O Dia-a-Dia do Índigo

O dia a dia do índigo é em sua grande maioria rico em detalhes, observações, constatações e de uma intensidade muito grande, todos os índigos crianças ou adultos tem uma determinada intensidade, alguns mais outros menos, mas todos são muito intensos em determinados momentos, exemplificando: alguns são muito intensos em seus sentimentos, outros na expressão das palavras, nos gestos físicos, outros na maneira de brincar, outros nos estudos, na dedicação com a família, com a comida, etc.
Existem índigos que são intensos do começo ao fim do dia, ou seja, tudo o que forem fazer será feito com toda a sua vontade, esses normalmente são mais concentrados devido a capacidade de manter o foco da intensidade. Estão aqui e agora em menor quantidade, no passado vieram em maior quantidade.
Cansam-se rapidamente de seus pertences, num momento querem um violão no outro um computador, são rápidos em conhecer o que querem e não vêem necessidade de continuar naquele objeto por muito tempo, somente após a adolescência é que vão determinar o que realmente gostam de fazer.
Outra característica marcante na maioria dos índigos é a grande quantidade de energia que possuem e que comumente os leva a hiperatividade. Ao olhar para esses seres notamos imediatamente uma forte energia, seus olhos são como chamas, parecem estar adentrando o que olham.
Essa grande energia é que dá aos índigos a capacidade de transformar, é o grande poder que todo e qualquer índigo traz consigo, a grande maioria não irá trazer consigo lembranças de outras vidas e outros planetas, mas trarão a grande capacidade de modificar o que quer que seja desde o invisível aos olhos humanos como a energia até a matéria física.
É aí que os responsáveis por crianças hiperativas devem tomar cuidado, pois a hiperatividade não significa que são doentes, pois essas crianças são capazes de aprender e são muito inteligentes.
Essa grande quantidade de energia precisa ser gasta, atividades ao ar livre, esportes, brincadeiras com o corpo são sempre bem vindas.
Eles são a diferença do nosso planeta, são diferentes de tudo o que a humanidade está acostumada, são contra todos os processos de rigidez, os hippies mostraram essa diferença no modo de se vestir, nas músicas e no sentido da vida, levantando a bandeira da Paz e do amor. Os roqueiros quebraram barreiras com seu estilo rebelde, mas com conteúdo, indo contra os sistemas pré-estabelecidos como a política, grandes roqueiros cantaram e cantam sobre esse tão polêmico assunto.
Hoje os índigos estão promovendo uma revolução na comunicação, pra eles a palavra escrita já não preenche mais o necessário, e são muitas palavras pra expressar o que sentem e mesmo assim elas não são o suficiente, e aí entra o processo de mudança.
Pais, educadores e responsáveis por crianças, a grande maioria hoje são índigos, quase não existem mais crianças ‘padrão’ e raros são os cristais, então compreendam que seus filhos não são rebeldes por que querem ou porque são revoltados, não, eles são em primeiro lugar diferentes de vocês e precisam de muito amor, respeito, conversa e sim, limites, precisam mais do que nunca da ajuda de vocês para isso e vão testar esse limite, usem a educação do amor ao dar limites e mostrem com muita paciência que tudo o que fizerem terá conseqüências boas ou ruins, que tudo dependerá das escolhas que fizerem, deixem isso sempre bem claro pra eles.
São em sua maioria crianças abertas ao amor, preferem dar um abraço a apertar a mão de alguém, mesmo que esse alguém seja um desconhecido, usem dessa capacidade imensa de amar para educá-los, o resultado é gratificante.

Muita luz a todos,

Pierre e Andrey, canalizados por Regina e Simone e decodificado por Simone

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Simone Simões é meu nome. Desde 2005 recebo instruções espirituais através de minha amiga-irmã Regina por meio de canalizações, que me ajudaram a seguir o caminho da espiritualidade livre, sem dogmas, cultos ou segmentos religiosos. Estou aqui para decodificar textos repassados pelo plano espiritual e para escrever artigos explicando a evolução humana.
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2 Comentários para “O Dia-a-Dia do Índigo”

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  1. Olá Simone!

