie humana, e portanto precisamos transcender o ego a todo custo. Não somos melhores, nem piores, mas somos certamente diferentes. Seja lá qual for a cor da aura – e é por isso que nos chamam de índigos, a nossa aura é azul, como a do planeta que nos acolheu – eu peço que façamos, todos nós um esforço para encontrar o amor. O amor incondicional mesmo pelos que não nos compreendem, que estão zangados e confusos sobre o que virá e que nós, que nos lembramos do futuro, podemos ajudá-los a conquistar. Namastê a todos,de uma irmã índiga mais velha ( vou fazer 50 anos!)
Rose
Podíamos trocar informações entre nós, penso que seria bom ter com quem desabafar…
Gostei muito de ler o post e ainda mais de encontrar todos esses ricos comentários sobre o assunto. Sou uma índigo, tenho re-encontrado vários e cada vez com mais frequencia passam a fazer parte do meu rol de amizades. O que antes era uma característica minha, agora passa a ser grupal e isso me enche de energia e Força para continuar as minhas missões.
Não vou me ocupar aqui por relatar eventos da minha infância e vida, pois já temos excelentes relatos acima, mas quero fazer uma consideração sobre a meditação e a sua importância.
Sempre quis meditar e muito me esforcei, mas minha mente agitada demais não me concedia esse ato. Eis que aos 31 anos, pude enfim, realizar um desejo que desde muito pequena tinha que era andar de skate. Tenho chego a andar 4 horas e meia em um dia. E o que posso afirmar é que através do skate tenho meditado, pois quando estou andando de skate estou presente no AGORA.
Além disto tenho levado informações aos meus amigos índigos, sobre o que eles são e os pq’s de serem como são, e isto é bom, pois muitos se sentiam diferentes de toda a família e mundo.
Em suma era isso que queria salientar,
Gratidão, Amor e Luz!
Liberdade!
Bem eu não consigo para de “pensar” não no sentido geral da palavra, (até porque isso é meio difícil), mas eu fico pensando sobre vários assuntos ao mesmo tempo, e vou indo cada vez mais a fundo tentando descobrir erros acertos e etc… Mais isso me causa uma complicação com as pessoas por perto pois eu vejo tudo de uma forma diferente, e eles não aceitam.
Quando eu penso em vários assuntos eu consigo me concentrar em vários, mais isso me traz cansaço, dor de cabeça, e mesmo assim eu não consigo parar, para ter uma idéia eu vou dormir as 4:00 da manhã, entro na internet e começo a pesquisar o que eu não sei.
Bem não sei se fui muito claro em minha pergunta! ó queria saber se alguém também sofre disto?
Não sei se isso é bom ou ruim!
Olá Ferreira!
Você precisa da aceitação das pessoas ou de você mesmo?
Essa sua sede por conhecer, pode ser uma busca sobre você mesmo.
É bem possível que você esteja atrás de respostas sobre quem você é, o que deve fazer, como fazer, e pra essas respostas você vai atrás de outras.
O ideal é que você procure as respostas com calma e serenidade EM você mesmo, é o momento de s aquietar e observar, deixar o mundo passar por você ao invés de você passar em alta velocidade pelo mundo.
A sua habilidade de raciocínio é pelo fato de ser índigo, você precisa aprender a usar essa habilidade sem acabar com sua energia e isso só depende de sua quietude, de se reconhecer e se conhecer, somente depois disso é que a sua busca por conhecer o mundo se tornará clara.
Muita clareza em sua mente.
Simone
Boa Noite Simone, nasci em janeiro de 1975, há poucos dias na plenitude dos meus 37 anos e preste a ser pai, descubro que sou INDIGO, lendo os relatos e questionamentos dos participantes do seu blog e suas orientações desejei ter te encontrado antes, mas com toda certeza este é o melhor momento para isso, gostaria de mais informações sobre a capacidade que temos de reconhecer outros índigos e se existe grupos de índigos que se reúnem, seja física ou mentalmente, grato. A todos: PAZ, somos muitos e não estamos só!
Olá Cesar, seja bem vindo!
A capacidade de reconhecimento se dá a nível energético, normalmente é quase um ‘choque’, quanto maior a afinidade maior esse ‘choque’.
Não tenho informações sobre reuniões.
Fique em paz
Simone