    Independente de teorias espíritas, etc, me identifico muito com as características “índigo”, apesar de não ser ligada as nenhuma religião, o q eu já tentei sem sucesso e por diversas correntes, não me encaixando em nenhuma, sinto uma consciência desde que me entendo por gente de algo que já vinha comigo. Sempre li as pessoas, me revoltei com a hipocrisia e as injustiças e sempre fui afetada por elas, por mais q n fossem dirigidas a mim, embora as sentisse como se fossem a mim mesmo dirigidas.
    Um sentimento de desesperança tomou conta de mim quando eu percebi que apesar de me sentir portadora de uma “missão”, as pessoas são mtoi difíceis e cada dia mais egoístas, mais mentirosas, mais mesquinhas. Não entendo sinceramente o sentido de evolução, de que para que? Não vejo perspectivas de evolução, pq o que vejo são pessoas q detém o poder e tal forma, que é impossível , por mais que a maioria da humanidade queira, mudar isso! O processo é lento, há mudanças ? sim, há. Enquanto isso, há muita dor, crianças com fome, morrendo, idosos jogados ao esquecimento de sua idade não mais produtiva. O que interessa hj é o quanto somos produtivos, quanto temos no bolso e não nossos valores morais, isso é detestável. É difícil viver num mundo assim, o fato de se viver nele e ter q se sujeitar a leis que favorecem e perpetuam tantas injustiças,sem poder nada fazer, ou partir para a impulsiva agressividade ao reagir a algo q não se pode passar inerte a sua presença. Ou somos tidos como rebeldes ( acho esse termo o mais brando), ou inadaptáveis, transgressores ou até mesmo loucos. Q loucura é então essa? Aceitar o que está errado? Aceitar que a justiça tenha dois pesos e duas medidas? Aceitar que o poder econômico determine quem é certo, quem pode, quem vive, quem é feliz, quem tem saúde?
    Tentar mudar tais coisas é um caminho solitário, existem pessoas que concordam com isso, mas n tem forças,estão categorizadas como transgressoras, inadaptáveis, loucas, etc…
    Fazer o q então? sofrer? Ou entorpecer a existência? Fingir que vc é uma mãe, profissional alienada e virar-se para as coisas que lhe cabem? Cuidar da sua vida, como se a sua vida fosse a sua, e não te dissesse respeito todas as demais. Ser alvo de psicopatas? Sim, pq somos alvo dessas criaturas oportunistas o tempo todo, que se aproveitam da nossa boa-fé com os outros e nos enganam, pq não temos malícia. A gente só fica ” esperto” depois de cair no mesmo erro trocentas vezes e se é que ficamos, pq estamos sempre esperando dos outros o amor, a verdade, a bondade e nunca a maldade. Sofro se fizer mal a alguém ou se mesmo na minha, alguém vir a me agredir gratuitamente,e eu reagir na língua deles,pra mim eu perdi, por mais q eu esteja certa por dentro ou por fora, mas para mim eu perdi, pq fui como eles de alguma forma e o que eu fiz de bom? Mas é inevitável não se revoltar ao estar diante de tantos psicopatas. A nossa lei, seus representantes são em sua maioria doentes, parciais, enxergam apenas o q querem , agem de acordo com essa lei injusta, se justificam nessa ordem, por mais cruel que ela seja e representa a ” verdade” pq é a lei, a ordem, ainda q injusta.
    Viver é lutar para não morrer, é torcer que se saia de casa e não tope com tantas coisas horríveis. Às vezes é solidão, esquiva, pq a esperança se apaga e o medo de topar com uma agressividade na rua, uma injustiça , q são quase certas, faz com q vc queira desistir, pq parece q eh só vc que quer isso, q eles estão satisfeitos com essa vida mesmo, até os q padecem deles.
    Ao analisar minha vida hj aos 35 anos, q escolhi caminhos completamente diferentes do q deveria pela educação de minha família, q tive q lutar para poder dizer o q eu queria fazer da vida , exercer meu direito de escolha, q sofri mto por não corresponder às expectativas da família, e só hj, por tantos anos é q tenho essa autonomia como ser e posso não sofrer por isso. Só hj entendo q minha falta de objetivos específicos na vida, minha forma agressiva de ser até a primeira idade adulta eram frutos de minha incompreensão com esse mundo, com esse sistema e que eu não queria nada, n queria fazer parte disso, mesmo já fazendo.
    Ainda não sei como agir ou ajudar a mudar, não sei mesmo, nem sei se eu tenho forças para isso, tenho uma carga pesada: luto pela sobrevivência, mas estudo, isso me dá forças, para quem sabe, a partir de meus textos, da minha arte eu ao menos possa expressar minha visão de mundo.
    Não acredito em evolução, pois o q vejo são coisas ruins a cada dia que passa. Acredito q vão haver melhoras sim, mas serão apenas melhoras, pq a alma do ser humano está cada vez pior, mais egoísta e isso é que deveria mudar. Antes se dizia q as crianças eram felizes,pq não enxergavam essas coisas, mas já não é assim q acontece, as crianças cada vez mais percebem o mundo mais cedo. E se dependem de um adulto para educá-las de q adianta, se esses adultos são incapazes disso? Penso q os animais sejam felizes, mas até eles percebem as coisas e tb são vítimas de violência gratuita pelos humanos.
    Desculpe-me o desabafo. Não sei que caminhos os índigos estão abrindo, se não podem mudar alguma coisa, se apenas protestam ou sofrem e são estigmatizados ou lembrados como personalidades ( alguns) diferenciadas, admiradas e só.

  2. Olá!

    Agredito nisso,até porque tenho um neto assim.

    O olhar,a maneira de falar,a personalidade,etc. são coisas que são faceis de identificar,porém ele tem problemas em encontrar serviço,não por falta de capacidade(ele é muito inteligente) ,mas porque ele não concorda com as exigencias.

    O que fazer?Aonde levar ele?Há algum lugar que seja especifico para esse tipo de pessoa?Estou presisando de ajuda.




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